Considere as seguintes informações clínicas:
paciente adulto, encaminhado para fisioterapia para
tratamento de sequelas de lesão nervosa, decorrente
de uma lesão por arma branca após assalto. O
paciente
apresentou
sinais
sensório-motores
característicos de lesão do nervo radial. Esse
paciente apresentava quadro clínico de plegia de:
A imersão na água provoca efeitos fisiológicos
significativos em todos os sistemas do corpo,
tornando essa abordagem eficaz no tratamento de
pacientes neurológicos. Devido às suas propriedades
hidrostáticas, hidrodinâmicas e termodinâmicas,
combinadas com os métodos de tratamento, a
fisioterapia aquática facilita a estimulação sensorial,
motora e funcional. Avalie as seguintes afirmativas
sobre os princípios físicos, os efeitos fisiológicos,
métodos e técnicas no meio aquático:
I.
A resposta de bradicardia após a imersão ocorre em
razão da pressão hidrostática da água, que aumenta
o débito cardíaco e, consequentemente, provoca o
aumento do volume cardíaco, diminuindo a
frequência cardíaca.
II. A viscosidade é uma propriedade importante que
afeta o movimento da água, sendo definida como
uma força por unidade de área, onde a pressão da
água é exercida igualmente sobre toda a superfície
de um corpo imerso.
III. Em pacientes hemiplégicos, é comum que o centro
de gravidade e centro de flutuação do corpo estejam
desalinhados lateralmente, provocando uma rotação
não intencional do corpo em flutuação na superfície
da água.
IV. Em pacientes neurológicos que nunca tiveram
contato, ou familiaridade, com o meio líquido e tem
indicação de hidroterapia, o terapeuta pode se utilizar
do Programa de 10 pontos do Método Bad Ragaz
para adaptação ao ambiente aquático.
Seja nas posições de decúbito dorsal, decúbito lateral ou sentado com o tronco inclinado anteriormente, ao erguermos o membro inferior com o joelho estendido, acrescentando dorsiflexão ou plantiflexão do tornozelo, com inversão plantar, adução e rotação medial do quadril, associados à flexão passiva do pescoço, estaremos aplicando a técnica de Mobilização Neural para avaliarmos o nervo
A.G., 7 anos, encaminhada ao serviço de fisioterapia para avaliação, apresenta diagnóstico de Paralisia Cerebral (PC). Ela nasceu prematura, aos 5 meses e 3 semanas de idade gestacional, com peso de 1.300g. A paciente é capaz de passar de sentada para em pé com apoio à frente e de permanecer sentada sem apoio por 10 segundos. Ela utiliza cadeira de rodas para locomoção ou marcha com andador, com supervisão ou com o apoio das mãos em uma pessoa. Além disso, usa o engatinhar para sua locomoção no domicílio. No exame físico: na goniometria, limitação para extensão e abdução de quadril e, também, para dorsiflexão dos tornozelos. Verificou-se, ainda, tônus aumentado nos flexores e adutores de quadril, nos flexores de joelho e nos flexores plantares. Em pé, com apoio à frente, observou-se tendência à flexão dos joelhos, principalmente à esquerda, com adução de quadril. Na marcha, com apoio e rotação medial e adução dos MMII. Constatou-se, ainda, leve aumento de tônus em MMSS, principalmente à esquerda, sobretudo nos flexores de cotovelo e punho. O membro superior esquerdo apresentou aumento de tônus durante as atividades gráficas, e o membro superior direito, com rotação medial de ombro. Porém, verificou-se a capacidade de realizar o alcance manual, embora com diminuição de força muscular.
Qual é a classificação da PC em relação ao nível do
GMFCS?
A fisioterapia desempenha um papel fundamental no
tratamento de distúrbios neurológicos motores periféricos,
ajudando os pacientes a recuperarem a função motora e a
qualidade de vida, o objetivo principal da fisioterapia nos
distúrbios neurológicos motores periféricos é:
A técnica de rotação rítmica (RoR) usada com paciente em
decúbito dorsal (DD), ambos os membros inferiores posicionados
sobre uma bola com o quadril e os joelhos flexionados em 90º Fisioterapeuta realizando balanço suave de um lado para o outro,
tem como principal objetivo
A.G., 7 anos, encaminhada ao serviço de fisioterapia para avaliação, apresenta diagnóstico de Paralisia Cerebral (PC). Ela nasceu prematura, aos 5 meses e 3 semanas de idade gestacional, com peso de 1.300g. A paciente é capaz de passar de sentada para em pé com apoio à frente e de permanecer sentada sem apoio por 10 segundos. Ela utiliza cadeira de rodas para locomoção ou marcha com andador, com supervisão ou com o apoio das mãos em uma pessoa. Além disso, usa o engatinhar para sua locomoção no domicílio. No exame físico: na goniometria, limitação para extensão e abdução de quadril e, também, para dorsiflexão dos tornozelos. Verificou-se, ainda, tônus aumentado nos flexores e adutores de quadril, nos flexores de joelho e nos flexores plantares. Em pé, com apoio à frente, observou-se tendência à flexão dos joelhos, principalmente à esquerda, com adução de quadril. Na marcha, com apoio e rotação medial e adução dos MMII. Constatou-se, ainda, leve aumento de tônus em MMSS, principalmente à esquerda, sobretudo nos flexores de cotovelo e punho. O membro superior esquerdo apresentou aumento de tônus durante as atividades gráficas, e o membro superior direito, com rotação medial de ombro. Porém, verificou-se a capacidade de realizar o alcance manual, embora com diminuição de força muscular.
Qual é a classificação da PC apresentada pela criança
nesse caso clínico?
A artéria cerebral anterior (ACA) é o primeiro e o menor dos dois
ramos terminais da artéria carótida interna.
Na síndrome da artéria cerebral anterior a característica mais
comum é
Após sofrer um acidente vascular cerebral (AVC), João,
60 anos, apresenta hemiparesia à direita, dificuldades de
equilíbrio e coordenação prejudicada. Ele tem dificuldades
para realizar atividades cotidianas, como tomar banho e se
alimentar sozinho. Com esse quadro, qual seria a
intervenção fisioterapêutica mais indicada para a
reabilitação deste paciente?
Pacientes pós-AVC frequentemente apresentam déficits
motores e alterações na coordenação, necessitando de
abordagens fisioterapêuticas específicas para promover a
recuperação funcional. A terapia de treinamento em
circuito, que combina atividades motoras funcionais e
práticas repetitivas, é uma técnica eficaz, conforme
descrito por Basso et al. (2006). Qual técnica
fisioterapêutica é mais eficaz para melhorar a coordenação
motora e restaurar as atividades funcionais em pacientes
pós-AVC?
Uma paciente de 55 anos, diagnosticada com esclerose
múltipla, apresenta tremores nas mãos, rigidez muscular e
dificuldades motoras progressivas. Ela relata perda de
coordenação motora, dificuldades para caminhar e
espasticidade nos membros inferiores. Qual seria a
intervenção fisioterapêutica mais indicada para melhorar a
funcionalidade e a mobilidade dessa paciente?
A fisioterapia em pacientes com doenças
neuromusculares, como a esclerose lateral amiotrófica
(ELA), inclui técnicas para melhorar a função motora e
minimizar os sintomas. De acordo com Lima et al. (2021), a
estimulação elétrica funcional é uma abordagem eficaz
para melhorar a força muscular e a qualidade de vida
desses pacientes. Qual intervenção fisioterapêutica é mais
eficaz para melhorar a força muscular em pacientes com
esclerose lateral amiotrófica (ELA)?
O manejo fisioterapêutico em pacientes com distúrbios
neuromusculares, como a esclerose múltipla, envolve
intervenções que melhoram a qualidade de vida e
minimizam os sintomas. De acordo com Silva et al. (2019),
a fisioterapia pode incluir técnicas de estimulação elétrica
funcional para ajudar na recuperação muscular. Qual
intervenção fisioterapêutica é mais eficaz para melhorar a
força muscular em pacientes com esclerose múltipla?
Uma criança de 6 anos é hemiparética espástica à esquerda com GMFCS II. Para compensar a discrepância
no comprimento dos membros inferiores, utiliza uma palmilha à esquerda. A avaliação do comprimento de membros, nos casos de crianças com paralisia cerebral, é
realizada na seguinte posição:
A fisioterapia em pacientes com acidente vascular
cerebral (AVC) envolve o uso de técnicas para melhorar a
mobilidade e a independência funcional. De acordo com
Silva et al. (2016), a reabilitação neurofuncional é
fundamental para a recuperação neuromuscular pós-AVC.
Qual técnica fisioterapêutica é mais eficaz para melhorar a
mobilidade em pacientes pós-AVC?
O Gross Motor Function, traduzido para o português como
Sistema de Classificação da Função Motora Grossa
(GMFCS), tem se mostrado confiável para classificar a
função motora grossa de crianças com paralisia cerebral
(PC). O GMFCS é usado para
O prognóstico de marcha em crianças com paralisia cerebral pode ser dado a partir da análise de alguns fatores.
Os fatores considerados nessa análise são:
Em relação a fisiopatologia, sinais e sintomas
clínicos da esclerose lateral amiotrófica (ELA),
avalie:
I. Ocorre uma degeneração progressiva e perda
de neurônios motores na medula, tronco
encefálico e córtex motor espinal.
II. A trajetória de doença é progressiva e
deteriorante, é inevitável a progressão da doença
para comprometimentos e limitações.
III. Os nervos cranianos comumente afetados
incluem os pares I, II, III e IV.
IV. A fadiga é um fator incomum observado,
visto que a degeneração motora leva a um estado
de repouso muscular.