Marcelo é médico intensivista em um grande hospital público e trabalha, sob grande pressão, com pacientes críticos. Em uma ocasião, padecendo de dores de cabeça e estressado, com um longo plantão pela frente, Marcelo se prescreveu um opioide que lhe trouxe imediato alívio e sensação de grande bem-estar.
Marcelo passou a fazer uso eventual, mas foi paulatinamente intensificando o uso, a ponto de forjar receitas na tentativa de despistar o controle da farmácia do hospital para obter mais comprimidos da substância.
Sobre a situação que Marcelo atravessa, é correto apontar que

Adenor, 54 anos, procura o CAPS AD (Centro de Atenção Psicossocial – Álcool e outras Drogas), pois deseja parar de fumar, sendo prescrita para ele bupropiona.

Uma contraindicação a essa prescrição é:

Um paciente jovem de 20 anos deu entrada no serviço de emergência psiquiátrica com o seguinte quadro: síndrome de psicose aguda (delírios e alucinações), hipertensão, hipertermia, taquicardia, midríase e diaforese. Seu pai relatou que o filho tinha uma alteração genética que causava a diminuição sérica da colinesterase e que usava álcool.

A provável etiologia é:

Um homem de 60 anos sem história de doença psiquiátrica prévia ou de alterações cognitivas, encontra-se na emergência em coma por intoxicação alcoólica aguda.
A melhor conduta inicial é:
Cléber começou a fazer uso de álcool na adolescência e agora, aos 40 anos, bebe diariamente e afirma que pode dirigir depois de beber porque seu organismo já está acostumado. Recentemente, na volta de uma noitada, Cléber se envolveu em um acidente de trânsito após dormir ao volante e justificou que vinha se estressando muito no seu trabalho na repartição.

Com relação ao alcoolismo, o mecanismo psicológico de Cleber é identificado como