Acerca das ideias e dos sentidos do texto CG1A1-I, julgue o próximo item.
No terceiro período do texto, o adjetivo determinado está empregado com o mesmo sentido de decidido.
filtre e encontre questões para seus estudos.
Acerca das ideias e dos sentidos do texto CG1A1-I, julgue o próximo item.
No terceiro período do texto, o adjetivo determinado está empregado com o mesmo sentido de decidido.
Texto para as questões de 18 a 20
1 Temos, no Brasil, uma sociedade com salutar
mobilidade e, embora reclame urgente modernização, uma
legislação trabalhista protetora do trabalhador. Há liberdade
4 de imprensa e de organização partidária e sindical. Não é o
caso, evidentemente, de se renunciar a qualquer desses
valores em nome do crescimento econômico. O grande
7 desafio, então, é combinar democracia, Estado provedor e
economia competitiva. Os países nórdicos conseguiram essa
combinação. Claro que a receita deles não pode ser
10 simplesmente repetida aqui. Mas também não se pode
descartar, na partida, essa alternativa como se fosse
absolutamente inviável.
A expressão "essa alternativa" (l.11) retoma a idéia de
Texto para as questões 1 e 2
1 O Tribunal de Justiça do Estado de Roraima,
juntamente com a base aérea de Boa Vista, inaugura
o espaço denominado Centro Sócio-Cultural Santos
4 Dumont, que vai funcionar na antiga sede do
Sindicato dos Servidores do Judiciário.
A casa tem objetivo de incentivar a cultura,
7 projetos, mostras de talentos, exposições de arte, bem
como oferecer cursos nas mais diversas áreas. O local
atenderá tanto servidores do Poder Judiciário,
10 militares do Exército e Aeronáutica domiciliados na
capital, como seus dependentes e membros da
comunidade.
13 Um importante projeto a ser executado é o de
inclusão digital, no qual militares e servidores do
Judiciário em situação de vulnerabilidade
16 socioeconômica terão acesso a computadores e
Internet onde poderão fazer pesquisas de cunho
educativo e receber capacitação de informática básica.
Internet: (comadaptações).
Assinale a opção correta de acordo com as idéias do texto.
Texto para as questões 1 e 2
1 O Tribunal de Justiça do Estado de Roraima,
juntamente com a base aérea de Boa Vista, inaugura
o espaço denominado Centro Sócio-Cultural Santos
4 Dumont, que vai funcionar na antiga sede do
Sindicato dos Servidores do Judiciário.
A casa tem objetivo de incentivar a cultura,
7 projetos, mostras de talentos, exposições de arte, bem
como oferecer cursos nas mais diversas áreas. O local
atenderá tanto servidores do Poder Judiciário,
10 militares do Exército e Aeronáutica domiciliados na
capital, como seus dependentes e membros da
comunidade.
13 Um importante projeto a ser executado é o de
inclusão digital, no qual militares e servidores do
Judiciário em situação de vulnerabilidade
16 socioeconômica terão acesso a computadores e
Internet onde poderão fazer pesquisas de cunho
educativo e receber capacitação de informática básica.
Internet: (comadaptações).
O texto apresentará erro gramatical, caso se substitua
Com relação ao texto acima, julgue os itens de 15 a 24.
O texto comenta a situação do país, refutando, em sua análise, pressupostos - em sua maioria, inscritos, no texto, por meio de pares opositivos - acerca do caráter do povo brasileiro.
Considerando os sentidos e os aspectos linguísticos do texto 1A18-I, julgue o item que se segue.
A coerência e os sentidos do texto seriam mantidos caso fosse suprimido o artigo “os”, no trecho “desenvolveram-se os vários campos de saber”, no último período do primeiro parágrafo.
Somente a assunção responsável e muito firme de
princípios éticos poderá impedir o homem de utilizar todo o seu
poder e instrumental tecnológico na destruição de um ecossistema
como o amazônico, na busca de matérias-primas e energia para
o seu próprio instrumental e para o aumento do conforto efêmero
de uma minoria insensível, despreocupada e insignificante em
termos populacionais.
Idem, ibidem, p. 106.
De acordo com as idéias do texto acima, julgue os itens seguintes.
O poder humano ainda é pequeno e o instrumental tecnológico disponível é insuficiente para ameaçar a vida de um ecossistema.
1 Pedi ao antropólogo Eduardo Viveiros de Castro que
falasse sobre a ideia que o projetou. A síntese da metafísica dos
povos “exóticos” surgiu em 1996 e ganhou o nome de
4 “perspectivismo ameríndio”.
Fazia já alguns anos, então, que o antropólogo se
ocupava de um traço específico do pensamento indígena nas
7 Américas. Em contraste com a ênfase dada pelas sociedades
industriais à produção de objetos, vigora entre esses povos a
lógica da predação. O pensamento ameríndio dá muita
10 importância às relações entre caça e caçador — que têm, para
eles, um valor comparável ao que conferimos ao trabalho e à
fabricação de bens de consumo. Diferentes espécies animais
13 são pensadas com base na posição que ocupam nessa relação.
Gente, por exemplo, é, ao mesmo tempo, presa de onça e
predadora de porcos.
16 Pesquisas realizadas por duas alunas de Viveiros de
Castro, na mesma época, com diferentes grupos indígenas da
Amazônia, chamavam a atenção para outra característica
19 curiosa de seu pensamento: de acordo com os interlocutores de
ambas, os animais podiam assumir a perspectiva humana. Um
levantamento realizado então indicava a existência de ideias
22 semelhantes em outros grupos espalhados pelas Américas, do
Alasca à Patagônia. Segundo diferentes etnias, os porcos, por
exemplo, se viam uns aos outros como gente. E enxergavam os
25 humanos, seus predadores, como onça. As onças, por sua vez,
viam a si mesmas e às outras onças como gente. Para elas,
contudo, os índios eram tapires ou pecaris — eram presa.
28 Ser gente parecia uma questão de ponto de vista.
Gente é quem ocupa a posição de sujeito. No mundo
amazônico, escreveu o antropólogo, “há mais pessoas no céu
31 e na terra do que sonham nossas antropologias”.
Ao se verem como gente, os animais adotam também
todas as características culturais humanas. Da perspectiva de
34 um urubu, os vermes da carne podre que ele come são peixes
grelhados, comida de gente. O sangue que a onça bebe é, para
ela, cauim, porque é cauim o que se bebe com tanto gosto.
37 Urubus entre urubus também têm relações sociais humanas,
com ritos, festas e regras de casamento.
Tudo se passa, conforme Viveiros de Castro, como se
40 os índios pensassem o mundo de maneira inversa à nossa, se
consideradas as noções de “natureza” e de “cultura”. Para nós,
o que é dado, o universal, é a natureza, igual para todos os
43 povos do planeta. O que é construído é a cultura, que varia de
uma sociedade para outra. Para os povos ameríndios, ao
contrário, o dado universal é a cultura, uma única cultura, que
46 é sempre a mesma para todo sujeito. Ser gente, para seres
humanos, animais e espíritos, é viver segundo as regras de
casamento do grupo, comer peixe, beber cauim, temer onça,
49 caçar porco. Mas se a cultura é igual para todos, algo precisa
mudar. E o que muda, o que é construído, dependendo do
52 observador, é a natureza. Para o urubu, os vermes no corpo em
decomposição são peixe assado. Para nós, são vermes. Não há
uma terceira posição, superior e fundadora das outras duas. Ao
55 passarmos de um observador a outro, para que a cultura
permaneça a mesma, toda a natureza em volta precisa mudar.
Rafael Cariello. O antropólogo contra o Estado. In: Revista piauí, n.º 88, jan./2014 (com adaptações).
Em relação ao texto acima, julgue o item abaixo.
Narrado em primeira pessoa e tratando de tema científico, o texto classifica-se como artigo científico, ainda que tenha sido publicado em periódico não especializado.
1 Para a direita a noção de cidadania procura
expurgar a noção de igualdade inerente a este termo.
A cidadania é vista como uma outorgação do Estado ou, no
4 limite, o reconhecimento da igualdade jurídica, que
discrimina e escamoteia o fato de que os direitos, para serem
gozados, necessitam de uma certa homogeneidade social e
7 econômica. Assim, ao absolutizar o nivelamento jurídico dos
indivíduos, este raciocínio opera um escamoteamento das
desigualdades econômicas, sociais, políticas e culturais que
10 permeiam uma sociedade onde as classes sociais, os gêneros,
as etnias e os grupos têm acesso diferenciado e desigual aos
bens materiais e simbólicos.
João B. A. da Costa. Democracia,
cidadania e atores políticos de esquerda.
Internet: . Acesso em 16/7/2004 (com adaptações).
Acerca do texto acima, julgue os itens que se seguem.
A substituição do verbo "expurgar" (L.2) por apagar preserva a correção gramatical e as relações semânticas do texto.
Considerando que os fragmentos incluídos nos itens que se
seguem, na ordem em que são apresentados, constituem partes
sucessivas de um texto adaptado de O Globo (18/12/2008),
julgue-os quanto à correção gramatical.
O cartel alertou ainda que a contínua deterioração dos preços terá impacto negativo nos investimentos para garantir a oferta necessária de petróleo no médio e longo prazos. O governo norte-americano criticou a decisão da OPEP.

Com referência ao texto acima, julgue os itens a seguir.
Nas linhas 3 e 4, em as das e as dos, subentende-se a elipse da palavra culturas.
A população carcerária do Brasil dobrou entre os anos de 1995 e 2003. No meio da década de 90, havia 148.760 detentos. Hoje existem 308.304 condenados cumprindo pena. O deficit de vagas no sistema penitenciário teve um aumento de 60,7% - de 80.163 vagas para 128.815. O Brasil tem a segunda maior população carcerária da América, com 187,7 presos para cada 100.000 habitantes - os Estados Unidos da América (EUA) têm 740 para cada 100.000 habitantes. Folha de S. Paulo, 10/7/2004, p. C1 (com adaptações). Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o quadro de violência atualmente existente no país e as características do sistema penitenciário brasileiro, julgue os itens subseqüentes.
Um dos problemas mais graves dos presídios brasileiros é a superpopulação carcerária, que enseja problemas que afetam a segurança pública.
A Polícia Federal desferiu um dos maiores golpes na
história do tráfico de drogas sintéticas no Rio, cuja característica
é muito distinta do praticado nos morros da cidade. Os policiais
cumpriram mandados de prisão por todo o país - só no Rio
foram utilizados 22 agentes e presas 42 pessoas, a maioria jovens
de classe média alta moradores da Zona Sul. Eles utilizavam um
esquema de mulas (pessoas usadas para transportar a droga), que
levavam cocaína para o exterior e traziam ecstasy, LSD e haxixe.
As operações se estenderam por Brasília, Paraná, Santa Catarina,
Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas, Bahia e Pernambuco.
Jornal do Brasil, 12/2/2009, p. A2 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a
importância e as ramificações do tema nele abordado, julgue os
itens seguintes.
Na periferia dos centros urbanos brasileiros, crianças e adolescentes que vivem em situação de risco social costumam ser atraídos como mão de obra de grupos e facções dedicados ao crime.
Texto I - itens de 1 a 20
Apostando na leitura
1 Se a chamada leitura do mundo se aprende por aí, na tal escola da vida, a leitura de livros carece de aprendizado mais
regular, que geralmente acontece na escola. Mas leitura, quer do mundo, quer de livros, só se aprende e se vivencia, de forma
plena, coletivamente, em troca contínua de experiências com os outros. É nesse intercâmbio de leituras que se refinam, se
4 reajustam e se redimensionam hipóteses de significado, ampliando constantemente a nossa compreensão dos outros, do mundo
e de nós mesmos. Da proibição de certos livros (cuja posse poderia ser punida com a fogueira) ao prestígio da Bíblia, sobre a qual
juram as testemunhas em júris de filmes norte-americanos, o livro, símbolo da leitura, ocupa lugar importante em nossa sociedade.
7 Foi o texto escrito, mais que o desenho, a oralidade ou o gesto, que o mundo ocidental elegeu como linguagem que cimenta a
cidadania, a sensibilidade, o imaginário. É ao texto escrito que seconfiam as produções de ponta da ciência e da filosofia; é ele
que regula os direitos de um cidadão para com os outros, de todos para com o Estado e vice-versa. Pois a cidadania plena, em
10 sociedades como a nossa, só é possível - se e quando ela é possível - para leitores. Por isso, a escola é direito de todos e dever
do Estado: uma escola competente, como precisam ser os leitores que ela precisa formar. Daí, talvez, o susto com que se observa
qualquer declínio na prática de leitura, principalmente dos jovens, observação imediatamente transformada em diagnóstico de
13 uma crise da leitura, geralmente encarada como anúncio do apocalipse, da derrocada da cultura e da civilização. Que os jovens
não gostem de ler, que lêem mal ou lêem pouco é um refrão antigo, que de salas de professores e congressos de educação ressoa
pelo país afora. Em tempo de vestibular, o susto é transportado para a imprensa e, ao começo de cada ano letivo, a terapêutica
16 parece chegar à escola, na oferta decoleções de livros infantis, juvenis e paradidáticos, que apregoam vender, com a história que
contam, o gosto pela leitura. Talvez, assim, pacifique corações saber que desde sempre - isto é, desde que se inventaram livros
e alunos - se reclama da leitura dos jovens, do declínio do bom gosto, da bancarrota das belas letras! Basta dizer que Quintiliano,
19 mestre-escola romano, acrescentou a seu livro uma pequena antologia de textos literários, para garantir um mínimo de leitura aos
estudantes de retórica. No século I da era cristã! Estamos, portanto, em boa companhia. E temos, de troco, uma boa sugestão: se
cada leitor preocupado com a leitura do próximo, sobretudo leitores-professores, montar sua própria biblioteca e sua antologia
22 e contagiar por elas outros leitores, sobretudo leitores-alunos, por certo a prática de leitura na comunidade representada por tal
círculo de pessoas terá um sentido mais vivo. E a vida será melhor, iluminada pela leitura solidária de histórias, de contos,de
poemas, de romances, de crônicas e do que mais falar a nossos corações de leitores que, em tarefa de amor e paciência, apostam
25 no aprendizado social da leitura.
Marisa Lajolo. Folha de S. Paulo, 19/9/1993 (com adaptações).
De acordo com as idéias do texto I, julgue os itens seguintes.
Desde os tempos narrados na Bíblia, o livro ocupa lugar de
destaque na sociedade ocidental.
1 Relação é uma coisa que não pode existir, que não
pode ser, sem que haja uma outra coisa para completá-la.
Mas essa "outra coisa" fica sendo essencial dela. Passa a
4 pertencer à sua definição específica.
Muitas vezes ficamos com a impressão,
principalmente devido aos exemplos que são dados, de que
7 relação seja algo que "une", que "liga" duas coisas. Nem
sempre é assim. O conflito, por exemplo, é uma relação,
como a rejeição, a exclusão. Relação existe sempre que uma
10 coisa não pode, sozinha, dar conta de sua existência, de seu
ser. O conflito, a exclusão são relações, pois ninguém pode
brigar sozinho, e se há exclusão, há alguém que exclui e
13 alguém que é excluído. A percepção da exclusão é, pois, uma
relação dialética, percepção de que algumas coisas
"necessitam" de outras para serem elas mesmas.
Pedrinho Guareschi. Relações comunitárias. Relações de dominação. In: Psicologia social comunitária. Petrópolis: Vozes, 2002, p. 83 (comadaptações).
Acerca das idéias e das estruturas lingüísticas do texto acima, julgue os seguintes itens.
Em "a rejeição, a exclusão" (R.9), a substituição da vírgula pela conjunção e preserva a coerência e a correção gramatical do texto.

Julgue os itens de 1 a 8, no que se refere às ideias e aos aspectos linguísticos do texto acima.
Conclui-se do texto que a velocidade do desenvolvimento da ciência e tecnologia impõe a formulação de políticas voltadas ao intercâmbio científico, caso do Ciência sem Fronteiras, cujo objetivo é promover a consolidação, a expansão e a internacionalização da ciência e tecnologia no Brasil.
O dia 20 de janeiro de 2009 foi o dia O. A posse de
Barack Obama foi fato celebrado em todo o mundo. Há quase um
trator ideológico a apresentá-lo como um gestor de um novo dia
D, assemelhado simbolicamente ao ano de 1944, quando Dwight
David Eisenhower e Franklin Delano Roosevelt credenciaram-se
às páginas da história ao não terem titubeado, em dia de decisão
fundamental, apesar do frio e das névoas do Canal da Mancha.
José Flávio Sombra Saraiva. O mundo diante do dia O. In:
Correio Braziliense, 25/1/2009, p. 17 (com adaptações).
Considerando o texto acima apenas como referência inicial, julgue
os itens de 21 a 25, acerca da chegada de Barack Obama à
presidência dos Estados Unidos da América (EUA) e dos seus
impactos no mundo.
O fim imediato da presença norte-americana no Iraque, com a já realizada retirada das tropas ianques desse país do Oriente Médio, é o fato de maior impacto advindo de Obama.
Julgue (C ou E) os itens abaixo, com base no padrão gramatical
e estilístico da modalidade escrita da língua portuguesa culta.
Antes de mais nada, é preciso aproveitarmos a oportunidade para ressaltarmos as qualidades textuais do relatório, que inclusive contêm a indicação de planos futuros de aproveitamento comercial dos produtos.
Suas atualizações recentes
Nenhuma notificação.