O médico de família atendeu um paciente de 48 anos, sem
doença cardiovascular, que relatou palpitação, sendo identificada
fibrilação atrial. Ao retornar à consulta, os hormônios tireoidianos
estavam normais e o ecocardiograma, sem alterações. O pulso
estava regular e o ECG havia retornado ao ritmo sinusal.
A estratégia recomendada para a prevenção de acidente vascular
cerebral foi: