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Lógica é a ciência que estuda princípios e métodos de inferência, tendo como objetivo principal determinar em que condições certas coisas se seguem (são consequência), ou não, de outras. César Mortari. Introdução à lógica. São Paulo: EdUNESP, 2001, p. 2. (com adaptações). A partir da definição da lógica filosófica apresentada anteriormente, julgue o item que se segue. Qualquer argumento que estiver estruturado nas formas lógicas do modus ponens ou do modus tollens será válido, independentemente do valor de verdade dos conteúdos das proposições.

Em muitas aldeias por esse mundo afora, em sociedades tradicionais ou industrializadas, as pessoas se reúnem de noite para conversar. Em pubs e bares, ao ar livre, sob a copa das árvores, ao redor de fogueiras, elas intercambiam histórias, contam piadas, discutem questões daquele dia, debatem sobre assuntos importantes ou triviais. Ouvindo essas conversas em culturas diferentes da nossa, aprendemos muita coisa sobre os conceitos e teorias que as pessoas usam para explicar suas experiências e que valores elas consideram mais importantes.

Kwame Anthony Appiah. Introdução à filosofia contemporânea.

Petrópolis: Vozes, 2006, p. 297 (com adaptações).

A partir desse texto, julgue o seguinte item, acerca da filosofia contemporânea em diversos contextos culturais.
O materialismo dialético é uma teoria do conhecimento dos processos científicos fundamentada na história e que busca desvendar as ideologias e desalienar os indivíduos em uma sociedade.
Lógica é a ciência que estuda princípios e métodos de inferência, tendo como objetivo principal determinar em que condições certas coisas se seguem (são consequência), ou não, de outras. César Mortari. Introdução à lógica. São Paulo: EdUNESP, 2001, p. 2. (com adaptações). A partir da definição da lógica filosófica apresentada anteriormente, julgue o item que se segue. O interesse da lógica formal consiste nas relações de verdade e falsidade presentes nos enunciados analisados, o que demanda comprovar se seu conteúdo é verdadeiro ou falso.

A ciência é uma forma sistematicamente organizada do pensamento objetivo. Da magia — considerada um conjunto de práticas destinado a aproveitar os poderes sobrenaturais —, a ciência teria conservado uma aparência de mistério e gravidade ritual, traço que ainda hoje surpreende a maioria dos espíritos. Do feiticeiro ao cientista há apenas um pequeno passo, fácil de transpor, quando considerados os “milagres” da ciência moderna. Quanto mais escapam aos nossos sentidos as forças naturais das quais ela se aproveita (ondas hertzianas, eletricidade, emissões eletrônicas), mais parece ela realizar os sonhos dos mágicos. A ciência, entretanto, apenas poderá ser magia aos olhos de espectadores, pois é apenas se libertando da magia que a ciência propriamente dita pode desenvolver-se.

Gilles-Gaston Granger. Lógica e filosofia das ciências.

São Paulo: Melhoramentos, 1955, p. 75 (com adaptações)

Considerando o texto precedente e o cenário filosófico e científico modernos, julgue o item subsequente.
A ciência moderna tem como importante característica a aplicação de um método sistemático que busca o conhecimento certo e seguro.

Em muitas aldeias por esse mundo afora, em sociedades tradicionais ou industrializadas, as pessoas se reúnem de noite para conversar. Em pubs e bares, ao ar livre, sob a copa das árvores, ao redor de fogueiras, elas intercambiam histórias, contam piadas, discutem questões daquele dia, debatem sobre assuntos importantes ou triviais. Ouvindo essas conversas em culturas diferentes da nossa, aprendemos muita coisa sobre os conceitos e teorias que as pessoas usam para explicar suas experiências e que valores elas consideram mais importantes.

Kwame Anthony Appiah. Introdução à filosofia contemporânea.

Petrópolis: Vozes, 2006, p. 297 (com adaptações).

A partir desse texto, julgue o seguinte item, acerca da filosofia contemporânea em diversos contextos culturais.
Para a fenomenologia, considerada uma filosofia da consciência, o sujeito, sendo constitutivo, é quem dá sentido aos fenômenos.

Com base na proposta metodológica de ensino de língua espanhola para o ensino médio, julgue o seguinte item.

Ao se organizar uma unidade didática, deve-se separar língua de cultura, pois isso é importante para a construção de uma seção exclusivamente cultural.

A ciência é uma forma sistematicamente organizada do pensamento objetivo. Da magia — considerada um conjunto de práticas destinado a aproveitar os poderes sobrenaturais —, a ciência teria conservado uma aparência de mistério e gravidade ritual, traço que ainda hoje surpreende a maioria dos espíritos. Do feiticeiro ao cientista há apenas um pequeno passo, fácil de transpor, quando considerados os “milagres” da ciência moderna. Quanto mais escapam aos nossos sentidos as forças naturais das quais ela se aproveita (ondas hertzianas, eletricidade, emissões eletrônicas), mais parece ela realizar os sonhos dos mágicos. A ciência, entretanto, apenas poderá ser magia aos olhos de espectadores, pois é apenas se libertando da magia que a ciência propriamente dita pode desenvolver-se.

Gilles-Gaston Granger. Lógica e filosofia das ciências.

São Paulo: Melhoramentos, 1955, p. 75 (com adaptações)

Considerando o texto precedente e o cenário filosófico e científico modernos, julgue o item subsequente.
O empirismo e o racionalismo foram as mais importantes correntes teóricas na modernidade, tendo cada uma, a seu modo, buscado fundamentar a produção de conhecimento pela ciência.

Em muitas aldeias por esse mundo afora, em sociedades tradicionais ou industrializadas, as pessoas se reúnem de noite para conversar. Em pubs e bares, ao ar livre, sob a copa das árvores, ao redor de fogueiras, elas intercambiam histórias, contam piadas, discutem questões daquele dia, debatem sobre assuntos importantes ou triviais. Ouvindo essas conversas em culturas diferentes da nossa, aprendemos muita coisa sobre os conceitos e teorias que as pessoas usam para explicar suas experiências e que valores elas consideram mais importantes.

Kwame Anthony Appiah. Introdução à filosofia contemporânea.

Petrópolis: Vozes, 2006, p. 297 (com adaptações).

A partir desse texto, julgue o seguinte item, acerca da filosofia contemporânea em diversos contextos culturais.
Conforme o materialismo dialético, a cultura é o elemento fundamental para a compreensão da realidade, o que resulta em um diálogo cultural permanente.

A pergunta sobre o que é e para o que serve a filosofia é inevitável sempre que nos confrontamos pela primeira vez com esse pensamento, que nos causa estranheza e fascínio. Na verdade, essa pergunta é tão antiga quanto o próprio surgimento da filosofia, mas claramente não possui resposta única.

Sexto Empírico, filósofo cético dos séculos II–III, foi um dos pensadores que formulou essa questão de modo mais contundente. Diz ele que em toda investigação temos três resultados possíveis: acreditamos ter encontrado a resposta, acreditamos ser impossível encontrar a resposta, continuamos buscando. No primeiro caso, nos tornamos dogmáticos e a investigação cessa; no segundo caso, somos também dogmáticos, ainda que em um sentido negativo, e a investigação igualmente cessa; só no terceiro caso, segundo Sexto, temos a autêntica filosofia, aquela que continua a investigar, para a qual a busca é mais importante que a resposta.

De certo modo, a filosofia moderna incorporou a posição cética, passando a considerar que nenhuma teoria, nenhum sistema, nenhum tipo de saber podem pretender ser conclusivos, podem querer ter a palavra final sobre o que quer que seja. A contribuição da filosofia tem sido, portanto, desde o seu nascimento na Grécia Antiga, a interrogação, o questionamento, a pergunta. Para a filosofia, não há nada que não possa ser posto em questão. Deve ser possível discutir tudo. E é o caráter inconclusivo das respostas que nos convida a retomar as questões, a repensá-las, a procurar nossas próprias respostas, fatalmente também inconclusivas.

Danilo Marcondes. Para que serve a filosofia?Prefácio do livro Café Philo:

As grandes indagações da filosofia.

Rio de Janeiro: Jorge Zahar, p. 9 (com adaptações).

Tendo esse texto como referência, julgue o item seguinte.
Em filosofia, o dogmatismo é a perspectiva que sustenta a possibilidade do conhecimento com a probabilidade de alcance da certeza.

A pergunta sobre o que é e para o que serve a filosofia é inevitável sempre que nos confrontamos pela primeira vez com esse pensamento, que nos causa estranheza e fascínio. Na verdade, essa pergunta é tão antiga quanto o próprio surgimento da filosofia, mas claramente não possui resposta única.

Sexto Empírico, filósofo cético dos séculos II–III, foi um dos pensadores que formulou essa questão de modo mais contundente. Diz ele que em toda investigação temos três resultados possíveis: acreditamos ter encontrado a resposta, acreditamos ser impossível encontrar a resposta, continuamos buscando. No primeiro caso, nos tornamos dogmáticos e a investigação cessa; no segundo caso, somos também dogmáticos, ainda que em um sentido negativo, e a investigação igualmente cessa; só no terceiro caso, segundo Sexto, temos a autêntica filosofia, aquela que continua a investigar, para a qual a busca é mais importante que a resposta.

De certo modo, a filosofia moderna incorporou a posição cética, passando a considerar que nenhuma teoria, nenhum sistema, nenhum tipo de saber podem pretender ser conclusivos, podem querer ter a palavra final sobre o que quer que seja. A contribuição da filosofia tem sido, portanto, desde o seu nascimento na Grécia Antiga, a interrogação, o questionamento, a pergunta. Para a filosofia, não há nada que não possa ser posto em questão. Deve ser possível discutir tudo. E é o caráter inconclusivo das respostas que nos convida a retomar as questões, a repensá-las, a procurar nossas próprias respostas, fatalmente também inconclusivas.

Danilo Marcondes. Para que serve a filosofia?Prefácio do livro Café Philo:

As grandes indagações da filosofia.

Rio de Janeiro: Jorge Zahar, p. 9 (com adaptações).

Tendo esse texto como referência, julgue o item seguinte.
O caráter inconclusivo das respostas filosóficas é uma particularidade do modo de pensar filosófico que se projeta em outras questões, o que faz da filosofia um campo sempre aberto à investigação.
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