1Questão

Clay E. Allred e E. Roland Menzel (A Novel Europiumbioconjugate
Method for Latent Fingerprint Detection. In: Forensic
Science International, n.º 85, Elsevier Science Ireland Ltda., 1997, p.
83-94) desenvolveram um novo método de detecção de impressão digital
latente com base em uma reação específica entre o íon európio e lipídios.
A aplicabilidade do método, tanto para superfícies porosas como lisas,
a ausência de solventes clorofluorcarbônicos, a sensibilidade, a rapidez
e o baixo custo são fatores que podem tornar essa abordagem o principal
método de detecção de impressão digital em um futuro próximo. Nela,
o ácido etilenodiaminotetracético (EDTA) é usado como ligante de
conjugação que forma um complexo não-fluorescente com o íon európio
(etapa I). Esse complexo é capaz de ligar-se covalentemente a lipídios da
impressão digital (etapa II), na proporção de uma molécula de EDTA-Eu
para cada molécula de lipídio. Nessa reação, algumas ligações entre o íon
európio e o EDTA são desfeitas, expondo parcialmente o íon európio,
que se torna, então, disponível para complexar com outro ligante, como
a 1,10-fenantrolina ou a tenoiltrifluoroacetona (TFA), capaz de
sensibilizar o íon európio a ponto de torná-lo fluorescente (etapa III).
Após esse tratamento, a impressão digital torna-se nitidamente visível
sob excitação por radiação ultravioleta. A figura I acima mostra o
esquema dessas reações e a figura II mostra a estrutura de um complexo
metal-EDTA genérico, em que a letra M representa o íon metálico.
O produto final do processo de Allred-Menzel apresentado acima,
o complexo lipídio-EDTA-Eu-ligante de sensibilização, é
corretamente classificado como mistura.
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Clay E. Allred e E. Roland Menzel (A Novel Europiumbioconjugate
Method for Latent Fingerprint Detection. In: Forensic
Science International, n.º 85, Elsevier Science Ireland Ltda., 1997, p.
83-94) desenvolveram um novo método de detecção de impressão digital
latente com base em uma reação específica entre o íon európio e lipídios.
A aplicabilidade do método, tanto para superfícies porosas como lisas,
a ausência de solventes clorofluorcarbônicos, a sensibilidade, a rapidez
e o baixo custo são fatores que podem tornar essa abordagem o principal
método de detecção de impressão digital em um futuro próximo. Nela,
o ácido etilenodiaminotetracético (EDTA) é usado como ligante de
conjugação que forma um complexo não-fluorescente com o íon európio
(etapa I). Esse complexo é capaz de ligar-se covalentemente a lipídios da
impressão digital (etapa II), na proporção de uma molécula de EDTA-Eu
para cada molécula de lipídio. Nessa reação, algumas ligações entre o íon
európio e o EDTA são desfeitas, expondo parcialmente o íon európio,
que se torna, então, disponível para complexar com outro ligante, como
a 1,10-fenantrolina ou a tenoiltrifluoroacetona (TFA), capaz de
sensibilizar o íon európio a ponto de torná-lo fluorescente (etapa III).
Após esse tratamento, a impressão digital torna-se nitidamente visível
sob excitação por radiação ultravioleta. A figura I acima mostra o
esquema dessas reações e a figura II mostra a estrutura de um complexo
metal-EDTA genérico, em que a letra M representa o íon metálico.
Depois de concluída a etapa III, é possível separar os lipídios do
complexo EDTA-Eu-TFA por meio de destilação.
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Clay E. Allred e E. Roland Menzel (A Novel Europiumbioconjugate
Method for Latent Fingerprint Detection. In: Forensic
Science International, n.º 85, Elsevier Science Ireland Ltda., 1997, p.
83-94) desenvolveram um novo método de detecção de impressão digital
latente com base em uma reação específica entre o íon európio e lipídios.
A aplicabilidade do método, tanto para superfícies porosas como lisas,
a ausência de solventes clorofluorcarbônicos, a sensibilidade, a rapidez
e o baixo custo são fatores que podem tornar essa abordagem o principal
método de detecção de impressão digital em um futuro próximo. Nela,
o ácido etilenodiaminotetracético (EDTA) é usado como ligante de
conjugação que forma um complexo não-fluorescente com o íon európio
(etapa I). Esse complexo é capaz de ligar-se covalentemente a lipídios da
impressão digital (etapa II), na proporção de uma molécula de EDTA-Eu
para cada molécula de lipídio. Nessa reação, algumas ligações entre o íon
európio e o EDTA são desfeitas, expondo parcialmente o íon európio,
que se torna, então, disponível para complexar com outro ligante, como
a 1,10-fenantrolina ou a tenoiltrifluoroacetona (TFA), capaz de
sensibilizar o íon európio a ponto de torná-lo fluorescente (etapa III).
Após esse tratamento, a impressão digital torna-se nitidamente visível
sob excitação por radiação ultravioleta. A figura I acima mostra o
esquema dessas reações e a figura II mostra a estrutura de um complexo
metal-EDTA genérico, em que a letra M representa o íon metálico.
Sabendo que o número atômico do európio é 63,
então é correto classificá-lo como pertencente à série
dos lantanídeos, conjunto de elementos que
apresentam raio atômico elevado e energia de
ionização reduzida, comparados aos demais
elementos da Tabela Periódica.
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Clay E. Allred e E. Roland Menzel (A Novel Europiumbioconjugate
Method for Latent Fingerprint Detection. In: Forensic
Science International, n.º 85, Elsevier Science Ireland Ltda., 1997, p.
83-94) desenvolveram um novo método de detecção de impressão digital
latente com base em uma reação específica entre o íon európio e lipídios.
A aplicabilidade do método, tanto para superfícies porosas como lisas,
a ausência de solventes clorofluorcarbônicos, a sensibilidade, a rapidez
e o baixo custo são fatores que podem tornar essa abordagem o principal
método de detecção de impressão digital em um futuro próximo. Nela,
o ácido etilenodiaminotetracético (EDTA) é usado como ligante de
conjugação que forma um complexo não-fluorescente com o íon európio
(etapa I). Esse complexo é capaz de ligar-se covalentemente a lipídios da
impressão digital (etapa II), na proporção de uma molécula de EDTA-Eu
para cada molécula de lipídio. Nessa reação, algumas ligações entre o íon
európio e o EDTA são desfeitas, expondo parcialmente o íon európio,
que se torna, então, disponível para complexar com outro ligante, como
a 1,10-fenantrolina ou a tenoiltrifluoroacetona (TFA), capaz de
sensibilizar o íon európio a ponto de torná-lo fluorescente (etapa III).
Após esse tratamento, a impressão digital torna-se nitidamente visível
sob excitação por radiação ultravioleta. A figura I acima mostra o
esquema dessas reações e a figura II mostra a estrutura de um complexo
metal-EDTA genérico, em que a letra M representa o íon metálico.
Conclui-se do texto que o tipo de ligação existente
entre o EDTA e os lipídios é covalente,
diferentemente do que ocorre nas ligações do EDTA
com o íon európio, que são ligações de coordenação
e, portanto, não-covalentes.
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Clay E. Allred e E. Roland Menzel (A Novel Europiumbioconjugate
Method for Latent Fingerprint Detection. In: Forensic
Science International, n.º 85, Elsevier Science Ireland Ltda., 1997, p.
83-94) desenvolveram um novo método de detecção de impressão digital
latente com base em uma reação específica entre o íon európio e lipídios.
A aplicabilidade do método, tanto para superfícies porosas como lisas,
a ausência de solventes clorofluorcarbônicos, a sensibilidade, a rapidez
e o baixo custo são fatores que podem tornar essa abordagem o principal
método de detecção de impressão digital em um futuro próximo. Nela,
o ácido etilenodiaminotetracético (EDTA) é usado como ligante de
conjugação que forma um complexo não-fluorescente com o íon európio
(etapa I). Esse complexo é capaz de ligar-se covalentemente a lipídios da
impressão digital (etapa II), na proporção de uma molécula de EDTA-Eu
para cada molécula de lipídio. Nessa reação, algumas ligações entre o íon
európio e o EDTA são desfeitas, expondo parcialmente o íon európio,
que se torna, então, disponível para complexar com outro ligante, como
a 1,10-fenantrolina ou a tenoiltrifluoroacetona (TFA), capaz de
sensibilizar o íon európio a ponto de torná-lo fluorescente (etapa III).
Após esse tratamento, a impressão digital torna-se nitidamente visível
sob excitação por radiação ultravioleta. A figura I acima mostra o
esquema dessas reações e a figura II mostra a estrutura de um complexo
metal-EDTA genérico, em que a letra M representa o íon metálico.
Sendo o EDTA um ácido, é correto afirmar que as
suas soluções aquosas contêm, como cátion, apenas
os íons H3O+, reagem com bases formando sais e
água, são incolores na presença de fenolftaleína,
fazem o papel de tornassol azul ficar vermelho,
conduzem corrente elétrica, são capazes de corroer
metais e possuem sabor azedo.
suas soluções aquosas contêm, como cátion, apenas
os íons H3O+, reagem com bases formando sais e
água, são incolores na presença de fenolftaleína,
fazem o papel de tornassol azul ficar vermelho,
conduzem corrente elétrica, são capazes de corroer
metais e possuem sabor azedo.
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Clay E. Allred e E. Roland Menzel (A Novel Europiumbioconjugate
Method for Latent Fingerprint Detection. In: Forensic
Science International, n.º 85, Elsevier Science Ireland Ltda., 1997, p.
83-94) desenvolveram um novo método de detecção de impressão digital
latente com base em uma reação específica entre o íon európio e lipídios.
A aplicabilidade do método, tanto para superfícies porosas como lisas,
a ausência de solventes clorofluorcarbônicos, a sensibilidade, a rapidez
e o baixo custo são fatores que podem tornar essa abordagem o principal
método de detecção de impressão digital em um futuro próximo. Nela,
o ácido etilenodiaminotetracético (EDTA) é usado como ligante de
conjugação que forma um complexo não-fluorescente com o íon európio
(etapa I). Esse complexo é capaz de ligar-se covalentemente a lipídios da
impressão digital (etapa II), na proporção de uma molécula de EDTA-Eu
para cada molécula de lipídio. Nessa reação, algumas ligações entre o íon
európio e o EDTA são desfeitas, expondo parcialmente o íon európio,
que se torna, então, disponível para complexar com outro ligante, como
a 1,10-fenantrolina ou a tenoiltrifluoroacetona (TFA), capaz de
sensibilizar o íon európio a ponto de torná-lo fluorescente (etapa III).
Após esse tratamento, a impressão digital torna-se nitidamente visível
sob excitação por radiação ultravioleta. A figura I acima mostra o
esquema dessas reações e a figura II mostra a estrutura de um complexo
metal-EDTA genérico, em que a letra M representa o íon metálico.
Sabendo que M(H) = 1 g/mol, M(C) = 12 g/mol,
M(N) = 14 g/mol, M(O) = 16 g/mol e
M(Eu) = 152 g/mol e supondo que a impressão
digital seja formada exclusivamente pelo lipídio de
fórmula C27H50O6, então 0,5 mg de complexo
EDTA-Eu é suficiente para reagir com pelo menos a
metade de todas as moléculas contidas em uma
impressão digital de 1 mg.
M(N) = 14 g/mol, M(O) = 16 g/mol e
M(Eu) = 152 g/mol e supondo que a impressão
digital seja formada exclusivamente pelo lipídio de
fórmula C27H50O6, então 0,5 mg de complexo
EDTA-Eu é suficiente para reagir com pelo menos a
metade de todas as moléculas contidas em uma
impressão digital de 1 mg.
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Clay E. Allred e E. Roland Menzel (A Novel Europiumbioconjugate
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Science International, n.º 85, Elsevier Science Ireland Ltda., 1997, p.
83-94) desenvolveram um novo método de detecção de impressão digital
latente com base em uma reação específica entre o íon európio e lipídios.
A aplicabilidade do método, tanto para superfícies porosas como lisas,
a ausência de solventes clorofluorcarbônicos, a sensibilidade, a rapidez
e o baixo custo são fatores que podem tornar essa abordagem o principal
método de detecção de impressão digital em um futuro próximo. Nela,
o ácido etilenodiaminotetracético (EDTA) é usado como ligante de
conjugação que forma um complexo não-fluorescente com o íon európio
(etapa I). Esse complexo é capaz de ligar-se covalentemente a lipídios da
impressão digital (etapa II), na proporção de uma molécula de EDTA-Eu
para cada molécula de lipídio. Nessa reação, algumas ligações entre o íon
európio e o EDTA são desfeitas, expondo parcialmente o íon európio,
que se torna, então, disponível para complexar com outro ligante, como
a 1,10-fenantrolina ou a tenoiltrifluoroacetona (TFA), capaz de
sensibilizar o íon európio a ponto de torná-lo fluorescente (etapa III).
Após esse tratamento, a impressão digital torna-se nitidamente visível
sob excitação por radiação ultravioleta. A figura I acima mostra o
esquema dessas reações e a figura II mostra a estrutura de um complexo
metal-EDTA genérico, em que a letra M representa o íon metálico.
Qualquer substância pode ser analisada por meio da
técnica de fluorescência, desde que essa substância
seja excitada com quantidade de energia suficiente.
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83-94) desenvolveram um novo método de detecção de impressão digital
latente com base em uma reação específica entre o íon európio e lipídios.
A aplicabilidade do método, tanto para superfícies porosas como lisas,
a ausência de solventes clorofluorcarbônicos, a sensibilidade, a rapidez
e o baixo custo são fatores que podem tornar essa abordagem o principal
método de detecção de impressão digital em um futuro próximo. Nela,
o ácido etilenodiaminotetracético (EDTA) é usado como ligante de
conjugação que forma um complexo não-fluorescente com o íon európio
(etapa I). Esse complexo é capaz de ligar-se covalentemente a lipídios da
impressão digital (etapa II), na proporção de uma molécula de EDTA-Eu
para cada molécula de lipídio. Nessa reação, algumas ligações entre o íon
európio e o EDTA são desfeitas, expondo parcialmente o íon európio,
que se torna, então, disponível para complexar com outro ligante, como
a 1,10-fenantrolina ou a tenoiltrifluoroacetona (TFA), capaz de
sensibilizar o íon európio a ponto de torná-lo fluorescente (etapa III).
Após esse tratamento, a impressão digital torna-se nitidamente visível
sob excitação por radiação ultravioleta. A figura I acima mostra o
esquema dessas reações e a figura II mostra a estrutura de um complexo
metal-EDTA genérico, em que a letra M representa o íon metálico.
Na fluorescência do complexo lipídio-EDTA-Eu, a
diferença entre a energia absorvida e a emitida é
proporcional à diferença entre seus respectivos
comprimentos de onda.
9Questão

Clay E. Allred e E. Roland Menzel (A Novel Europiumbioconjugate
Method for Latent Fingerprint Detection. In: Forensic
Science International, n.º 85, Elsevier Science Ireland Ltda., 1997, p.
83-94) desenvolveram um novo método de detecção de impressão digital
latente com base em uma reação específica entre o íon európio e lipídios.
A aplicabilidade do método, tanto para superfícies porosas como lisas,
a ausência de solventes clorofluorcarbônicos, a sensibilidade, a rapidez
e o baixo custo são fatores que podem tornar essa abordagem o principal
método de detecção de impressão digital em um futuro próximo. Nela,
o ácido etilenodiaminotetracético (EDTA) é usado como ligante de
conjugação que forma um complexo não-fluorescente com o íon európio
(etapa I). Esse complexo é capaz de ligar-se covalentemente a lipídios da
impressão digital (etapa II), na proporção de uma molécula de EDTA-Eu
para cada molécula de lipídio. Nessa reação, algumas ligações entre o íon
európio e o EDTA são desfeitas, expondo parcialmente o íon európio,
que se torna, então, disponível para complexar com outro ligante, como
a 1,10-fenantrolina ou a tenoiltrifluoroacetona (TFA), capaz de
sensibilizar o íon európio a ponto de torná-lo fluorescente (etapa III).
Após esse tratamento, a impressão digital torna-se nitidamente visível
sob excitação por radiação ultravioleta. A figura I acima mostra o
esquema dessas reações e a figura II mostra a estrutura de um complexo
metal-EDTA genérico, em que a letra M representa o íon metálico.
Em uma solução aquosa de EDTA em pH 7,0, a espécie química mais
abundante, entre as citadas, é H2Y2-.
abundante, entre as citadas, é H2Y2-.