O parâmetro correto na ideia de “adoção”, quando sinalizada
em Libras, é:
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Um sinal pode ter vários tipos de movimentos. Em LIBRAS,
são utilizados os movimentos:
A respeito dos processos morfológicos, tanto na língua de sinais americana (LSA) assim como na Língua Brasileira de Sinais (Libras), existem três tipos de verbos: os verbos plenos, os verbos com concordância e os verbos espaciais. Dentre esses grupos, definem-se os “verbos espaciais” como uma categoria de:
A lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, também conhecida
como a lei de LIBRAS, estabelece em seu artigo 4º, parágrafo
único, que a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS – não pode
substituir a forma escrita da língua portuguesa. No entanto,
alguns pesquisadores da área têm promovido iniciativas para
registrar, por escrito, os sinais utilizados no espaço. Esse esforço
de escrita da língua de sinais é conhecido como:
Ao longo da história, as línguas passam por mudanças e,
normalmente, enriquecem seu conjunto de palavras, à medida
que respondem à necessidade de nomear novos conceitos
provenientes do avanço das ciências, resultantes das mudanças
sociais e da influência de outras línguas. Essas adaptações
lexicais ao longo do tempo buscam atender à evolução de
qualquer sistema linguístico. A perspectiva que aborda essa
forma de variação é a:
Na morfologia, uma das principais funções é a
mudança de classe de uma palavra. Um tipo de
processo comum na língua brasileira de sinais é a
derivação de nomes de verbos ou vice-versa. Nestes
casos de derivação, o que diferencia o sinal dos
nomes para o dos verbos é:
Uma das mais expressivas lutas da comunidade surda no
que diz respeito ao seu reconhecimento linguístico e cultural tem
como proposta principal acabar com:
A morfologia nas línguas de sinais inclui recursos
gramaticais para examinar várias facetas linguísticas. A ideia
de aspecto verbal, por exemplo, aborda dados simultâneos, o
que contrasta com a tendência predominante de linearidade nas
línguas orais. Para isso, é fundamental empregar distinções nas
características dinâmicas. Tais distinções estão no:
A respeito da estrutura linguística da LIBRAS, o termo
utilizado para descrever o conceito que estabelece que, quando
as mãos não têm a mesma configuração e, enquanto a mão ativa
executa o movimento, a mão passiva desempenha a função de
apoio, tem-se a condição de:
Existem algumas restrições fonológicas que
determinam a boa formação de sinais realizados com
as duas mãos. Em uma delas a configuração de mãos
é a mesma para as duas mãos e, na outra as
configurações são diferentes, além de possuírem
peculiaridades com relação ao movimento. Essas
restrições são denominadas, respectivamente, de
condição de:
Nos estudos morfológicos da Libras, são estudados os
processos de criação dos sinais. Assim como nas línguas orais, a
Libras possui sinais elaborados por composição.
O sinal em Libras criado por composição é:
O sinal em Libras criado por composição é:
A ordem básica das frases em Libras é SVO
(Sujeito – Verbo – Objeto) , no entanto, observa-se
outras formações, como OSV, SOV e VOS, porém
que são derivadas do SVO. Também existe a ordem
(S) V (O), em que o verbo é realizado sozinho, porém
a omissão do sujeito e do objeto só é possível em
construções com verbos:
Na fonética e fonologia da Libras, estudamos os pares
mínimos, que são sinais que se diferenciam apenas por um
parâmetro.
Os sinais que correspondem aos pares mínimos de ponto de articulação são:
Os sinais que correspondem aos pares mínimos de ponto de articulação são: