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Ícone, índice e símbolo, dentro da classificação dos signos proposta por Charles Sanders Peirce, em suas teorias sobre semiótica, referem-se à relação do signo
Em Dialética do Esclarecimento, Theodor Adorno e Max Horkheimer propõem o conceito de “indústria cultural” na crítica à ideia sociológica de que no século XX havia se formado uma cultura típica da sociedade massificada. No conceito dos autores frankfurtianos, o motivo das pessoas pensarem e consumirem de forma semelhante é porque
Sobre a indústria cultural, é correto afirmar que foi uma expressão
Na teoria do agendamento, a mídia induz não o que as pessoas pensarão, mas sobre o que elas debaterão. A seleção de assuntos pode ser de acordo com aquilo que um selecionador entende por interesse público (conteúdo jornalístico) ou com a veiculação promocional fundamentada em necessidades comerciais, organizacionais e/ou programáticas (conteúdo publicitário). No processo de comunicação, de acordo com essa teoria, a “saliência” é o conceito que se refere

Cooley, Mead e Park, entre outros, desenvolveram a tese de que a sociedade não pode ser estudada fora dos processos de interação entre as pessoas, é constituída simbolicamente pela comunicação. A vida social não se mantém por conta de nenhuma dinâmica interna ou requisito sistêmico, mas sim pelo fato dos seres humanos serem capazes de interpretar seu contexto vital e responder praticamente aos estímulos de que são destinatários. (As teorias da Comunicação, Rüdiger, Francisco. 1.ed. 2010)

Essa tese foi desenvolvida

Jürgen Habermas, pensador da assim chamada “Segunda Geração” da Escola de Frankfurt, propôs a consecução de formas de se relacionar socialmente para superar a busca do sucesso individual (ação estratégica) para dinâmicas dialogadas buscando o entendimento mútuo (ação comunicativa). Durante sua trajetória, particularmente na ascensão dos debates sobre a globalização, ele se debruça sobre o entendimento e construção de um espaço socialmente reconhecido, não institucionalizado, em que circulam ideias, propostas debates, pontos de vistas do cotidiano. A comunicação é elemento vital para a circulação de tais informações nesse espaço, o qual é denominado pelo autor como
Nos anos 1960, um livro propôs uma análise estruturalista dos meios de comunicação, num momento em que vários paradigmas divergiam sobre o tema. Para o seu autor, a teoria crítica frankfurtiana via os processos de comunicação com negatividade, do outro, correntes como a funcionalista norte-americana e a midialógica de McLuhan entendiam as mudanças na comunicação como um processo virtuoso, derivado da democratização e da integração cultural. O livro e o autor são, respectivamente,
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