Os filhos de Anaeram bons, uma coisa verdadeira esumarenta. Cresciam, tomavam banho, exigiam parasi, malcriados, instantes cada vez mais completos. A cozinha era enfim espaçosa, o fogãoenguiçado dava estouros. O calor era forte no apartamento que estavamaos poucos pagando. Mas o vento batendo nas cortinasque ela mesma cortara lembrava-lhe que se quisessepodia parar e enxugar a testa, olhando o calmo horizonte.Como um lavrador. Ela plantara as sementes que tinhana mão, não outras, mas essas apenas. LISPECTOR, C. Laços de família. Rio de Janeiro: Rocco, 1998

A autora emprega por duas vezes o conectivo mas no fragmento apresentado. Observando aspectos da organização, estruturação e funcionalidade dos elementos que articulam o texto, o conectivo mas