Imagem 006.jpg
Imagem 007.jpg
Imagem 008.jpg

The communicative intention of the article is to

Para Sérgio Buarque, "as massas urbanas" (l. 61) representam o(a):

Imagem 003.jpg

The main purpose of Text 1 is to

A INTERNET NÃO É RINGUE

Você já discutiu relação por e-mail? Não discuta.
O correio eletrônico é uma arma de destruição de massa
(cerebral) em caso de conflito. Quer discutir? Quer
quebrar o pau, dizer tudo o que sente, mandar ver, detonar a
5 outra parte? Faça isso a sós, em ambiente fechado. [...]
Brigar por e-mail é muito perigoso. Existe pelo
menos um par de boas razões para isso. A primeira é que
você não está na frente da pessoa. Ela não é "humana" a
distância, ela é a soma de todos os defeitos. A segunda
10 razão é que você mesmo também perde a dimensão de
sua própria humanidade. Pelo e-mail as emoções ficam
no freezer ea cabeça, no microondas. Ao vivo, um olhar
ou um sorriso fazem toda a diferença. No e-mail todo
mundo localiza "risos", mas ninguém descreve "choro".
15 Eu sei disso, porque cometi esse erro. Várias
vezes. Nunca mais cometerei, espero. [...] Um tiroteio
de mensagens escritas tende à catástrofe. Quando você
fala na cara, as palavras ficam no ar e na memória e uma
hora acabam sumindo de ambos. "Eu não me lembro de ter
20 dito isso" é um bom argumento para esfriar as tensões.
Palavras escritas ficam. Podem ser relidas muitas vezes.
Ao vivo, você agüenta berros [...]. Responde no
mesmo tom rasteiro. E segue em frente. Por e-mail, cada
frase ofensivatende a ser encarada como um desafio para
25 que a outra parte escolha a arma mais poderosa destinada
ao ponto mais fraco do "adversário". Essa resposta letal
gera uma contra-resposta capaz de abalar os alicerces
do edifício, o que exigirá uma contra-contra-resposta
surpreendente e devastadora. Assim funciona o ser
30 humano, seja com mensagens, seja com bombas nucleares.
Ao vivo, um pode sentir a fraqueza do outro e eventualmente
ter o nobre gesto de poupar aquelas trilhas
de sofrimento e rancor. Ao vivo, o coração comanda. Por
e-mail é o cérebro que dá as cartas. [...]
35 E tem o fator fermentação. Você recebe um e-mail
hostil. Passa horas intermináveis imaginando qual seráa
terrível, destrutiva resposta que vai dar. Seu cérebro ferve
com os verbos contundentes e adjetivos cruéis que serão
usados no reply. Aí você escreve, e reescreve, e reescreve
40 de novo, e a cada nova versão seu texto está mais
colérico, e horas se passam de refinamento bélico do
texto até que você decida apertar o botão do Juízo Final,
no caso o Enviar. Começam então as dolorosas horas de
espera pela resposta à sua artilharia pesada. É uma
45 angústia saber que você agora é o alvo, imaginar que
armas serão usadas. E dependendo do estado de deterioração
das relações, você poderá enlouquecer a ponto
de imaginar a resposta que vai dar à mensagem que
ainda nem chegou.
50 Épor isso que eu aconselho, especialmente aos
mais jovens: se for para mandar mensagens de amizade,
se é para elogiar, se é para declarar amor, use e abuse
dos meios digitais. E-mail, messenger, chat, scraps, o
que aparecer. Mas se for para brigar, brigue pessoalmente.
55 A não ser, claro, que você queira que o rompimento seja
definitivo. Aí é só abrir uma nova mensagem e deixar o
veneno seguir o cursor.

MARQUE?I, Dagomir, Revista Info Exame, jan. 2006. (adaptado)

Indique a opção que apresenta a paráfrase que mantém o sentido do período "Ao vivo, um pode sentir a fraqueza do outro e eventualmente ter o nobre gesto de poupar aquelas trilhas de sofrimento..." (l. 31-33)

Memória
Potencial para o futuro


Treinar a memória equivale a treinar os músculos
do corpo ? é preciso usá-la ou ela atrofia. Há duas boas
maneiras para fazer isso: a primeira é a leitura, porque,
no instante em que se lê algo, ativam-se as memórias
visual, auditiva, verbal e lingüística. "A qualidade do que
se lê importa mais que a quantidade, porque gostar do
assunto gera interesse", diz o médico e pesquisador
Iván Izquierdo, diretor do Centro de Memória da Pontifícia
Universidade Católica do Rio Grande do Sul. A memória
sofre influência do humor e da atenção, despertada
quando existe interesse em determinado assunto ou
trabalho ? o desinteresse, ao contrário, é uma espécie
de "sedativo", que faz a pessoa memorizar mal. A outra
forma de deixar a memória viva é o convívio com
familiares e amigos, com quem se podem trocar idéias
e experiências. "Palavras cruzadas são inferiores à
leitura, mas também ajudam. Da mesma forma queouvir
uma música e tentar lembrar a letra ou visitar uma cidade
para onde já se viajou e relembrar os pontos mais
importantes", afirma Izquierdo.
É preciso corrigir o estilo de vida para manter a
memória funcionando bem. "Uma pessoa de 40 anos
só sofre de esquecimento se viver estressada e tiver
um suprimento de informações acima do que é capaz
de processar. Não dá para esperar o mesmo nível de
retenção de informação quando se lê um e-mail enquanto
se conversa ao telefone e é interrompido pela secretária.
É preciso dar tempo para o cérebro", explica o psiquiatra
Orestes Forlenza, da USP.
Segundo Barry Gordon, professor da Johns Hopkins
Medical Institution, a memória "comum" focaliza coisas
específicas, requer grande quantidade de energia mental
e tem capacidade limitada, deteriorando-se com a idade.
Já a "inteligente" é um processo que conecta pedaços
de memória e conhecimentos a fim de gerar novas
idéias. É a que ajuda a tomar decisões diárias,aquela
"luz" que se acende quando se encontra a solução de
um problema. Por exemplo: a comum esquece o
aniversário da mulher; a inteligente lembra o que poderia
ser um presente especial para ela. A comum esquece
o nome de um conhecido encontrado na rua; a
inteligente lembra o nome da mulher dele e onde ele
trabalha, pistas que acabam levando ao nome da
pessoa.

CLEMENTE, Ana Tereza; VEIGA, Aida. Receitas para a inteligência.
Revista Época. 31 out.2005. p.77-78.

O texto estabelece entre memória/músculo do corpo e memória comum/memória inteligente relações que se caracterizam, respectivamente, pela:

Memória
Potencial para o futuro


Treinar a memória equivale a treinar os músculos
do corpo ? é preciso usá-la ou ela atrofia. Há duas boas
maneiras para fazer isso: a primeira é a leitura, porque,
no instante em que se lê algo, ativam-se as memórias
visual, auditiva, verbal e lingüística. "A qualidade do que
se lê importa mais que a quantidade, porque gostar do
assunto gera interesse", diz o médico e pesquisador
Iván Izquierdo, diretor do Centro de Memória da Pontifícia
Universidade Católica do Rio Grande do Sul. A memória
sofre influência do humor e da atenção, despertada
quando existe interesse em determinado assunto ou
trabalho ? o desinteresse, ao contrário, é uma espécie
de "sedativo", que faz a pessoa memorizar mal. A outra
forma de deixar a memória viva é o convívio com
familiares e amigos, com quem se podem trocar idéias
e experiências. "Palavras cruzadas são inferiores à
leitura, mas também ajudam. Da mesma forma queouvir
uma música e tentar lembrar a letra ou visitar uma cidade
para onde já se viajou e relembrar os pontos mais
importantes", afirma Izquierdo.
É preciso corrigir o estilo de vida para manter a
memória funcionando bem. "Uma pessoa de 40 anos
só sofre de esquecimento se viver estressada e tiver
um suprimento de informações acima do que é capaz
de processar. Não dá para esperar o mesmo nível de
retenção de informação quando se lê um e-mail enquanto
se conversa ao telefone e é interrompido pela secretária.
É preciso dar tempo para o cérebro", explica o psiquiatra
Orestes Forlenza, da USP.
Segundo Barry Gordon, professor da Johns Hopkins
Medical Institution, a memória "comum" focaliza coisas
específicas, requer grande quantidade de energia mental
e tem capacidade limitada, deteriorando-se com a idade.
Já a "inteligente" é um processo que conecta pedaços
de memória e conhecimentos a fim de gerar novas
idéias. É a que ajuda a tomar decisões diárias,aquela
"luz" que se acende quando se encontra a solução de
um problema. Por exemplo: a comum esquece o
aniversário da mulher; a inteligente lembra o que poderia
ser um presente especial para ela. A comum esquece
o nome de um conhecido encontrado na rua; a
inteligente lembra o nome da mulher dele e onde ele
trabalha, pistas que acabam levando ao nome da
pessoa.

CLEMENTE, Ana Tereza; VEIGA, Aida. Receitas para a inteligência.
Revista Época. 31 out.2005. p.77-78.

Assinale a opção procedente em relação às idéias que o texto apresenta.

Imagem 003.jpg
Imagem 004.jpg

Analisando-se o segundo parágrafo do texto, conclui-se que a interpretação da expressão "pelo avesso", utilizada pelo autor em "Uma forma de avaliar a herança de D. João VI é abordar a questão pelo avesso:" (l. 20-21) baseia-se na seguinte premissa:

Imagem 004.jpg

Based on Paragraph 1, it is correct to say that

Por se tratar de um relato pessoal, "Que saudade da minha professorinha" admite um uso linguístico menos preso à norma–padrão quanto à colocação dos pronomes oblíquos átonos.
O trecho do texto que comprova essa afirmação é:

Texto I
  Projetos urbanísticos, patrimônios e conflitos
                O Porto do Rio – Plano de Recuperação e Re-
        vitalização da Região Portuária do Rio de Janeiro
        foi divulgado pela Prefeitura em 2001 e concentrou
        diferentes projetos, visando a incentivar o desenvol-
5     vimento habitacional, econômico e turístico dos bair-
        ros portuários da Saúde, Gamboa e Santo Cristo. Em
        meados de 2007, quando se iniciou esse estudo so-
        bre o Plano e seus efeitos sociais, a Zona Portuária
        já passava por um rápido processo de ressignificação
10    perante a cidade: nos imaginários construídos pelas
        diferentes mídias, não era mais associada apenas à
        prostituição, ao tráfico de drogas e às habitações “fa-
        velizadas”, despontando narrativas que positivavam
        alguns de seus espaços, habitantes e “patrimônios
15    culturais”.
    
                Dentro do amplo território portuário, os plane-
        jadores urbanos que idealizaram o Plano Porto do
        Rio haviam concentrado investimentos simbólicos e
        materiais nos arredores da praça Mauá, situada na
20     convergência do bairro da Saúde com a avenida Rio
        Branco, via do Centro da cidade ocupada por estabe-
        lecimentos financeiros e comerciais.
        GUIMARÃES, R. A Utopia da Pequena África. Rio de Janeiro:
        FGV, 2014, p. 16-7. Adaptado.
Considere a seguinte passagem do Texto I: “não era mais associada apenas à prostituição” (?. 11-12) O valor contextual da palavra mais, empregada nesse trecho, está presente na seguinte reescritura:

Avalie se as afirmações abaixo são verdadeiras(V) ou falsas (F) em relação à interpretação do trecho "A fronteira da biodiversidade é azul." (l. 1)

( ) Só há biodiversidade nos mares.
( ) A fronteira é azul porque diz respeito ao mar e ao céu.
( ) A expectativa é de que haja muita vida desconhecida os oceanos.

A seqüência correta é:

O termo destacado em "...um espaço integrador dentro da monumental desigualdade;" (l. 71-72) faz contraponto com o(a):

Texto I

                      Obsolescência programada:  
            inimiga ou parceira do consumidor?
    Obsolescência programada é exercida quando
    um produto tem vida útil menor do que a tecnologia
    permitiria, motivando a compra de um novo modelo
    — eletrônicos, eletrodomésticos e automóveis são
5 exemplos evidentes dessa prática. Uma câmera com
    uma resolução melhor pode motivar a compra de um
    novo celular, ainda que o modelo anterior funcione
    perfeitamente bem. Essa estratégia da indústria pode
    ser vista como inimiga do consumidor, uma vez que
10 o incentiva a adquirir mais produtos sem realmente
    necessitar deles. No entanto, traz benefícios, como o
    acesso às novidades.
                Planejar inovação é extremamente importante
    para melhoria e aumento da capacidade técnica de
15 um produto num mercado altamente competitivo. Já
    imaginou se um carro de hoje fosse igual a um carro
    dos anos 1970? O desafio é buscar um equilíbrio
    entre a inovação e a durabilidade. Do ponto de vista
    técnico, quando as empresas planejam um produto,
20 já tem equipes trabalhando na sucessão dele, pois
    se trata de uma necessidade de sobrevivência no
    mercado.
             Sintomas de obsolescência são facilmente per-
    cebidos quando um novo produto oferece caracterís-
25 ticas que os anteriores não tinham, como o uso de
    reconhecimento facial; ou a queda de desempenho
    do produto com relação ao atual padrão de merca-
    do, como um smartphone que não roda bem os apli-
    cativos atualizados. Outro sinal é detectado quando
30 não é possível repor acessórios, como carregadores
    compatíveis, ou mesmo novos padrões, como tipo de
    bateria, conector de carregamento ou tipos de cartão
    de um celular, por exemplo.
            Isso não significa que o consumidor está refém de
35  trocas constantes de equipamento: é possível adiar a
    substituição de um produto, por meio de upgrades de
    hardware, como inclusão de mais memória, baterias
    e acessórios de expansão, pelo menos até o momen-
    to em que essa troca não compense financeiramente.
40 Quanto à legalidade, o que se deve garantir é que os
    produtos mais modernos mantenham a compatibili-
    dade com os anteriores, a fim de que o antigo usu-
    ário não seja forçado constantemente à compra de
    um produto mais novo se não quiser. É importante
45 diferenciá-la da obsolescência perceptiva, que ocor-
    re quando atualizações cosméticas, como um novo
    design, fazem o produto parecer sem condições de
    uso, quando não está.
           É preciso lembrar também que a obsolescência
50 programada se dá de forma diferente em cada tipo de
    equipamento. Um controle eletrônico de portão tem
    uma única função e pode ser usado por anos e anos
    sem alterações ou troca. Já um celular tem maior
    taxa de obsolescência e pode ter de ser substituído
55 em um ano ou dois, dependendo das necessidades
    do usuário, que pode desejar fotos de maior resolu-
    ção ou tela mais brilhante.
    Essa estratégia traz desafios, como geração do
    lixo eletrônico. Ao mesmo tempo, a obsolescência
60 deve ser combatida na restrição que possa causar ao
    usuário, como, por exemplo, uma empresa não mais
    disponibilizar determinada função que era disponível
    pelo simples upgrade do sistema operacional, forçan-
    do a compra de um aparelho novo. O saldo geral é
65 que as atualizações trazidas pela obsolescência pro-
    gramada trazem benefícios à sociedade, como itens
    de segurança mais eficientes em carros e conectabi-
    lidade imediata e de alta qualidade entre pessoas. É
    por conta disso que membros de uma mesma família
70 que moram em países diferentes podem conversar
    diariamente, com um custo relativamente baixo, por
    voz ou vídeo. Além disso, funcionários podem traba-
    lhar remotamente, com mais qualidade de vida, com
    ajuda de dispositivos móveis.
RAMALHO, N. Obsolescência programada: inimiga ou
parceira do consumidor? Disponível em:
gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/obsolescencia-programada-
-inimiga-ou-parceira-do-consumidor-5z4zm6km1pndkokxsb-
t4v6o96/>. Acesso em: 23 jul. 2019. Adaptado.
O Texto I, que aborda a obsolescência programada, busca
What are the best energy sources? "Best" depends on many factors - how the energy is being used, where it is being used, what energy sources are available, which sources are most convenient and reliable, which5 are easiest to use, what each costs, and the effects on public safety, health, and the environment. Making smart energy choices means understanding resources and their relative costs and benefits. Some energy sources have advantages for specific10 uses or locations. For example, fuels from petroleum are well suited for transportation because they pack a lot of energy in a small space and are easily transported and stored. Small hydroelectric installations are a good solution for supplying power or mechanical energy close15 to where it is used. Coal is widely used for power generation in many fast-developing countries - including China, India, and many others - because domestic supplies are readily available. Efficiency is an important factor in energy costs.20 How efficiently can the energy be produced, delivered, and used? How much energy value is lost in that process, and how much ends up being transformed into useful work? Industries that produce or use energy continually look for ways to improve efficiency, since this is a key to25 making their products morecompetitive. The ideal energy source - cheap, plentiful, and pollution-free - may prove unattainable in our lifetime, but that is the ultimate goal. The energy industry is continuing to improve its technologies and practices, to30 produce and use energy more efficiently and cleanly. Energy resources are often categorized as renewable or nonrenewable. Renewable energy resources are those that can be replenished quickly - examples are solar power,35 biomass, geothermal, hydroelectric, wind power, and fast-reaction nuclear power. They supply about seven percent of energy needs in the United States; theother 93 percent comes from nonrenewables. The two largest categories of renewable energy now in use in the U.S.40 are biomass - primarily wood wastes that are used by the forest products industry to generate electricity and heat - and hydroelectricity. Nonrenewable energy resources include coal, oil, natural gas, and uranium-235, which is used to fuel45 slow-reaction nuclear power. Projections of how long a nonrenewable energy resource will last depend on many changeable factors. These include the growth rate of consumption, and estimates of how much of the remaining resources can be economically recovered. New exploration50 and production technologies often increase theability of producers to locate and recover resources. World reserves of fossil energy are projected to last for many more decades - and, in the case of coal, for centuries.In: http://www.classroom-energy.org/teachers/energy_tour/pg5.html

A "pollution-free" energy source (line 27) means an energy source that is free of pollution. Check the option in which the phrase is also correctly explained.

Imagem 001.jpgImagem 002.jpg

Semanticamente, o pensamento de Albert Schweitzer está ratificado no

"Então, Eunice debatia comigo o sentido, a significação de cada uma." (l. 42–43).
O verbo debatia foi empregado no texto com o sentido de

What are the best energy sources? "Best" depends on many factors - how the energy is being used, where it is being used, what energy sources are available, which sources are most convenient and reliable, which5 are easiest to use, what each costs, and the effects on public safety, health, and the environment. Making smart energy choices means understanding resources and their relative costs and benefits. Some energy sources have advantages for specific10 uses or locations. For example, fuels from petroleum are well suited for transportation because they pack a lot of energy in a small space and are easily transported and stored. Small hydroelectric installations are a good solution for supplying power or mechanical energy close15 to where it is used. Coal is widely used for power generation in many fast-developing countries - including China, India, and many others - because domestic supplies are readily available. Efficiency is an important factor in energy costs.20 How efficiently can the energy be produced, delivered, and used? How much energy value is lost in that process, and how much ends up being transformed into useful work? Industries that produce or use energy continually look for ways to improve efficiency, since this is a key to25 making their products morecompetitive. The ideal energy source - cheap, plentiful, and pollution-free - may prove unattainable in our lifetime, but that is the ultimate goal. The energy industry is continuing to improve its technologies and practices, to30 produce and use energy more efficiently and cleanly. Energy resources are often categorized as renewable or nonrenewable. Renewable energy resources are those that can be replenished quickly - examples are solar power,35 biomass, geothermal, hydroelectric, wind power, and fast-reaction nuclear power. They supply about seven percent of energy needs in the United States; theother 93 percent comes from nonrenewables. The two largest categories of renewable energy now in use in the U.S.40 are biomass - primarily wood wastes that are used by the forest products industry to generate electricity and heat - and hydroelectricity. Nonrenewable energy resources include coal, oil, natural gas, and uranium-235, which is used to fuel45 slow-reaction nuclear power. Projections of how long a nonrenewable energy resource will last depend on many changeable factors. These include the growth rate of consumption, and estimates of how much of the remaining resources can be economically recovered. New exploration50 and production technologies often increase theability of producers to locate and recover resources. World reserves of fossil energy are projected to last for many more decades - and, in the case of coal, for centuries.In: http://www.classroom-energy.org/teachers/energy_tour/pg5.html

It is possible to deduce from lines 13-18 that:

Imagem 003.jpg
Imagem 004.jpg

Analise os extratos de texto a seguir, tendo em vista o conceito de novo Brasil.

I - Nenhum outro período da história brasileira testemunhou mudanças tão profundas, decisivas e aceleradas quanto os treze anos em que a corte portuguesa morou no Rio de Janeiro. (l. 1-4)
II - Num espaço de apenas uma década e meia, o Brasil deixou de ser uma colônia fechada e atrasada para se tornar um país independente. (l. 4-7)
III - Por essa razão, o balanço que a maioria dos estudiosos faz de D. João VI tende a ser positivo, apesar de todas as fraquezas pessoais do rei. (l. 7-9)
IV - Graças a D. João VI, o Brasil se manteve como um país de dimensões continentais, que hoje é o maior herdeiro da língua e da cultura portuguesas. (l. 59-61)
Integram o conceito de novo Brasil APENAS os extratos

Aquele estranho animal
Os do Alegrete dizem que o causo se deu em Itaqui,
os de Itaqui dizem que foi no Alegrete, outros juram que
só poderia ter acontecido em Uruguaiana. Eu não afirmo
nada: sou neutro.
Mas, pelo que me contaram, o primeiro automóvel
que apareceu entre aquela brava indiada, eles o mataram
a pau, pensando que fosse um bicho. A história foi assim
(...).
Ia um piazinho estrada fora no seu petiço - tropt,
tropt, tropt (este é o barulho do trote) - quando de repente
ouviu - fufufupubum ! fufufupubum chiiiipum!
E eis que aí a "coisa", até então invisível, apontou
por detrás de um capão, bufando que nem touro brigão,
saltando que nem pipoca, se traqueando que nem velha
coroca, chiando que nem chaleira derramada e largando
fumo pelas ventas como a mula-sem-cabeça.
"Minha Nossa Senhora."
O piazinho deu meia-volta e largou numa disparada
louca rumo da cidade (...).
Chegado que foi, o piazinho contou a históriacomo
pôde, mal e mal e depressa, que o tempo era pouco e não
dava para maiores explicações, pois já se ouvia o barulho
do bicho que se aproximava.
Pois bem, minha gente: quando este apareceu na
entrada da cidade, caiu aquele montão de povo em cima
dele, os homens uns com porretes, outros com garruchas
que nem tinham tido tempo para carregar de pólvora,
outros com boleadeiras, mas todos de a pé, porque
também nem houvera tempo para montar, e as mulheres
umas empunhando as suas vassouras, outras as suas
pás de mexer marmelada, e os guris, de longe, se
divertindo com seus bodoques, cujos tiros iam acertar
em cheio nas costas dos combatentes. E tudo abaixo de
gritos e pragas que nem lhes posso repetir aqui.
Até que enfim houve uma pausa para respiração.
O povo se afastou, resfolegante, e abriu-se uma
clareira, no meio da qual se viu o auto emborcado,
amassado, quebrado, escangalhado, e não digo que morto,
porque as rodas ainda giravam no ar, nos últimostranses
de uma teimosa agonia. E quando as rodas pararam, as
pobres, eis que o motorista, milagrosamente salvo, saiu
penosamente engatinhando por debaixo dos escombros
do seu ex-automóvel.
- A la pucha! - exclamou então um guasca, entre
espantado e penalizado - o animal deu cria!

QUINTANA, Mário. Poesia Completa. Rio de Janeiro,
Editora Nova Aguilar, 2005.

Em "o piazinho contou a história como pôde, mal e mal e depressa, que o tempo era pouco e não dava para maiores explicações," (l. 20-22) a parte destacada pode ser substituída, sem alteração de sentido, por:

Imagem 003.jpg

El fragmento que explicita la causa del cambio contra el cual el Texto I, se manifiesta es:

Página 4