Texto associado.
Paciente de 32 anos de idade, do sexo feminino, procura atendimento médico devido a quadro de cefaleia. Durante a anamnese, relata cefaleia hemicraniana direita, com piora gradual, tipo pulsátil, de intensidade forte, que piora com atividade física e, associada à fotofobia, melhora quando em um local escuro e silencioso. Também relata ter esses episódios de cefaleia 13 dias por mês, que impactam a sua qualidade de vida. Reporta, ainda, que, por vezes, precedendo a dor, surgem escotomas cintilantes, com duração de até 60 minutos e reversíveis após esse intervalo, além de reportar que sente dificuldade de formular frases.
Tendo como referência o caso clínico precedente, julgue o item que se segue.
No caso em apreço, indica-se o uso de um analgésico não
opioide, como o ibuprofeno; caso, após duas horas, não haja
melhora, pode-se tentar o uso de um triptano como o
sumatriptano, e, se ainda não ocorrer melhora do quadro,
pode-se tentar a utilização de metoclopramida.
- ✂️
- ✂️