Como denunciam Souza e Rocha (2021), a maior
parte das ações de cuidado voltadas às crianças em
serviços de Atenção Primária à Saúde (APS)
centra-se exclusivamente nelas, isolando seus
processos de cuidado daqueles destinados a suas
famílias e adotando uma perspectiva biomédica e
reducionista. Para que seja possível construir ações
em terapia ocupacional abrangentes, em serviços de
APS voltados para crianças, é necessário: