A lei 8.429 de 2 de junho de 1992, dispõe sobre as sanções aplicáveis aos agentes públicos nos casos de enriquecimento ilícito no exercício de mandato, cargo, emprego ou função na administração pública direta, indireta ou fundacional e dá outras providências. O Capítulo V da referida lei trata do Procedimento Administrativo e do Processo Judicial nos demonstra que qualquer pessoa poderá representar à autoridade administrativa competente para que seja instaurada investigação destinada a apurar a prática de ato de improbidade. Em relação ao procedimento administrativo e ao processo judicial nestes casos, pode-se afirmar que:
✂️ A) A representação, que será escrita ou reduzida a termo e assinada, conterá a qualificação do representante, as informações sobre o fato e sua autoria e a indicação das provas de que tenha conhecimento.
✂️ B) A autoridade administrativa rejeitará a representação, em despacho fundamentado, se esta não contiver as formalidades estabelecidas no § 1º do artigo 14 da referida lei. A rejeição, entretanto impede a representação ao Ministério Público.
✂️ C) Atendidos os requisitos da representação, a autoridade determinará conforme a conveniência e a oportunidade da administração, a apuração dos fatos que, em se tratando de servidores federais, será processada na forma prevista nos arts. 148 a 182 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 e, em se tratando de servidor militar, de acordo com os respectivos regulamentos disciplinares.
✂️ D) A comissão processante dará conhecimento ao Ministério Público, ao Tribunal ou Conselho de Contas e ao Juiz de direito da existência de procedimento administrativo para apurar a prática de ato de improbidade.
✂️ E) O Ministério Público ou Tribunal ou Conselho de Contas e o Juiz de direito poderá, a requerimento, designar representante com procuração para acompanhar o procedimento administrativo.
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De acordo com a Lei de Improbidade
Administrativa (Lei nº 8.429/1992), um ato de
improbidade que causa lesão ao erário exige, para
sua configuração, a comprovação de:
✂️ A) Dano ao patrimônio público e conduta culposa
do agente.
✂️ B) Apenas a conduta culposa do agente.
✂️ C) Dano ao patrimônio público e conduta dolosa
do agente.
✂️ D) Apenas o dano ao patrimônio público.
✂️ E) Apenas conduta dolosa do agente.
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Jadilson, contratado temporiamente pela Administração Pública
Estadual, dolosamente revelou fato de que teve ciência em razão
de suas atribuições, colocando em risco a segurança da sociedade,
na medida em que compartilhou tal informação com Efigênia, sua
namorada, famosa youtuber , que fez um post com milhares de
visualizações especificamente acerca do mencionado fato,
divulgando todos os respectivos detalhes, o que era, desde
sempre, a intenção de ambos, que não obtiveram lucro em razão
da mencionada atuação.
Diante dessa situação hipotética, considerando o disposto na Lei
de Improbidade Administrativa, é correto afirmar que Jadilson e
Efigênia
✂️ A) devem responder por ato de improbidade que ocasiona lesão
ao erário.
✂️ B) devem responder por ato de improbidade que importa em
enriquecimento ilícito.
✂️ C) não podem responder por improbidade, pois a conduta de
nenhum dos dois importa em enriquecimento sem causa ou
lesão ao erário;
✂️ D) devem responder por ato de improbidade que atenta contra
os princípios da Administração Pública;
✂️ E) não podem responder por improbidade administrativa, pois
ele não é considerado agente público para fins da mencionada
Lei, considerando que não é servidor concursado, nem agente
político.
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