A maioria dos lactentes pré-termo deve receber as
mesmas vacinas que o lactente a termo e em épocas
semelhantes com base em sua idade cronológica.
Entretanto, deve-se dedicar atenção especial ao lactente
pré-termo no que concerne às certas vacinas e a certas
doenças infecciosas. Nesse sentido, assinalar a alternativa
INCORRETA.
✂️ a) Para os lactentes com mais de 6 meses de idade
cronológica, deve-se administrar duas doses da vacina
contra influenza de vírus fracionado a intervalo de 1 mês,
nos 2 meses que precedem o inverno, seguidas de uma
dose anual. ✂️ b) Uma grande porcentagem de lactentes pré-termo
demonstra proteção inadequada quando recebe uma
dose reduzida da vacina difteria/tétano/coqueluche nos
intervalos de rotina. Ocorrem menos efeitos colaterais
nos lactentes pré-termo que recebem a dose plena de
vacina do que nos lactentes a termo, e o uso da vacina
contra coqueluche acelular deve afastar qualquer
preocupação nesse aspecto. ✂️ c) Para recém-nascidos com peso abaixo de 3.000g, cujas
mães são HBsAg-negativas, aconselha-se adiar a
administração inicial da vacina anti-hepatite B até o
momento da alta hospitalar inicial, contanto que o
recém-nascido tenha atingido dois meses de idade ou
chegado a 3.000g. ✂️ d) É recomenda a administração da dose total da vacina
antipólio inativada de potência aumentada, e das vacinas
contra Haemophilus influenzae tipo b, pneumocócica,
antivaricela, rotavírus e contra o sarampo-caxumbarubéola na idade cronológica apropriada.