Mulher de 29 anos apresenta crises recorrentes
de cefaleia unilateral pulsátil, com duração de 18 a 36
horas, acompanhada de náuseas, vômitos ocasionais,
fotofobia e fonofobia. Em dois episódios relatou visão de
escotomas cintilantes precedendo a dor. Parcialmente
responsiva a triptanos, mantém limitação funcional
significativa. Considerando os critérios da ICHD-3
(2018) e a diferenciação em relação a outras cefaleias
primárias e secundárias, qual proposição descreve de
modo mais rigoroso o quadro clínico?