"Como se diz no Sul: ?Não está morto quem peleia?, e ele ainda tinha muito a PELEAR." (§ 4)
Otermo "pelear" é uma variante linguística que, como o próprio texto registra, é predominantemente usada na região sul do Brasil. Entre as alternativas a seguir, a única que, ao substituir o termo destacado, altera seu sentido original no texto, é:

Indique, dentre as alternativas a seguir, o fragmento de texto que é construído por uma gradação.

Conforme a norma ABNT NBR 7211:2009 (Agregados para concreto – Especificação), a quantidade máxima permitida, relativa à massa do material, de materiais carbonosos presentes no agregado miúdo, quando se tratar de concreto não aparente, é:

As informações consideradas ultrassecretas pela Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527/2011) têm prazo máximo de sigilo, contado da data de sua produção, de:

"Ela fechou o jornal, voltou–se para ele:
— Você sabe que dia é hoje?" (§ 7 e 8)

No texto, a pergunta feita pela mulher parece estar deslocada da sequência de ações. Esse é o clímax da narração. Quanto ao efeito no texto, a principal ideia transmitida por esse momento é a de:

Das opções seguintes, assinale aquela queNÃOestá disponível como opção de fator de zoom no BrOffice.org 3.0Writer:

Uma argamassa de cimento e areia para revestimento de parede foi especificada com traço em volume de 1 : 8, referido a materiais secos. Sabendo–se que a massa unitária do cimento é 1,42 kg/dm3 e que a massa unitária da areia seca é 1,54 kg/dm3, o traço dessa argamassa em massa é:

Leia o texto a seguir e responda às questões propostas.

Espaço vital

Etiqueta no avião: quem tem direito ao braço da poltrona? (03/01/2008)

Tão logo sentaram e afivelaram os cintos de segurança ele sentiu que o conflito começaria a qualquer momento. O conflito pelo braço da poltrona, bem entendido, este território que, ao menos na classe econômica (para executiva ele não tinha grana), é obrigatoriamente comum. Como a mulher a seu lado, ele era corpulento; e o braço da poltrona, estreito, não acolheria os cotovelos de ambos. Breve estaria desencadeada a luta pelo espaço vital, talvez não tão sangrenta quanto a Segunda Guerra na Europa, mas mesmo assim encarniçada.
Ela tomou a iniciativa. Tão logo o avião decolou, e antes mesmo que a comissária anunciasse: "Nosso tempo de voo será de...", ela abriu o jornal. Um jornal grande, não um tabloide, não uma revista. Jornalão, com muita coisa para ler, editoriais, artigos, reportagens. E, o jornal aberto, ela naturalmente ancorou o cotovelo no braço da poltrona. Ancorou–o numa posição que não permitiria o ingresso ali de qualquer outro cotovelo.
Ele também tinha um jornal. Ele também era um leitor assíduo. Mas a verdade é que ela se antecipara na manobra, e agora qualquer tentativa dele no sentido de manifestar interesse nas notícias do país e do mundo não passaria de uma medíocre, e até vergonhosa, imitação. Portanto, um a zero para ela.
Mas ele não desistiria. Desistir? De maneira alguma. Como se diz no Sul: "Não está morto quem peleia", e ele ainda tinha muito a pelear. Agora, porém, adotaria uma tática diversa. Uma falsa retirada, destinada a dar à dona do poderoso cotovelo uma ilusória sensação de definitiva vitória. Inclinou a poltrona, bocejou, fechou os olhos e fingiu dormir. Mas, por entre as pálpebras semicerradas, observava–a. Aparentemente ela continuava absorvida na leitura. Ele resolveu tentar um ataque sub–reptício, tipo atentado terrorista. Como se fosse um movimento automático, colocou o cotovelo sobre o braço da poltrona. Torceu para que a aeronave entrasse numa área de turbulência, o que acabou acontecendo. No primeiro solavanco o cotovelo dele empurrou, como que por acidente, o cotovelo dela para fora. E ali ficou triunfante, como aqueles soldados que, na batalha de Iwo Jima, desfraldaram a bandeira americana.
Ela continuava lendo o jornal. Mas ele sabia que, no fundo, ela estava remoendo a raiva e planejando a vingança. Que planejasse. Ele não entregaria jamais a sua conquista.
E aí o problema, o inesperado problema. De repente sentiu vontade de urinar. Muita vontade de urinar. Que fazer? Se levantasse, perderia o braço da poltrona e nunca mais o recuperaria. Durante longos minutos debateu–se em dúvida cruel. E aí, misericordiosamente, o comandante anunciou que estavam pousando.
Ela fechou o jornal, voltou–se para ele:
— Você sabe que dia é hoje?
Ele não sabia. Ela sorriu, como mãe diante de filho travesso, e revelou: era o aniversário de casamento de ambos. Trinta e cinco anos de matrimônio. Trinta e cinco anos partilhando sonhos, angústias, o cuidado dos filhos. E ah, sim, braços de poltrona em aviões.

Em "Ele resolveu tentar um ataque SUB–REPTÍCIO, tipo atentado terrorista.", (§ 4) o termo destacado no fragmento pode ser substituído, sem alteração de sentido, por:

De acordo com a norma ABNT NBR 7480:2007 (Aço destinado a armaduras para estruturas de concreto armado – Especificação), as barras são obtidas por laminação a quente, sem processo posterior de deformação mecânica com diâmetro, em mm, igual ou superior a:

De acordo com a norma ABNT NBR 13531:1995 (Elaboração de projetos de edificações – Atividades técnicas), a etapa das atividades técnicas do projeto de uma edificação destinada à elaboração de análise e avaliações para seleção e recomendação de alternativas para a concepção da edificação e de seus elementos, instalações e componentes, é denominada:

Segundo a Lei nº 9.784/1999, é correto afirmar que o processo administrativo:

Analise as seguintes sentenças em relação ao Sistema Operacional Linux.

I. Sockets são arquivos utilizados para representar dispositivos de hardware do computador.
II. Ao renomear um arquivo, é possível inserir espaços no meio deumnome do arquivo.
III. Os inodes são os elementos essenciais do sistema de arquivos do Linux.
É(são) verdadeira(s) apenas:

"E,OJORNAL ABERTO, ela naturalmente ancorou o cotovelo no braço da poltrona." (§ 2)
Indique a alternativa que substitui a oração subordinada adverbial temporal reduzida de particípio, destacada no fragmento, sem alteração de sentidoemrelação ao texto.

Conforme artigo 5º da Constituição Federal vigente, são exemplos de direitos e garantias fundamentais:

Indique a alternativa a seguir que apresenta aposto:

Leia o texto a seguir e responda às questões propostas.

Espaço vital

Etiqueta no avião: quem tem direito ao braço da poltrona? (03/01/2008)

Tão logo sentaram e afivelaram os cintos de segurança ele sentiu que o conflito começaria a qualquer momento. O conflito pelo braço da poltrona, bem entendido, este território que, ao menos na classe econômica (para executiva ele não tinha grana), é obrigatoriamente comum. Como a mulher a seu lado, ele era corpulento; e o braço da poltrona, estreito, não acolheria os cotovelos de ambos. Breve estaria desencadeada a luta pelo espaço vital, talvez não tão sangrenta quanto a Segunda Guerra na Europa, mas mesmo assim encarniçada.
Ela tomou a iniciativa. Tão logo o avião decolou, e antes mesmo que a comissária anunciasse: "Nosso tempo de voo será de...", ela abriu o jornal. Um jornal grande, não um tabloide, não uma revista. Jornalão, com muita coisa para ler, editoriais, artigos, reportagens. E, o jornal aberto, ela naturalmente ancorou o cotovelo no braço da poltrona. Ancorou–o numa posição que não permitiria o ingresso ali de qualquer outro cotovelo.
Ele também tinha um jornal. Ele também era um leitor assíduo. Mas a verdade é que ela se antecipara na manobra, e agora qualquer tentativa dele no sentido de manifestar interesse nas notícias do país e do mundo não passaria de uma medíocre, e até vergonhosa, imitação. Portanto, um a zero para ela.
Mas ele não desistiria. Desistir? De maneira alguma. Como se diz no Sul: "Não está morto quem peleia", e ele ainda tinha muito a pelear. Agora, porém, adotaria uma tática diversa. Uma falsa retirada, destinada a dar à dona do poderoso cotovelo uma ilusória sensação de definitiva vitória. Inclinou a poltrona, bocejou, fechou os olhos e fingiu dormir. Mas, por entre as pálpebras semicerradas, observava–a. Aparentemente ela continuava absorvida na leitura. Ele resolveu tentar um ataque sub–reptício, tipo atentado terrorista. Como se fosse um movimento automático, colocou o cotovelo sobre o braço da poltrona. Torceu para que a aeronave entrasse numa área de turbulência, o que acabou acontecendo. No primeiro solavanco o cotovelo dele empurrou, como que por acidente, o cotovelo dela para fora. E ali ficou triunfante, como aqueles soldados que, na batalha de Iwo Jima, desfraldaram a bandeira americana.
Ela continuava lendo o jornal. Mas ele sabia que, no fundo, ela estava remoendo a raiva e planejando a vingança. Que planejasse. Ele não entregaria jamais a sua conquista.
E aí o problema, o inesperado problema. De repente sentiu vontade de urinar. Muita vontade de urinar. Que fazer? Se levantasse, perderia o braço da poltrona e nunca mais o recuperaria. Durante longos minutos debateu–se em dúvida cruel. E aí, misericordiosamente, o comandante anunciou que estavam pousando.
Ela fechou o jornal, voltou–se para ele:
— Você sabe que dia é hoje?
Ele não sabia. Ela sorriu, como mãe diante de filho travesso, e revelou: era o aniversário de casamento de ambos. Trinta e cinco anos de matrimônio. Trinta e cinco anos partilhando sonhos, angústias, o cuidado dos filhos. E ah, sim, braços de poltrona em aviões.

Quanto à regência verbal, indique a alternativa que apresenta a correta substituição do termo destacado no fragmento do texto.

O funcionário público que, em razão de sua função,

sabendo inequivocamente da sustação por ordem

judicial da cobrança de tributo, ainda assim o exige

empregando meio que a lei não autoriza comete o

crime de:

A relação entre a massa específica do solo seco, obtida no campo, e a massa específica do solo seco máxima, obtida em laboratório, é denominada:

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