Questões de Concursos

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Quanto aos tipos de fundações superficiais, existe um tipo que é um elemento de fundação constituído por um conjunto de vigas que se cruzam nos pilares, denominado:
A lista de endereços, um dos recursos do Dispositivo Móvel de Coleta (DMC), é composta por endereços trabalhados no setor censitário em pesquisas anteriores e é também chamada de “lista prévia”.
Assinale a alternativa que corresponde às orientações que o recenseador deverá seguir para atualizar a lista de endereços (prévia): 
Durante uma edição em Word, foi selecionada uma linha de texto, e deletada; subitamente, concluiu- se que houve erro. Voltar atrás para fazer a retificação necessária, usa-se o seguinte atalho de teclado: 


Licitação representa um(uma): 


A transmissão vertical das infecções pode aumentar a morbimortalidade do binômio mãe-filho. Quando não diagnosticadas e tratadas adequadamente, ocasionam um sério problema de saúde pública. Quanto ao diagnóstico e tratamento das infecções congênitas, qual das alternativas abaixo está correta?
Assinale a alternativa que NÃO constar informação obrigatória na Receita Agronômica.
Quais são os dois instrumentos de trabalho disponíveis, durante a coleta de dados, ao recenseador?
A Pesquisa Urbanística do Entorno dos Domicílios (Pesquisa do Entorno ou Entorno) é um levantamento de informações realizado por observação em momento anterior ao da coleta do Teste de Homologação, ou seja, antes da aplicação do questionário aos informantes. Essa pesquisa deve ser feita pelo:
Segundo a definição da OIT (Organização Internacional do Trabalho), a ergonomia:
Para preservarmos o recurso natural solo, devemos utilizar a terra adequadamente. Nesse intuito, cada parcela de terra deve ser empregada de acordo com a sua aptidão, capacidade de sustentação e produtividade econômica. Acerca dos usos agrícolas e não-agrícolas dos solos brasileiros, assinale a alternativa correta:
Na hipótese de o agente público praticar ato de improbidade administrativa que importa em enriquecimento ilícito, estará sujeito, dentre outras, à penalidade de:


Para que um usuário de um computador com sistema operacional Linux verifique a quantidade de espaço usada no disco rígido, ele precisa utilizar o comando: 
Observe os itens abaixo:
 
I. A maioria das pessoas não se preocupa com o lixo.
II. Pesquisa-se meios de combater a infestação. 
III. O presidente, junto com alguns ministros, compareceu à solenidade de posse do governador. 
IV. Houveram motivos para o crescimento do número de escorpiões.
Pode-se afirmar que a concordância verbal está correta em:
O PostgreSQL é um banco de dados voltado para a plataforma: 
Quem deve explicar para o informante, de forma clara e segura, a importância do Teste de Homologação? 
A educação é algo tão abrangente quanto às relações humanas. "Ninguém escapa da educação. Em casa, na rua, na igreja ou na escola, de um modo ou de muitos, todos nós envolvemos pedaços da vida com ela: para aprender, para ensinar, para aprender-e-ensinar - para saber, para fazer, para ser ou para conviver, todos os dias misturamos a vida com a educação“ (BRANDÃO, 1985). Pacientes diabéticos necessitam de orientações sobre como lidar com a doença e algumas dessas orientações estão expostas abaixo. Em qual alternativa a orientação NÃO está correta:
Texto I
Uma a cada três pessoas no mundo não tem acesso a água potável
Um a cada três habitantes do planeta não têm serviços de água potável gerenciados de forma segura, segundo relatório elaborado pela
Organização Mundial da Saúde e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e divulgado este mês. No total, 2,2 bilhões de
pessoas em todo mundo estão nessa situação, e 4,2 bilhões de indivíduos não têm acesso a esgotamento sanitário seguro.
Com base nos dados obtidos, o relatório enfatiza a necessidade de garantir que a água fornecida para as pessoas seja própria ao uso
humano. De acordo com o levantamento, houve progressos em relação ao acesso universal a água e saneamento, mas persistem lacunas na
qualidade dos serviços.
“O mero acesso não é suficiente. Se a água não for limpa, não será segura para beber. Se está distante e se o acesso ao banheiro é
inseguro ou limitado, então não estamos entregando esses serviços às crianças do mundo”, ressaltou Kelly Ann Naylor, diretora associada de
Água, Saneamento e Higiene do UNICEF. “As crianças e suas famílias nas comunidades pobres e rurais correm maior risco de serem
deixadas para trás. Os governos devem investir em suas comunidades se quisermos superar essas divisões econômicas e geográficas e
oferecer esse direito humano essencial.”
Avanço insuficiente
O relatório indica que, desde 2000, 1,8 bilhão de pessoas passaram a ter acesso a serviços básicos de água potável — mas essa inclusão
foi e continua sendo marcada por desigualdades na acessibilidade, disponibilidade e qualidade dos serviços.
Segundo a publicação, 785 milhões de indivíduos no mundo ainda não possuem acesso a esses serviços, com 144 milhões de indivíduos
ingerindo água sem tratamento. Quando consideradas as pessoas que têm acesso a serviços de água potável, mas não podem confiar
nesses serviços, pois eles não são geridos de forma segura, o número de cidadãos desatendidos alcança os 2,2 bilhões.
O documento mostra ainda que, nos últimos quase 20 anos, 2,1 bilhões de pessoas passaram a ter acesso aos serviços de saneamento
básico — que incluem abastecimento de água e esgotamento sanitário. De acordo com a pesquisa, 70% dos que ainda não têm saneamento
básico vivem em áreas rurais e um terço deles mora em países em desenvolvimento.
“Se os países não conseguirem intensificar os esforços em saneamento básico, água potável e higiene, continuaremos a viver com
doenças que deveriam ter sido há muito tempo deixadas nos livros de história, como diarreia, cólera, febre tifoide, hepatite A e doenças
tropicais negligenciadas, incluindo tracoma e esquistossomose”, ressaltou Maria Neira, diretora do Departamento de Saúde Pública,
Determinantes Ambientais e Sociais da Saúde da OMS.
Todos os anos, 297 mil crianças com menos de cinco anos morrem por diarreia associada à água, saneamento básico e higiene
inadequados.
“Os países devem dobrar seus esforços em saneamento ou não alcançaremos o acesso universal até 2030”, completa Maria.
Ainda de acordo com o relatório, desde 2000, a proporção da população que defeca ao ar livre foi reduzida pela metade – de 21% para
9%. No entanto, 673 milhões de pessoas ainda não têm banheiros seguros e precisam evacuar a céu aberto. Em 39 países, o número de
pessoas que praticam a defecação ao ar livre chegou a aumentar — a maioria dessas nações está na África Subsaariana, onde muitos países
tiveram intenso crescimento populacional nas duas últimas décadas.
                                                                              https://cebds.org/aquasfera/um-a-cada-tres-pessoas-no-mundo-naotem-acesso-a-aguapotavel/?
                                                                                                                    gclid=EAIaIQobChMInqKUyoDg5QIVwgaRCh1KoQCZEAAYASAAE gJlyvD_BwE
                                                                                                                                                              Acessado em 10/12/2019, às 12 horas e 31 minutos.
“(...) ressaltou Maria Neira, diretora do Departamento de Saúde Pública, Determinantes Ambientais e Sociais da
Saúde da OMS.” Há, em todo o texto, citações de fontes confiáveis, além de especialistas e instituições de
pesquisa.
Tal estratégia contribui para que tipo de argumento?

Sobre a atuação Municipal na gestão de risco, podemos dizer que os Municípios são responsáveis pelos sistemas de alerta e alarme, os quais têm a função básica de emitir informes à população sobre a ocorrência potencial (alerta) ou iminente (alarme) de um desastre. Dessa forma, é possível emitir um alarme para evacuação (no caso de deslizamentos, por exemplo), em regra, por meio de:

Leia o texto e responda às perguntas.
                                                                                      Infestação de escorpiões no Brasil pode ser imparável

A infestação de escorpião no Brasil é o exemplo
perfeito de como a vida moderna se tornou
imprevisível. É uma característica do que, no
complexo campo de problemas, chamamos de um
mundo “VUCA” (Volatility, uncertainty, complexity and
ambiguity em inglês) – um mundo volátil, incerto,
complexo e ambíguo.
Escorpiões, como as baratas que eles comem, são
uma espécie incrivelmente adaptável.
O número de pessoas picadas em todo o Brasil
aumentou de 12 mil em 2000 para 140 mil no ano
passado, de acordo com o Ministério da Saúde.
A espécie que aterroriza os brasileiros é o perigoso
escorpião amarelo, ou Tityus serrulatus. Ele se
reproduz por meio do milagre da partenogênese,
significando que um escorpião feminino
simplesmente gera cópias de si mesma duas vezes
por ano – nenhuma participação masculina é
necessária.
A infestação do escorpião urbano no Brasil é um
clássico "problema perverso". Este termo, usado pela
primeira vez em 1973, refere-se a enormes
problemas sociais ou culturais como pobreza e
guerra – sem solução simples ou definitiva, e que
surgem na interseção de outros problemas.
Nesse caso, a infestação do escorpião urbano no
Brasil é o resultado de uma gestão inadequada do
lixo, saneamento inapropriado, urbanização rápida e
mudanças climáticas.
No VUCA, quanto mais recursos você der para os
problemas, melhor. Isso pode significar tudo, desde
campanhas de conscientização pública que educam
brasileiros sobre escorpiões até forças-tarefa
exterminadoras que trabalham para controlar sua
população em áreas urbanas. Os cientistas devem
estar envolvidos. O sistema nacional de saúde
pública do Brasil precisará se adaptar a essa nova
ameaça.
Apesar da obstinada cobertura da imprensa, as
autoridades federais de saúde mal falaram
publicamente sobre o problema do escorpião urbano
no Brasil. E, além de alguns esforços mornos em
nível nacional e estadual para treinar profissionais de
saúde sobre o risco de escorpião, as autoridades
parecem não ter nenhum plano para combater a
infestação no nível epidêmico para o qual ela está se
dirigindo.
Temo que os escorpiões amarelos venenosos
tenham reivindicado seu lugar ao lado de crimes
violentos, tráfico brutal e outros problemas crônicos
com os quais os urbanitas no Brasil precisam lidar
diariamente.
* Hamilton Coimbra Carvalho é pesquisador em
Problemas Sociais Complexos, na Universidade de
São Paulo (USP).
T e x t o a d a p t a d o d e R e v i s t a G a l i l e u
( h t t p s : / / r e v i s t a g a l i l e u . g l o b o . c o m / C i e n c i a / M e i o - Ambiente/noticia/2019/02/infestacao-de-escorpioes-no-brasil- pode-ser-imparavel-diz-pesquisador.html)
Há dois momentos em que o autor inclui-se no texto. Pode-se perceber isso pelo emprego de:
Página 71
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