Para Koudela (2015), o ato de improvisar perpassa diferentes períodos da história do teatro no Ocidente, das representações dionisíacas e manifestações do teatro romano – como os mimos ou as atelanas – às formas populares medievais protagonizadas por saltimbancos e bufões. No entanto, uma prática a enaltecia, na qual uma preparação cuidadosa em termos de voz, música, acrobacia fazia do ator um verdadeiro autor teatral, que atuava de improviso, sobrepujando assim a primazia do texto.
Essa prática é