Há oito dias, uma paciente M.S.V. com idade de 83 anos apresentou infarto ...

Há oito dias, uma paciente M.S.V. com idade de 83 anos apresentou infarto agudo do miocárdio (IAM) com elevação do ST-T em V2 a V4. Contudo, não foi administrada terapêutica trombolítica porque ...


Há oito dias, uma paciente M.S.V. com idade de 83 anos apresentou infarto agudo do miocárdio (IAM) com elevação do ST-T em V2 a V4. Contudo, não foi administrada terapêutica trombolítica porque há quatro meses antes da admissão a paciente apresentara quadro de acidente vascular encefálico. A paciente recusou cateterismo cardíaco. A mesma foi tratada com aspirina, heparina, clopidogrel, sinvastatina, metoprolol e lisinopril. M.S.V. respondeu bem ao tratamento e sua dor torácica cessou. O ECG, mais recente, apresenta ondas Q nas derivações anteriores. Ela está livre de dor desde o primeiro dia de hospitalização e hemodinamicamente estável, sem qualquer arritmia. O ecocardiograma realizado no quarto dia de hospitalização demonstrou hipocinesia anterior e uma fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) de 35%. O filho de seu médico chegou, após longo período de formação médica fora da cidade, e recomendou cateterismo cardíaco com possibilidade de intervenção coronária percutânea (ICP). O cateterismo cardíaco e a ICP reduzirá a morbidade e mortalidade?

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