Em uma instituição de ensino superior, estudantes do
curso de Psicologia demonstram resistência à abordagem da morte nas disciplinas curriculares. Relatam desconforto, evitamento e insegurança ao discutir perdas,
luto e processos de finitude. Alguns docentes defendem
que a formação técnico-científica deve priorizar conteúdos objetivos, evitando temáticas subjetivas como a morte por considerá-las desestabilizadoras e não essenciais
à qualificação profissional.
Com base na obra de Júlia Kovács (2003), a postura desses docentes revela, em termos institucionais,
Com base na obra de Júlia Kovács (2003), a postura desses docentes revela, em termos institucionais,