No contexto do tratamento cirúrgico das anomalias craniofaciais, como fissuras labiopalatinas e outras deformidades congênitas, a seleção da técnica e o timing cirúrgico são críticos para alcançar resultados ótimos. Considerando os avanços recentes e as práticas baseadas em evidências, qual das seguintes abordagens é mais indicada para o tratamento de uma criança com fissura labiopalatina não sindrômica?