Acerca da responsabilidade dos sócios, nas sociedades empresariais, leia as afirmativas abaixo e a seguir assinale a opção correta.
I. Na sociedade anônima o capital se divide em quotas denominadas ações e cada sócio é responsável ilimitadamente pelas obrigações sociais.
II. Na sociedade em nome coletivo, formada somente por pessoas físicas, todos os sócios respondem solidária e ilimitadamente pelas obrigações sociais.
III. Na sociedade limitada, cada sócio responderá sempre pelas obrigações sociais até o valor da sua quota parte.
Está correto o que se afirma em:
I. tarifas sobre depósito à vista e sobre aplicações em CDBs;
II. tarifas sobre serviços de conta corrente e de corretagem e custódia;
III. tarifas sobre emissões e anuidades de cartões de crédito;
IV. receitas sobre administração de fundos de investimento e administração de consórcios.
Está(ão) correta(s) somente:
São eles:
Analise as assertivas apresentadas, classificando- as em V (verdadeira) ou F (falsa) e marque a opção correspondente.
( ) O Sistema Financeiro Nacional (SFN) é composto por um conjunto de instituições públicas e privadas e tem como órgão normativo máximo o Conselho Monetário Nacional (CMN).
( ) O SFN envolve dois grandes subsistemas: um normativo e outro de intermediação financeira, sendo que este último é composto por instituições que estabelecem diretrizes de atuação das instituições financeiras operativas, como a Comissão de Valores Mobiliários, por exemplo.
( ) O CMN reveste-se de amplas atribuições, inclusive da formulação da política de moeda e do crédito, com o objetivo de resguardar os interesses econômico-sociais do País.
( ) Um sistema financeiro, grosso modo, pode ser entendido como um conjunto de instituições e instrumentos que, em última análise, se ocupa da transferência de recursos dos agentes econômicos superavitários para os agentes deficitários.
( ) Como regra, as instituições financeiras são classificadas como bancárias ou monetárias e não bancárias ou não monetárias. Como exemplos destas últimas estão as sociedades corretoras, os bancos de investimentos e os bancos múltiplos.
• existem estudantes de Lógica que não lêem Platão;
• todos os estudantes de Lógica são leitores de Aristóteles.
A partir dessas premissas é possível deduzir logicamente que:
Carlos Heitor Cony - Folha de São Paulo
Foi melancólico o 1º de Maio deste ano. Não tivemos a tragédia do Rio centro, que até hoje não foi bem explicada e, para todos os efeitos, marcou o início do fim da ditadura militar.
Tampouco ressuscitamos o entusiasmo das festividades, os desfiles e a tradicional arenga de um ditador que, durante anos, começava seus discursos com o famoso mantra: "Trabalhadores do Brasil".
De qualquer forma, era um pretexto para os governos de plantão forçarem um clima de conciliação nacional, o salário mínimo era aumentado e, nos teatros da praça Tiradentes, havia sempre uma apoteose patriótica com os grandes nomes do rebolado agitando bandeirinhas nacionais. Nos rádios, a trilha musical era dos brados e hinos militares, na base do "avante camaradas".
Este ano, a tônica foram as vaias que os camaradas deram às autoridades federais, estaduais e municipais. Com os suculentos escândalos (mensalão, Petrobrás e outros menos votados), as manifestações contra os 12 anos de PT, que começaram no ano passado, só não tiveram maior destaque porque a mídia deu preferência mais que merecida aos 20 anos da morte do nosso maior ídolo esportivo.
Depois de Ayrton Senna, o prestígio de nossas cores está em baixa, a menos que Paulo Coelho ganhe antecipadamente o Nobel de Literatura e Roberto Carlos dê um show no Teatro alla Scala, em Milão, ou no Covent Garden, em Londres.
Sim, teremos uma Copa do Mundo para exorcizar o gol de Alcides Gighia, na Copa de 1950, mas há presságios sinistros de grandes manifestações contra o governo e a FIFA, que de repente tornou-se a besta negra da nossa soberania.
A única solução para tantos infortúnios seria convidar o papa Francisco para apitar a final do Mundial, desde que Sua Santidade não roube a favor da Argentina.
A invasão do Iraque por forças militares de vários países, sob o comando dos EE.UU., deu- se oficialmente porque aquele país:
Acerca das operações de crédito, em geral, assinale a alternativa correta.
SEM SOLUÇÃO
Carlos Heitor Cony – Folha de São Paulo
Foi melancólico o 1º de Maio deste ano. Não tivemos a
tragédia do Riocentro, que até hoje não foi bem explicada e, para
todos os efeitos, marcou o início do fim da ditadura militar.
Tampouco ressuscitamos o entusiasmo das
festividades, os desfiles e a tradicional arenga de um ditador que,
durante anos, começava seus discursos com o famoso mantra:
"Trabalhadores do Brasil".
De qualquer forma, era um pretexto para os governos
de plantão forçarem um clima de conciliação nacional, o salário
mínimo era aumentado e, nos teatros da praça Tiradentes, havia
sempre uma apoteose patriótica com os grandes nomes do
rebolado agitando bandeirinhas nacionais. Nos rádios, a trilha
musical era dos brados e hinos militares, na base do "avante
camaradas".
Este ano, a tônica foram as vaias que os camaradas
deram às autoridades federais, estaduais e municipais. Com os
suculentos escândalos (mensalão, Petrobrás e outros menos
votados), as manifestações contra os 12 anos de PT, que
começaram no ano passado, só não tiveram maior destaque
porque a mídia deu preferência mais que merecida aos 20 anos
da morte do nosso maior ídolo esportivo.
Depois de Ayrton Senna, o prestígio de nossas cores
está em baixa, a menos que Paulo Coelho ganhe
antecipadamente o Nobel de Literatura e Roberto Carlos dê um
show no Teatro alla Scala, em Milão, ou no Covent Garden, em
Londres.
Sim, teremos uma Copa do Mundo para exorcizar o gol
de Alcides Gighia, na Copa de 1950, mas há presságios sinistros
de grandes manifestações contra o governo e a FIFA, que de
repente tornou–se a besta negra da nossa soberania.
A única solução para tantos infortúnios seria convidar o
papa Francisco para apitar a final do Mundial, desde que Sua
Santidade não roube a favor da Argentina.
A alternativa em que o termo sublinhado está empregado em sentido lógico ou denotativo é:
Se colocarmos o pronome oblíquo "o" após a forma do verbo "empobrecem", a forma correta da frase seria: