David Castilho
EQUIPE
23/10/2025 • 01:30
Gabarito: e) Nicolau Maquiavel, em O Príncipe, discute a relação entre virtude (virtù) e fortuna de maneira que retoma a tradição antiga, especialmente a visão clássica, na qual a fortuna é personificada como uma deusa ou uma mulher que pode ser conquistada ou controlada pelo homem virtuoso.
Para Maquiavel, a virtù não é uma virtude moral no sentido cristão, mas sim um conjunto de qualidades práticas, como coragem, astúcia e capacidade de adaptação, que permitem ao príncipe enfrentar e dominar a fortuna, que representa as circunstâncias imprevisíveis da vida.
Assim, a fortuna não é vista como um destino imutável, mas como algo que pode ser parcialmente controlado ou aproveitado por quem possui virtù. Essa visão está em contraste com a ideia cristã tradicional de virtude como bondade angelical ou submissão ao destino divino.
Portanto, a alternativa e) é correta porque expressa essa retomada da tradição antiga, em que a fortuna é uma força que deve ser conquistada pelo homem virtuoso, e não simplesmente aceita passivamente ou temida como um destino inevitável.
Para Maquiavel, a virtù não é uma virtude moral no sentido cristão, mas sim um conjunto de qualidades práticas, como coragem, astúcia e capacidade de adaptação, que permitem ao príncipe enfrentar e dominar a fortuna, que representa as circunstâncias imprevisíveis da vida.
Assim, a fortuna não é vista como um destino imutável, mas como algo que pode ser parcialmente controlado ou aproveitado por quem possui virtù. Essa visão está em contraste com a ideia cristã tradicional de virtude como bondade angelical ou submissão ao destino divino.
Portanto, a alternativa e) é correta porque expressa essa retomada da tradição antiga, em que a fortuna é uma força que deve ser conquistada pelo homem virtuoso, e não simplesmente aceita passivamente ou temida como um destino inevitável.