A evolução das gerações da Web se deu de maneira muito rápida: a primeira geração teve início no começo da década de 1990, a segunda surgiu em 2004 e já se fala na terceira geração. São elas, respectivamente, Web tradicional, Web 2.0 e Web semântica.

É correto afirmar que a
O resumo deve ressaltar o objetivo, o método, os resultados e as conclusões do documento original. Deve ser precedido da referência do documento, mesmo quando inserido no próprio documento.

A afirmativa está

Instruções: Para responder às questões de números 9 a 15, considere o texto a seguir.

Pobres palavras

Lendo um romance, tropecei na palavra inexorável. É
uma das que mantenho desconhecidas, desde rapazola, quando
peguei gosto de ler. Desconhecida porque, mesmo já tendo
lido inexorável muitas vezes, nunca quis saber o sentido. Parece
uma palavra em desuso, dessas que ficam lá nos velhos
armazéns da língua, coberta de poeira, até que alguém pega e
coloca numa frase como uma roupa no varal. O leitor é quem
recolhe essas roupas, uma por uma, menos as que, como
inexorável, a gente não sabe o que é, deixa lá, para que volte
sozinha ao armazém e fique lá mofando até que...
Bem, desta vez fiquei com pena da pobre inexorável e fui
ao dicionário. E inexorável é implacável. Eu já desconfiava
disso, tantas vezes li que o destino é inexorável, e fiquei feliz
porque o significado justifica a pompa da palavra. Porque a primeira
vez que fui ao dicionário desvendar uma palavra, foi uma
inenarrável (olha outra pomposa aí) decepção.
Era a palavra inconsútil. Em prosa e poesia, volta e meia
lá vinha a inconsútil. Um dia, já na casa dos quarenta, a barba
começando a grisalhar, não aguentei mais as décadas de ignorância
e fui ao dicionário. E inconsútil é apenas "sem costura".
Tantos mantos inconsúteis e eu não conseguia ver algo em comum
entre eles para achar o sentido da palavra, e eram apenas
mantos sem costura. Fiquei acabrunhado (esta nem pomposa, é
atrapalhada mesmo).

(PELLEGRINI, Domingos. Lições de gramática para quem gosta de literatura. São Paulo: Panda Books, 2007, p. 40-41)

Quanto ao uso da norma-padrão da língua portuguesa, a frase plenamente correta é:

Instruções: Para responder às questões de números 9 a 15, considere o texto a seguir.

Pobres palavras

Lendo um romance, tropecei na palavra inexorável. É
uma das que mantenho desconhecidas, desde rapazola, quando
peguei gosto de ler. Desconhecida porque, mesmo já tendo
lido inexorável muitas vezes, nunca quis saber o sentido. Parece
uma palavra em desuso, dessas que ficam lá nos velhos
armazéns da língua, coberta de poeira, até que alguém pega e
coloca numa frase como uma roupa no varal. O leitor é quem
recolhe essas roupas, uma por uma, menos as que, como
inexorável, a gente não sabe o que é, deixa lá, para que volte
sozinha ao armazém e fique lá mofando até que...
Bem, desta vez fiquei com pena da pobre inexorável e fui
ao dicionário. E inexorável é implacável. Eu já desconfiava
disso, tantas vezes li que o destino é inexorável, e fiquei feliz
porque o significado justifica a pompa da palavra. Porque a primeira
vez que fui ao dicionário desvendar uma palavra, foi uma
inenarrável (olha outra pomposa aí) decepção.
Era a palavra inconsútil. Em prosa e poesia, volta e meia
lá vinha a inconsútil. Um dia, já na casa dos quarenta, a barba
começando a grisalhar, não aguentei mais as décadas de ignorância
e fui ao dicionário. E inconsútil é apenas "sem costura".
Tantos mantos inconsúteis e eu não conseguia ver algo em comum
entre eles para achar o sentido da palavra, e eram apenas
mantos sem costura. Fiquei acabrunhado (esta nem pomposa, é
atrapalhada mesmo).

(PELLEGRINI, Domingos. Lições de gramática para quem gosta de literatura. São Paulo: Panda Books, 2007, p. 40-41)

Atente para estes três emparelhamentos de frases:
I. É uma das que mantenho desconhecidas desde rapazola. Quando rapazinho, dei por desconhecidas palavras como essa.
II. (...) fiquei feliz porque o significado justifica a pompa da palavra. (...) fez-me feliz o fato de a solenidade da palavra legitimar-se no seu sentido.
III. (...) não aguentei mais as décadas de ignorância. (...) tornou-se inócuo para mim ignorar aquelas décadas.
Considerando-se o contexto, há equivalência de sentido entre as frases emparelhadas em

Instruções: Para responder às questões de números 9 a 15, considere o texto a seguir.

Pobres palavras

Lendo um romance, tropecei na palavra inexorável. É
uma das que mantenho desconhecidas, desde rapazola, quando
peguei gosto de ler. Desconhecida porque, mesmo já tendo
lido inexorável muitas vezes, nunca quis saber o sentido. Parece
uma palavra em desuso, dessas que ficam lá nos velhos
armazéns da língua, coberta de poeira, até que alguém pega e
coloca numa frase como uma roupa no varal. O leitor é quem
recolhe essas roupas, uma por uma, menos as que, como
inexorável, a gente não sabe o que é, deixa lá, para que volte
sozinha ao armazém e fique lá mofando até que...
Bem, desta vez fiquei com pena da pobre inexorável e fui
ao dicionário. E inexorável é implacável. Eu já desconfiava
disso, tantas vezes li que o destino é inexorável, e fiquei feliz
porque o significado justifica a pompa da palavra. Porque a primeira
vez que fui ao dicionário desvendar uma palavra, foi uma
inenarrável (olha outra pomposa aí) decepção.
Era a palavra inconsútil. Em prosa e poesia, volta e meia
lá vinha a inconsútil. Um dia, já na casa dos quarenta, a barba
começando a grisalhar, não aguentei mais as décadas de ignorância
e fui ao dicionário. E inconsútil é apenas "sem costura".
Tantos mantos inconsúteis e eu não conseguia ver algo em comum
entre eles para achar o sentido da palavra, e eram apenas
mantos sem costura. Fiquei acabrunhado (esta nem pomposa, é
atrapalhada mesmo).

(PELLEGRINI, Domingos. Lições de gramática para quem gosta de literatura. São Paulo: Panda Books, 2007, p. 40-41)

Atente para as seguintes afirmações:

I. Para o autor do texto, o desuso a que se condenam muitas palavras é comparável a um depósito de coisas inúteis, que só voltam a ter valor quando alguém as investiga e lhes reconhece a utilidade.
II. Muitas vezes roçamos o real sentido de uma palavra pelo contexto em que surge, pelas expressões em que foi empregada, como no caso de destino inexorável.
III. A frustração sentida pelo autor quando pesquisou o vocábulo inconsútil deveu-se ao fato de que a pompa dessa palavra não correspondia à trivialidade de seu sentido.

Em relação ao texto, está correto o que se afirma em

Leda e Lindoval são casados e possuem dois filhos gêmeos: Marcos e Margarido. Hoje, já homens com trinta anos de idade, começaram a preocupar seus pais. Marcos é pródigo e está consumindo seu próprio patrimônio em razão de seus gastos desenfreados; Margarido está enfrentando problemas com o álcool, caracterizando a figura do ébrio habitual. De acordo com o Código Civil brasileiro, em regra,

Em 2010, o Congresso Nacional aprovou uma lei de grande impacto sobre o mercado de trabalho dos bibliotecários. Trata-se da Lei nº
De acordo com o AACR2, recursos contínuos consistem em recursos bibliográficos publicados ao longo do tempo sem prazo predeterminado para a sua conclusão, sejam recursos editados sucessivamente ou integrados.

A afirmativa está
Dentre as normas técnicas da ABNT para a área de docu- mentação, as que têm por objetivo ou escopo estabelecer os requisitos para apresentação de sumário de documentos que exijam visão de conjunto e facilidade de localização das seções e outras partes, especificar os princípios gerais para a elaboração e a apresentação de relatório técnico e/ou científico e especificar as condições para o uso do Número Padrão Internacional para Publicação Seriada - ISSN - em publicações seriadas são, respectivamente, as NBR

Em certo processo, foi determinado pelo M.M. juiz a busca e apreensão judicial de um veículo que se encontra no interior da residência de Camila. Considerando que o veículo é de seu namorado, Feliciano, no tocante à violação de domicílio legal, sem o consentimento do morador, tratando-se de determinação judicial, o oficial de justiça que cumprirá o mandado

                                                        Fundas canções

        “Existirmos, a que será que se destina?" - pergunta um verso de Caetano Veloso em sua bela canção “Cajuína", nascida numa visita a amigo em Teresina. Que faz numa canção popular essa pergunta fundamental sobre o propósito mesmo da vida humana? - perguntarão aqueles que preferem separar bem as coisas, julgando que somente os gêneros “sérios" podem querer dar conta das questões “sérias". O preconceito está em não admitir que haja inteligência - e das fulgurantes, como a de Caetano Veloso - entre artistas populares. O fato é que a pergunta dessa canção, tão sintética e pungente, incide sobre o primeiro dos nossos enigmas: o da finalidade da nossa existência.

        Não seria difícil encontrarmos em nosso cancioneiro exemplos outros de pontos de reflexão essencial sobre nossa condição no mundo. Em “A vida é um moinho", de Cartola, ou em “Esses moços", de Lupicínio Rodrigues, ou ainda em “Juízo final", de Nelson Cavaquinho, há agudos lampejos reflexivos, nascidos de experiências curtidas e assimiladas. Não se trata de “sabedoria popular": é sabedoria mesmo, sem adjetivo, filtrada por espíritos sensíveis que encontraram na canção os meios para decantar a maturidade de suas emoções. Até mesmo numa marchinha de carnaval, como “A jardineira", do Braguinha, perguntamos: “Ó jardineira, por que estás tão triste? Mas o que foi que te aconteceu?" - para saber que a tristeza dela vem da morte de uma camélia. Essa pequena tragédia, cantada enquanto se dança, mistura-se à alegria de todos e funde no canto da vida o advento natural da morte: “Foi a camélia que caiu do galho, deu dois suspiros e depois morreu..."

        Mesmo em nosso folclore, compositores anônimos alcançaram um tom elevado na dicção aparentemente ingênua de uma cantiga de roda. Enquanto se brinca, canta-se: “Menina, minha menina / Faz favor de entrar na roda / Cante um verso bem bonito / Diga adeus e vá-se embora". Não será essa uma expressão justa do sentido mesmo de nossa vida: entrar na roda, dizer a que veio e ir-se embora? É o que cantam as alegres crianças de mãos dadas, muito antes de se preocuparem com a metafísica ou o destino da humanidade.


(BARROSO, Silvino, inédito)

Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento em:

Instruções: Para responder às questões de números 1 a 8, considere o texto a seguir.

Fundas canções

"Existirmos, a que será que se destina?" ? pergunta um
verso de Caetano Veloso em sua bela canção "Cajuína", nascida
numa visita a amigo em Teresina. Que faz numa canção popular
essa pergunta fundamental sobre o propósito mesmo da
vida humana? ? perguntarão aqueles que preferem separar
bem as coisas, julgando que somente os gêneros "sérios" podem
querer dar conta das questões "sérias". O preconceito está
em não admitir que haja inteligência ? e das fulgurantes, como a
de Caetano Veloso ? entre artistas populares. O fato é que a
pergunta dessa canção, tão sintética e pungente, incide sobre o
primeiro dos nossos enigmas: o da finalidade da nossa existência.
Não seria difícil encontrarmos em nosso cancioneiro
exemplos outros de pontos de reflexão essencial sobre nossa
condição no mundo. Em "A vida é um moinho", de Cartola, ou
em "Esses moços", de Lupicínio Rodrigues, ou ainda em "Juízo
final", de Nelson Cavaquinho, há agudos lampejos reflexivos,
nascidos de experiências curtidas e assimiladas. Não se trata
de "sabedoria popular": é sabedoria mesmo, sem adjetivo, filtrada
por espíritos sensíveis que encontraram na canção os meios
para decantar a maturidade de suas emoções. Até mesmo
numa marchinha de carnaval, como "A jardineira", do
Braguinha, perguntamos: "Ó jardineira, por que estás tão triste?
Mas o que foi que te aconteceu?" ? para saber que a tristeza
dela vem da morte de uma camélia. Essa pequena tragédia,
cantada enquanto se dança, mistura-se à alegria de todos e funde
no canto da vida o advento natural da morte: "Foi a camélia
que caiu do galho, deu dois suspiros e depois morreu..."
Mesmo em nosso folclore, compositores anônimos alcançaram
um tom elevado na dicção aparentemente ingênua de
uma cantiga de roda. Enquanto se brinca, canta-se: "Menina,
minha menina / Faz favor de entrar na roda / Cante um verso
bem bonito / Diga adeus e vá-se embora". Não será essa uma
expressão justa do sentido mesmo de nossa vida: entrar na roda,
dizer a que veio e ir-se embora? É o que cantam as alegres
crianças de mãos dadas, muito antes de se preocuparem com a
metafísica ou o destino da humanidade.

(BARROSO, Silvino, inédito)

Transpondo-se para a voz ativa a frase Aquele compositor teria sido brindado pelas mais inspiradas musas, a forma verbal resultante será

Ao descrever a área da descrição física de um DVD usan- do o AACR2, o catalogador deve seguir as regras abaixo:

I. Opcionalmente, use terminologia convencional para registrar formatos específicos do suporte físico.
II. Registre son. se o recurso estiver codificado para ter ou produzir som. Registre color se o arquivo estiver codificado para ser exibido em duas ou mais cores. Por exemplo: 1 DVD, son., color.
III. Registre características físicas como densidade da gravação e setorização em nota, se puderem ser dadas sucintamente.
IV. Para discos e disquetes, registre as dimensões do suporte físico em polegadas, corn aproximação de ¼ ao centímetro seguinte. Por exemplo: 1 DVD; 4¾ pol.
V. Opcionalmente, registre os detalhes do material adicional, anotando o número das unidades físicas em algarismos arábicos e o nome do material adicional no final da descrição física. Por exemplo: 1 DVD; 4¾ pol. + 1 folh.

Ocorre que as regras constantes em

Instruções: Para responder às questões de números 9 a 15, considere o texto a seguir.

Pobres palavras

Lendo um romance, tropecei na palavra inexorável. É
uma das que mantenho desconhecidas, desde rapazola, quando
peguei gosto de ler. Desconhecida porque, mesmo já tendo
lido inexorável muitas vezes, nunca quis saber o sentido. Parece
uma palavra em desuso, dessas que ficam lá nos velhos
armazéns da língua, coberta de poeira, até que alguém pega e
coloca numa frase como uma roupa no varal. O leitor é quem
recolhe essas roupas, uma por uma, menos as que, como
inexorável, a gente não sabe o que é, deixa lá, para que volte
sozinha ao armazém e fique lá mofando até que...
Bem, desta vez fiquei com pena da pobre inexorável e fui
ao dicionário. E inexorável é implacável. Eu já desconfiava
disso, tantas vezes li que o destino é inexorável, e fiquei feliz
porque o significado justifica a pompa da palavra. Porque a primeira
vez que fui ao dicionário desvendar uma palavra, foi uma
inenarrável (olha outra pomposa aí) decepção.
Era a palavra inconsútil. Em prosa e poesia, volta e meia
lá vinha a inconsútil. Um dia, já na casa dos quarenta, a barba
começando a grisalhar, não aguentei mais as décadas de ignorância
e fui ao dicionário. E inconsútil é apenas "sem costura".
Tantos mantos inconsúteis e eu não conseguia ver algo em comum
entre eles para achar o sentido da palavra, e eram apenas
mantos sem costura. Fiquei acabrunhado (esta nem pomposa, é
atrapalhada mesmo).

(PELLEGRINI, Domingos. Lições de gramática para quem gosta de literatura. São Paulo: Panda Books, 2007, p. 40-41)

Depreende-se corretamente da leitura do texto que, para o autor,

Considere as afirmativas abaixo, relativas à gestão do conhecimento:

I. Requer soluções que combinem pessoas e tecnologia.
II. Requer gestores do conhecimento.
III. O compartilhamento e uso do conhecimento são frequentemente comportamentos anti-naturais.
IV. O acesso ao conhecimento é o fim do processo.

Está correto o que consta APENAS em
Segundo Maria Christina Barbosa de Almeida, a integração dos diversos planos na instituição e a concatenação dos planos de longo, médio e curto prazo são
O Manifesto da IFLA sobre a Internet
A cultura organizacional ou corporativa nasce e se desenvolve fruto das relações com
                                                        Fundas canções

        “Existirmos, a que será que se destina?" - pergunta um verso de Caetano Veloso em sua bela canção “Cajuína", nascida numa visita a amigo em Teresina. Que faz numa canção popular essa pergunta fundamental sobre o propósito mesmo da vida humana? - perguntarão aqueles que preferem separar bem as coisas, julgando que somente os gêneros “sérios" podem querer dar conta das questões “sérias". O preconceito está em não admitir que haja inteligência - e das fulgurantes, como a de Caetano Veloso - entre artistas populares. O fato é que a pergunta dessa canção, tão sintética e pungente, incide sobre o primeiro dos nossos enigmas: o da finalidade da nossa existência.

        Não seria difícil encontrarmos em nosso cancioneiro exemplos outros de pontos de reflexão essencial sobre nossa condição no mundo. Em “A vida é um moinho", de Cartola, ou em “Esses moços", de Lupicínio Rodrigues, ou ainda em “Juízo final", de Nelson Cavaquinho, há agudos lampejos reflexivos, nascidos de experiências curtidas e assimiladas. Não se trata de “sabedoria popular": é sabedoria mesmo, sem adjetivo, filtrada por espíritos sensíveis que encontraram na canção os meios para decantar a maturidade de suas emoções. Até mesmo numa marchinha de carnaval, como “A jardineira", do Braguinha, perguntamos: “Ó jardineira, por que estás tão triste? Mas o que foi que te aconteceu?" - para saber que a tristeza dela vem da morte de uma camélia. Essa pequena tragédia, cantada enquanto se dança, mistura-se à alegria de todos e funde no canto da vida o advento natural da morte: “Foi a camélia que caiu do galho, deu dois suspiros e depois morreu..."

        Mesmo em nosso folclore, compositores anônimos alcançaram um tom elevado na dicção aparentemente ingênua de uma cantiga de roda. Enquanto se brinca, canta-se: “Menina, minha menina / Faz favor de entrar na roda / Cante um verso bem bonito / Diga adeus e vá-se embora". Não será essa uma expressão justa do sentido mesmo de nossa vida: entrar na roda, dizer a que veio e ir-se embora? É o que cantam as alegres crianças de mãos dadas, muito antes de se preocuparem com a metafísica ou o destino da humanidade.


(BARROSO, Silvino, inédito)

Está clara e correta a redação deste livre comentário sobre o texto.
A eficácia

I. coloca a ênfase nos resultados.
II. busca otimizar o uso de recursos.
III. refere-se ao processo.
IV. almeja obter resultados.

Está correto o que consta APENAS em
Página 1