O fecho das comunicações oficiais possui, além da
finalidade óbvia de arrematar o texto, a de saudar o
destinatário. O Manual de Redação da Presidência da
República estabelece o emprego de fechos diferentes para as
modalidades de comunicação oficial. Assim, para autoridades
de mesma hierarquia ou de hierarquia inferior, deve-se
empregar:
O emprego dos pronomes de tratamento, com base no Manual de Redação da Presidência da República, obedece a
uma secular tradição. Assim, nas comunicações dirigidas ao
Chefe do Poder Judiciário, a forma correta de tratá-lo deverá
ser:
A determinação do estoque mínimo é uma das mais
importantes informações para a administração do estoque,
relacionando-se diretamente com o grau de imobilização
financeira da empresa. Por definição, é a quantidade mínima
que deve existir em estoque, que se destina a cobrir eventuais
atrasos no ressuprimento, objetivando a garantia do
funcionamento ininterrupto e eficiente do processo produtivo,
sem o risco de faltas. O estoque mínimo é também conhecido
como:
No envelope, o endereçamento das comunicações
dirigidas às autoridades tratadas por Vossa Excelência
deverá ter a seguinte forma de redação, com base no Manual
de Redação da Presidência da República:
Clara dos Anjos
Lima Barreto
O carteiro Joaquim dos Anjos não era homem de serestas
e serenatas, mas gostava de violão e de modinhas. Ele
mesmo tocava flauta, instrumento que já foi muito estimado,
não o sendo tanto atualmente como outrora. Acreditava-se
até músico, pois compunha valsas, tangos e
acompanhamentos para modinhas.
Aprendera a “artinha” musical na terra de seu nascimento,
nos arredores de Diamantina, e a sabia de cor e salteado; mas
não saíra daí.
Pouco ambicioso em música, ele o era também nas
demais manifestações de sua vida. Empregado de um
advogado famoso, sempre quisera obter um modesto
emprego público que lhe desse direito à aposentadoria e ao
montepio, para a mulher e a filha. Conseguira aquele de
carteiro, havia quinze para vinte anos, com o qual estava
muito contente, apesar de ser trabalhoso e o ordenado ser
exíguo.
Logo que foi nomeado, tratou de vender as terras que
tinha no local de seu nascimento e adquirir aquela casita de
subúrbio, por preço módico, mas, mesmo assim, o dinheiro
não chegara e o resto pagou ele em prestações. Agora, e
mesmo há vários anos, estava de plena posse dela. Era
simples a casa. Tinha dois quartos, um que dava para a sala
de visitas e outro, para a de jantar. Correspondendo a um
terço da largura total da casa, havia, nos fundos, um puxadito
que era a cozinha. Fora do corpo da casa, um barracão para
banheiro, tanque, etc; e o quintal era de superfície razoável,
onde cresciam goiabeiras maltratadas e um grande
tamarindeiro copado.
A rua desenvolvia-se no plano, e, quando chovia,
encharcava que nem um pântano; entretanto, era povoada e
dela se descortinava um lindo panorama de montanhas que
pareciam cercá-la de todos os lados, embora a grande
distância. Tinha boas casas a rua. Havia até uma grande
chácara de outros tempos com aquela casa característica de
velhas chácaras de longa fachada, de teto acaçapado,
forrada de azulejos até a metade do pé-direito, um tanto feia, é
fato, sem garridice¹, mas casando-se perfeitamente com as
anosas² mangueiras, com as robustas jaqueiras e com todas
aquelas grandes e velhas árvores que, talvez, os que as
plantaram não tivessem visto frutificar.
1- Brilho, elegância.
2- Velhas.
( COUTINHO, Afrânio., 4ª ed. vol. I RJ: EDLE, 1970, págs. 248/249.) Clara dos Anjos. In Antologia Brasileira de Literatura.
Lima Barreto
O carteiro Joaquim dos Anjos não era homem de serestas
e serenatas, mas gostava de violão e de modinhas. Ele
mesmo tocava flauta, instrumento que já foi muito estimado,
não o sendo tanto atualmente como outrora. Acreditava-se
até músico, pois compunha valsas, tangos e
acompanhamentos para modinhas.
Aprendera a “artinha” musical na terra de seu nascimento,
nos arredores de Diamantina, e a sabia de cor e salteado; mas
não saíra daí.
Pouco ambicioso em música, ele o era também nas
demais manifestações de sua vida. Empregado de um
advogado famoso, sempre quisera obter um modesto
emprego público que lhe desse direito à aposentadoria e ao
montepio, para a mulher e a filha. Conseguira aquele de
carteiro, havia quinze para vinte anos, com o qual estava
muito contente, apesar de ser trabalhoso e o ordenado ser
exíguo.
Logo que foi nomeado, tratou de vender as terras que
tinha no local de seu nascimento e adquirir aquela casita de
subúrbio, por preço módico, mas, mesmo assim, o dinheiro
não chegara e o resto pagou ele em prestações. Agora, e
mesmo há vários anos, estava de plena posse dela. Era
simples a casa. Tinha dois quartos, um que dava para a sala
de visitas e outro, para a de jantar. Correspondendo a um
terço da largura total da casa, havia, nos fundos, um puxadito
que era a cozinha. Fora do corpo da casa, um barracão para
banheiro, tanque, etc; e o quintal era de superfície razoável,
onde cresciam goiabeiras maltratadas e um grande
tamarindeiro copado.
A rua desenvolvia-se no plano, e, quando chovia,
encharcava que nem um pântano; entretanto, era povoada e
dela se descortinava um lindo panorama de montanhas que
pareciam cercá-la de todos os lados, embora a grande
distância. Tinha boas casas a rua. Havia até uma grande
chácara de outros tempos com aquela casa característica de
velhas chácaras de longa fachada, de teto acaçapado,
forrada de azulejos até a metade do pé-direito, um tanto feia, é
fato, sem garridice¹, mas casando-se perfeitamente com as
anosas² mangueiras, com as robustas jaqueiras e com todas
aquelas grandes e velhas árvores que, talvez, os que as
plantaram não tivessem visto frutificar.
1- Brilho, elegância.
2- Velhas.
( COUTINHO, Afrânio., 4ª ed. vol. I RJ: EDLE, 1970, págs. 248/249.) Clara dos Anjos. In Antologia Brasileira de Literatura.
Após a leitura do texto, depreendemos que:
Em termos de redação oficial, não se concebe que um ato
normativo de qualquer natureza seja redigido de forma
obscura, que dificulte ou impossibilite sua compreensão. A
transparência do sentido dos atos normativos, bem como sua
inteligibilidade, são requisitos do próprio Estado de Direito,
sendo inaceitável que um texto legal deixe de ser entendido
pelos cidadãos, e isto implica, necessariamente, em clareza e
concisão na publicidade. Nesse quadro, fica claro também
que as comunicações oficiais devam ser necessariamente
uniformes, pois qualquer que seja a situação haverá sempre
um único comunicador, que é o:
Juros são atributos da aplicação financeira, ou seja,
correspondem a uma quantia em dinheiro que deve ser paga
por um devedor pela utilização do dinheiro de um credor. Em
vendas a prazo, empréstimos e aplicações, o sistema mais
adotado ultimamente tem sido o de juros compostos. Assim,
considerando que João empresta a Antônio a quantia de
R$ 2.000,00, a juros simples, pelo prazo de três meses, à taxa
de3%ao mês, e a Pedro a mesma quantia, no mesmo prazo e
à mesma taxa, só que a juros compostos.A diferença de juros
a ser paga por Pedro em relação a Antônio é:
A avaliação constitui-se em atividade essencial do ciclo
de vida documental do arquivismo na medida em que define
quais documentos serão preservados para fins
administrativos, ou de pesquisa, e em que momento poderão
ser eliminados ou destinados aos arquivos intermediário e
permanente, segundo o valor e o potencial de uso que
apresentam para a administração que os gerou e para a
sociedade. No entanto, para que o processo possa fluir de
forma racional, costuma-se utilizar um instrumento
arquivístico resultante da avaliação, que tem por objetivos
definir prazos de guarda e destinação de documentos, com
vistas a garantir o acesso á informação a quantos dela
necessitem. Este instrumento é conhecido como:

Em relação ao software, a opção que contém apenas
linguagens de programação, é:
O transporte dos materiais pode ser dividido em duas
funções, que são o suprimento físico e a distribuição física .
Suprimento físico é o transporte e o armazenamento dos
produtos que vêm dos fornecedores para a produção.
Dependendo das condições de venda, o seu custo pode ser
pago pelo fornecedor ou pelo cliente, mas, em última
instância, ele é repassado para o cliente. A distribuição física ,
por outro lado, é o transporte e o armazenamento de produtos
acabados, desde o final da produção até o cliente, sendo que
o caminho particular pelo qual os produtos passam pelos
centros de distribuição, atacadistas e varejistas é
denominado:
Em relação à formatação de parágrafos no Word 2000, o
atributo do parágrafo que determina a distância do parágrafo
das margens esquerda ou direita é conhecido como:
A Teoria segundo a qual os arquivos são correntes,
intermediários ou permanentes, de acordo com a frequência
de uso por seus geradores e a identificação de seus valores
primário e secundário, é chamada de Teoria:
Em relação ao hardware, o dispositivo que é capaz de
fornecer energia, no caso de queda na rede elétrica, evitando
a interrupção brusca no processamento, também conhecido
por UPS(Uninterruptible Power Supply), é denominado:
Arquivo é um conjunto de documentos, independente da
natureza dos suportes, acumulados por uma pessoa física ou
jurídica, pública ou privada, ao longo de suas atividades, bem
como a instituição ou serviço que tem por finalidade a
custódia, o processamento técnico, a conservação e
utilização de arquivos. A totalidade dos documentos sob
custódia de um arquivo é chamada de:
Clara dos Anjos
Lima Barreto
O carteiro Joaquim dos Anjos não era homem de serestas
e serenatas, mas gostava de violão e de modinhas. Ele
mesmo tocava flauta, instrumento que já foi muito estimado,
não o sendo tanto atualmente como outrora. Acreditava-se
até músico, pois compunha valsas, tangos e
acompanhamentos para modinhas.
Aprendera a “artinha” musical na terra de seu nascimento,
nos arredores de Diamantina, e a sabia de cor e salteado; mas
não saíra daí.
Pouco ambicioso em música, ele o era também nas
demais manifestações de sua vida. Empregado de um
advogado famoso, sempre quisera obter um modesto
emprego público que lhe desse direito à aposentadoria e ao
montepio, para a mulher e a filha. Conseguira aquele de
carteiro, havia quinze para vinte anos, com o qual estava
muito contente, apesar de ser trabalhoso e o ordenado ser
exíguo.
Logo que foi nomeado, tratou de vender as terras que
tinha no local de seu nascimento e adquirir aquela casita de
subúrbio, por preço módico, mas, mesmo assim, o dinheiro
não chegara e o resto pagou ele em prestações. Agora, e
mesmo há vários anos, estava de plena posse dela. Era
simples a casa. Tinha dois quartos, um que dava para a sala
de visitas e outro, para a de jantar. Correspondendo a um
terço da largura total da casa, havia, nos fundos, um puxadito
que era a cozinha. Fora do corpo da casa, um barracão para
banheiro, tanque, etc; e o quintal era de superfície razoável,
onde cresciam goiabeiras maltratadas e um grande
tamarindeiro copado.
A rua desenvolvia-se no plano, e, quando chovia,
encharcava que nem um pântano; entretanto, era povoada e
dela se descortinava um lindo panorama de montanhas que
pareciam cercá-la de todos os lados, embora a grande
distância. Tinha boas casas a rua. Havia até uma grande
chácara de outros tempos com aquela casa característica de
velhas chácaras de longa fachada, de teto acaçapado,
forrada de azulejos até a metade do pé-direito, um tanto feia, é
fato, sem garridice¹, mas casando-se perfeitamente com as
anosas² mangueiras, com as robustas jaqueiras e com todas
aquelas grandes e velhas árvores que, talvez, os que as
plantaram não tivessem visto frutificar.
1- Brilho, elegância.
2- Velhas.
( COUTINHO, Afrânio., 4ª ed. vol. I RJ: EDLE, 1970, págs. 248/249.) Clara dos Anjos. In Antologia Brasileira de Literatura.
Lima Barreto
O carteiro Joaquim dos Anjos não era homem de serestas
e serenatas, mas gostava de violão e de modinhas. Ele
mesmo tocava flauta, instrumento que já foi muito estimado,
não o sendo tanto atualmente como outrora. Acreditava-se
até músico, pois compunha valsas, tangos e
acompanhamentos para modinhas.
Aprendera a “artinha” musical na terra de seu nascimento,
nos arredores de Diamantina, e a sabia de cor e salteado; mas
não saíra daí.
Pouco ambicioso em música, ele o era também nas
demais manifestações de sua vida. Empregado de um
advogado famoso, sempre quisera obter um modesto
emprego público que lhe desse direito à aposentadoria e ao
montepio, para a mulher e a filha. Conseguira aquele de
carteiro, havia quinze para vinte anos, com o qual estava
muito contente, apesar de ser trabalhoso e o ordenado ser
exíguo.
Logo que foi nomeado, tratou de vender as terras que
tinha no local de seu nascimento e adquirir aquela casita de
subúrbio, por preço módico, mas, mesmo assim, o dinheiro
não chegara e o resto pagou ele em prestações. Agora, e
mesmo há vários anos, estava de plena posse dela. Era
simples a casa. Tinha dois quartos, um que dava para a sala
de visitas e outro, para a de jantar. Correspondendo a um
terço da largura total da casa, havia, nos fundos, um puxadito
que era a cozinha. Fora do corpo da casa, um barracão para
banheiro, tanque, etc; e o quintal era de superfície razoável,
onde cresciam goiabeiras maltratadas e um grande
tamarindeiro copado.
A rua desenvolvia-se no plano, e, quando chovia,
encharcava que nem um pântano; entretanto, era povoada e
dela se descortinava um lindo panorama de montanhas que
pareciam cercá-la de todos os lados, embora a grande
distância. Tinha boas casas a rua. Havia até uma grande
chácara de outros tempos com aquela casa característica de
velhas chácaras de longa fachada, de teto acaçapado,
forrada de azulejos até a metade do pé-direito, um tanto feia, é
fato, sem garridice¹, mas casando-se perfeitamente com as
anosas² mangueiras, com as robustas jaqueiras e com todas
aquelas grandes e velhas árvores que, talvez, os que as
plantaram não tivessem visto frutificar.
1- Brilho, elegância.
2- Velhas.
( COUTINHO, Afrânio., 4ª ed. vol. I RJ: EDLE, 1970, págs. 248/249.) Clara dos Anjos. In Antologia Brasileira de Literatura.
A concordância verbal está correta em: “Era simples a
casa.” (4º§). O item a seguir que apresenta ERRO de
concordância verbal é:
O princípio básico da Arquivologia segundo o qual os
arquivos gerados por uma instituição ou pessoa não devem
ser misturados aos de outros geradores é conhecido como
princípio do(a):
Para manter a eficiência dos serviços arquivísticos deve se
criar condições para que os documentos sejam
organizados e controlados de forma sistemática, permitindo
acesso rápido e preciso dos usuários. Estas condições
podem ser criadas a partir da adoção de determinados
procedimentos, sendo que um dos mais significativos é tarefa
básica na busca da eficiência na administração de
documentos correntes, proporcionando as bases para o
trabalho de avaliação e seleção de documentos, além de
mantê-los de maneira ordenada e acessível. O procedimento
tratado é conhecido como:
A Administração de Materiais , mais do que um ramo da
ciência e tecnologia administrativa, é especificamente uma
filosofia administrativa que trata dos elementos que mais
concorrem na essencialidade da redução dos custos
organizacionais. Por esta filosofia, a identificação de
problemas é feita sob uma diversificada terminologia das suas
funções, tais como compras, controles de estoques e
inventários, controles de produção, tráfego, armazenagem,
recepção e expedição, manuseio e movimentação de
materiais e tantas outras atividades correlatas, que compõem
o que vem sendo chamado de:
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