Leia o texto que segue abaixo:
A diáspora africana é o nome dado a um fenômeno
caracterizado pela imigração forçada de africanos, durante
o tráfico transatlântico de escravizados. Junto com seres
humanos, nestes fluxos forçados, embarcavam
nos tumbeiros (navios negreiros) modos de vida, culturas,
práticas religiosas, línguas e formas de organização política
que acabaram por influenciar na construção das
sociedades às quais os africanos escravizados tiveram
como destino. Estima-se que durante todo período do
tráfico negreiro, aproximadamente 11 milhões de
africanos foram transportados para as Américas, dos quais,
em torno de 5 milhões tiveram como destino o Brasil.
Fonte:https://www.gov.br/palmares/pt-br/assuntos/noticias/diasporaafricana-voce-sabe-o-que-e (Último acesso dia 21/10/2024 às 19 horas).
Considerando as informações apresentadas no fragmento
acima e o contexto que marcou a expansão da escravidão
e do tráfico de escravizados, é correto afirmar que:
(…) O imperialismo é um capitalismo na fase de
desenvolvimento, quando tomou corpo a dominação dos
monopólios e do capital financeiro, quando ganhou
significativa importância a exportação de capitais, quando
se iniciou a partilha do mundo pelos trustes internacionais
e terminou a repartição de toda a terra entre os países
capitalistas mais importantes.
Fonte: HOBSON, J.A. apud BRUIT, Hector. O imperialismo. São Paulo:
Atual, 1994, p. 6.
No contexto dos anos finais do século XIX, a expansão
imperialista ocorreu em virtude da (o):
É particularmente no Oeste da província de São Paulo –
o Oeste de 1840, não o de 1940 – que os cafezais adquirem
seu caráter próprio, emancipando-se das formas de exploração agrária estereotipadas desde os tempos coloniais no modelo clássico da lavoura canavieira e do “engenho” de açúcar.
A silhueta antiga do senhor de engenho perde aqui alguns
dos seus traços característicos, desprendendo-se mais da
terra e da tradição – da rotina rural. A terra de lavoura deixa
então de ser o seu pequeno mundo para se tornar unicamente seu meio de vida, sua fonte de renda […].
(Sérgio Buarque de Holanda. Raízes do Brasil, 1987.)
O “caráter próprio” das fazendas de café do Oeste paulista de
1840 pode ser explicado, em parte, pelo