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A perícia contábil constitui o conjunto de procedimentos técnicos e científicos destinados a levar à instância decisória elementos de prova necessários a subsidiar a justa solução do litígio, mediante laudo pericial contábil e/ou parecer pericial contábil, em conformidade com as normas jurídicas e profissionais e com a legislação específica, no que for pertinente. Em relação a normas de perícia contábil, assinale a alternativa correta. 
Identifique quais dos itens abaixo correspondem a objetivos do planejamento da perícia e assinale a alternativa correta. 
I. Facilitar a execução e a revisão dos trabalhos. 
II. Definir a natureza, a oportunidade e a extensão dos procedimentos a serem aplicados, em consonância com o objeto da perícia. 
III. Identificar potenciais problemas e riscos dos controles internos que possam vir a comprometer as informações das demonstrações contábeis. 
IV. Conhecer o objeto e a finalidade da perícia, a fim de permitir a adoção de procedimentos que conduzam à revelação da verdade, a qual subsidiará o juízo, o árbitro ou o interessado a tomar a decisão a respeito da lide. 
V. Estabelecer como ocorrerá a divisão das tarefas entre os membros da equipe de trabalho, sempre que o perito necessitar de auxiliares.
Numere a coluna 2 identificando o tipo de cada entidade da administração indireta da União, conforme listado na coluna 1, e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo. 
COLUNA 1 
1. Autarquia 
2. Fundação pública 
3. Empresa pública 
4. Economia mista 
COLUNA 2 
( ) Serviço Federal de Processamento de Dados 
( ) Universidade Federal de Santa Catarina 
( ) Empresa Brasil de Comunicação 
( ) Companhia Brasileira de Trens Urbanos 
( ) Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística 
( ) Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira 
( ) Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares 
( ) Banco Central
A Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P) é um programa do Ministério do Meio Ambiente que objetiva estimular os órgãos públicos do País a implementarem práticas de sustentabilidade. A esse respeito, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta. 
I. No Brasil, o uso de águas pluviais nas construções sustentáveis urbanas é recomendado somente para ingestão humana. 
II. A análise de ciclo de vida é aplicada a produtos, como um copo. Essa metodologia não se aplica a atividades e serviços, como a produção de 1 kJ de energia. 
III. Nas compras públicas, comumente o preço de um produto não considerava os custos das externalidades negativas. Essa foi uma das razões para a Lei nº 12.349/10 alterar a Lei nº 8.666/93, com possibilidade de inclusão de critérios ambientais nas aquisições de bens, contratações de serviços e execução de obras. 
IV. A Política Nacional de Resíduos Sólidos prevê que os sistemas de devolução dos resíduos aos geradores serão implementados principalmente por meio de acordos setoriais com a indústria.
Essa questão envolve a logística reversa
A opinião do auditor quanto ao que constitui evidência de auditoria apropriada e suficiente é influenciada por diversos fatores. Identifique quais dos itens abaixo correspondem a esses fatores e assinale a alternativa correta. 
I. Importância da distorção potencial na afirmação e probabilidade de que ela tenha efeito relevante, individualmente ou em conjunto com outras distorções em potencial, nas demonstrações contábeis. 
II. Efetividade das respostas e dos controles da administração para enfrentar os riscos. 
III. Entendimento da entidade e de seu ambiente, incluindo o seu controle interno. 
IV. Resultados dos procedimentos de auditoria executados, incluindo se esses procedimentos de auditoria identificaram casos específicos de fraude ou erro. 
V. Persuasividade da evidência de auditoria.

Texto 2

Pesquisadores explicam por que é tão difícil imitar os sons de outra língua

Por Rennan A. Julio

  1. Cérebro adapta todo e qualquer som estranho para o seu idioma original.

  2. Estudos tentam entender a origem do sotaque. Em busca de justificativas para a nossa 
  3. dificuldade de reproduzir sons de línguas diferentes, pesquisadores fizeram testes com 
  4. bebês e adolescentes de todo o mundo.
  5. Há mais de duas décadas, uma equipe da Universidade de Washington tenta entender 
  6. como o cérebro humano compreende a linguagem humana. Para isso, analisou bebês do 
  7. mundo inteiro durante esse período.
  8. Em um dos testes, a equipe fez com que, aos seis meses de idade, bebês japoneses e 
  9. ingleses escutassem sons de ambas as culturas. Até então, as crianças conseguiam 
  10. reproduzir os “barulhos” característicos às duas nações; só que quando atingiram os dez 
  11. meses de idade, os mesmos bebês falharam na percepção de sons que não faziam parte de 
  12. sua cultura. Os japoneses deixaram de reconhecer “r” e “l”, cuja distinção não existe no 
  13. Japão, mas existe na língua inglesa.

  14. Realizado por outra equipe de pesquisadores, um segundo estudo sugere diferente: as 
  15. pessoas não perdem tão abruptamente essa capacidade de aprender línguas, mas o 
  16. processo acontece durante a puberdade. Depois de uma série de testes, esses cientistas 
  17. perceberam uma forte relação entre o aprendizado de uma segunda língua e a época em 
  18. que isso acontece.

  19. Para o especialista Eric Bakovic, existe um movimento para processar esse tipo de 
  20. informação: “Você aprende uma língua pegando sons e imitando seus pais. Depois, seu 
  21. cérebro começa a fazer outras coisas, assumindo que já tinha aprendido todos os sons 
  22. necessários para manter uma relação comunicativa com as pessoas ao seu redor”. Essa 
  23. biblioteca de sons nos permite fluência com a língua que falamos, mas quando tratamos de 
  24. sons “externos” ficamos “surdos”, afirma o linguista da Universidade de San Diego.

  25. “Quando você escuta um sotaque ou uma língua totalmente diferente, seu cérebro mapeia 
  26. precisão, as pessoas acabam juntando as partes “próximas” do que os seus cérebros sabem 
  27. e reproduzindo dessa maneira.Mas para Joel Goldes, especialista nessa área e atuante em
  28. Hollywood, isso pode ser treinado. “Nosso cérebro realmente nos bloqueia de ouvir o que 
  29. estamos ouvindo. Até que alguém nos ensine a produzir novos sons, nós não os escutamos. 
  30. É por isso que uma pessoa pode ficar 40 anos em um país diferente sem perder o sotaque”. 
Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2014/10/pesquisadores-explicam-por-que-e-tao-dificil-imitar-o-sotaque-de-outralingua.html. [Adaptado]. Acesso em: 10 nov. 2018
Com base no texto 2 e na norma padrão escrita, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta. 
I. As palavras ‘país’ (linha 34) e ‘Japão’ (linha 13) são acentuadas pela mesma regra. 
II. As palavras ‘humana’ (linha 7) e ‘escutassem’ (linha 10) possuem mais grafemas do que fonemas. 
III. As palavras ‘cérebro’ (linha 1) e ‘próximas’ (linha 29) são acentuadas porque são proparoxítonas. 
IV. As palavras ‘pesquisadores’ (linha 4), ‘adolescentes’ (linha 5) e ‘linguagem’ (linha 7) contêm dígrafo.

Texto 2

Pesquisadores explicam por que é tão difícil imitar os sons de outra língua

Por Rennan A. Julio

  1. Cérebro adapta todo e qualquer som estranho para o seu idioma original.

  2. Estudos tentam entender a origem do sotaque. Em busca de justificativas para a nossa 
  3. dificuldade de reproduzir sons de línguas diferentes, pesquisadores fizeram testes com 
  4. bebês e adolescentes de todo o mundo.
  5. Há mais de duas décadas, uma equipe da Universidade de Washington tenta entender 
  6. como o cérebro humano compreende a linguagem humana. Para isso, analisou bebês do 
  7. mundo inteiro durante esse período.
  8. Em um dos testes, a equipe fez com que, aos seis meses de idade, bebês japoneses e 
  9. ingleses escutassem sons de ambas as culturas. Até então, as crianças conseguiam 
  10. reproduzir os “barulhos” característicos às duas nações; só que quando atingiram os dez 
  11. meses de idade, os mesmos bebês falharam na percepção de sons que não faziam parte de 
  12. sua cultura. Os japoneses deixaram de reconhecer “r” e “l”, cuja distinção não existe no 
  13. Japão, mas existe na língua inglesa.

  14. Realizado por outra equipe de pesquisadores, um segundo estudo sugere diferente: as 
  15. pessoas não perdem tão abruptamente essa capacidade de aprender línguas, mas o 
  16. processo acontece durante a puberdade. Depois de uma série de testes, esses cientistas 
  17. perceberam uma forte relação entre o aprendizado de uma segunda língua e a época em 
  18. que isso acontece.

  19. Para o especialista Eric Bakovic, existe um movimento para processar esse tipo de 
  20. informação: “Você aprende uma língua pegando sons e imitando seus pais. Depois, seu 
  21. cérebro começa a fazer outras coisas, assumindo que já tinha aprendido todos os sons 
  22. necessários para manter uma relação comunicativa com as pessoas ao seu redor”. Essa 
  23. biblioteca de sons nos permite fluência com a língua que falamos, mas quando tratamos de 
  24. sons “externos” ficamos “surdos”, afirma o linguista da Universidade de San Diego.

  25. “Quando você escuta um sotaque ou uma língua totalmente diferente, seu cérebro mapeia 
  26. precisão, as pessoas acabam juntando as partes “próximas” do que os seus cérebros sabem 
  27. e reproduzindo dessa maneira.Mas para Joel Goldes, especialista nessa área e atuante em
  28. Hollywood, isso pode ser treinado. “Nosso cérebro realmente nos bloqueia de ouvir o que 
  29. estamos ouvindo. Até que alguém nos ensine a produzir novos sons, nós não os escutamos. 
  30. É por isso que uma pessoa pode ficar 40 anos em um país diferente sem perder o sotaque”.
Com base no texto 2 e na norma padrão escrita, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta. 

I. Na sentença “Realizado por outra equipe de pesquisadores, um segundo estudo sugere diferente” (linha 15), a expressão ‘um segundo estudo’ exerce função de sujeito. 
II. No trecho “Ao invés de pronunciar com precisão, as pessoas acabam juntando as partes ‘próximas’” (linhas 28 e 29), ‘ao invés’ pode ser substituído por ‘apesar’ sem alteração de sentido. 
III. As palavras ‘especialista’ (linha 20) e ‘estudo’ (linha 15) têm o mesmo prefixo. 
IV. A forma verbal ‘escutassem’ (linha 10) está empregada na terceira pessoa do plural do pretérito imperfeito do subjuntivo
A estrutura conceitual para elaboração e divulgação de informação contábil de propósito geral pelas entidades do setor público estabelece os conceitos que fundamentam a elaboração e a divulgação dos Relatórios Contábeis de Propósito Geral das Entidades do Setor Público (RCPGs). 
Segundo o que prevê a estrutura conceitual, analise as afirmações abaixo e assinale a alternativa correta. 
I. O conteúdo dos relatórios é previsto pela estrutura conceitual, a qual prescreve a forma padrão dos RCPGs. 
II. Os RCPGs são os componentes centrais da transparência da informação contábil dos governos e de outras entidades do setor público. 
III. Alguns usuários da informação contábil podem ter a prerrogativa de exigir a elaboração de relatórios para atender às suas necessidades específicas, mesmo que os relatórios não sejam elaborados para atender especificamente a essas necessidades. 
IV. Os RCPGs devem ser elaborados com base no regime de competência. 
V. Os objetivos da elaboração e divulgação da informação contábil não estão relacionados às necessidades de informações dos usuários dos RCPGs.

TEXTO 1

A linguagem e a constituição da subjetividade [...] O tema da “constitutividade” remete, de alguma forma, a questões que demandam explicitação, já que supõe uma teoria do sujeito e esta, por seu turno, implica a definição de um lugar nem sempre rígido a inspirar práticas     pedagógicas e por isso mesmo políticas.

Quando se admite que um sujeito se constitui, o que se admite junto com isso? Que energeia  põe em movimento este processo? É possível determinar seus pontos alfa e ômega? Em que sentido a prática pedagógica faz parte deste processo? Com que “instrumentos” ou “mediações” trabalha este processo?

Obviamente, este conjunto de questões, a que outras podem ser somadas, põe em foco a totalidade do fenômeno humano, sua destinação e sua autocompreensão. Habituados à higiene da racionalidade, ao inescapável método de pensar as partes para nos aproximarmos de respostas provisórias que, articuladas um dia – sempre posto em suspenso e remetido às calendas gregas – possam dar do todo uma visão coerente e uniforme, temos caminhado e nos fixado nas partes, nas passagens, mantendo sempre no horizonte esta suposição de que o todo será um dia compreendido.

Meu objetivo é pôr sob suspeição a esperança que inspira a construção deste horizonte, o ponto de chegada. E pretendo fazer isso discutindo precisamente a noção de constitutividade e as seguintes implicações que me parecem acompanhá-la:

1.    admitir a noção de constitutividade implica em admitir um espaço para o sujeito;

2.    admitir a noção de constitutividade implica em admitir a inconclusibilidade;

3.    admitir a noção de constitutividade implica em admitir o caráter não fechado dos “instrumentos” com que se opera o processo de constituição;

4.    admitir a noção de constitutividade implica em admitir a insolubilidade.

No movimento pendular da reflexão sobre o sujeito, os pontos extremos a que remete nossa cultura situam o sujeito ora em um de seus lados, tomando-o como um deus ex-nihilo, fonte de todos os sentidos, território previamente dado já que racional por natureza (e por definição), espaço onde se processa toda a compreensão. Na outra extremidade, o sujeito é considerado mero ergon, produto do meio ambiente, da herança cultural de seu passado. Entre a metafísica idealista e o materialismo mecanicista, pontos extremos, movimenta-se o pêndulo. E a força deste movimento é territorializada em um de seus pontos. A absorção de elementos outros, não essenciais segundo o espaço em que se situa a reflexão, são acidentes incorporados ao conceito de sujeito que cada corrente professa. Exemplifiquemos pelas posições mais radicais.

Do ponto de vista de uma metafísica religiosa, destinando-se o homem a seu reencontro paradisíaco com seu Criador, de quem é feito imagem e semelhança, os desvios de rota, os pecados, enfim a vida vivida por todos nós, neste tempo de provação, a consciência que, em sua infinita bondade, nos foi concedida pelo Criador, aponta-nos o bem e o mal, ensina-nos, do nada, o arrependimento pela prática deste e a alegria pela prática daquele. Deus e o Diabo, ambos energeia. Impossível um sem o outro, como mostra o “evangelista” contemporâneo José Saramago em O Evangelho Segundo Jesus Cristo.

 Do ponto de vista de um materialismo estreito, o sujeito na vida que vive apenas ocupa lugares previamente definidos pela estrutura da sociedade, cujas formações discursivas e ideológicas já estatuíram, desde sempre, o que se pode dizer, o que se pode pensar. Recortaram o dizível e o indizível. Toda e qualquer pretensão de dizer a sua palavra, de pensar a motu proprio não passa de uma ilusão necessária e ideológica para que o Criador, agora o sistema, a estrutura se reproduza em sua igualdade de movimentos. Assujeitado nestes lugares, o sujeito conduz-se segundo um papel previamente dado. Representamos na vida. Infelizmente uma representação definitiva e sem ensaios. Sempre a representação final de um papel que não escolhemos. E aqui a lembrança de leitor remete a Milan Kundera de A Insustentável Leveza do Ser.

Em nenhum dos extremos a noção de constitutividade situa a essência do que define o sujeito. Elege o fluxo do movimento como seu território sem espaço. Lugar de passagem e na passagem a interação do homem com os outros homens no desafio de construir categorias de compreensão do mundo vivido, nem sempre percebido e dificilmente concebido de forma Contador Página idêntica pela unicidade irrepetível que é cada sujeito. As interações são perpassadas por histórias contidas e nem sempre contadas. Por interesses contraditórios, por incoerências. São de um presente que, em se fazendo, nos escapa porque sua materialidade é inefável, contendo no aqui e agora as memórias do passado e os horizontes de possibilidades de um futuro. Ao associarem a noção de constitutividade à de interação, escolhendo esta como o lugar de sua realização, as concepções bakhtinianas de linguagem e de sujeito trazem, ao mesmo tempo, para o processo de formação da subjetividade, o outro, alteridade necessária, e o fluxo do movimento, cuja energia não está nos extremos, mas no trabalho que se faz cotidianamente, movido por interesses contraditórios, por lutas, mas também por utopias, por sonhos. Presente limitado pelas suas condições de sua possibilidade, e porque limitado mostra que há algo para além das margens (ou não haveria limites). Os instrumentos disponíveis, construídos pela herança cultural e reconstruídos, modificados, abandonados ou recriados pelo presente, têm um passado, mas seu sentido se mede pelo que no presente constrói como futuro.

 Professar tal teoria do sujeito é aceitar que somos sempre inconclusos, de uma incompletude fundante e não casual. Que no processo de nos compreendermos a nós próprios apelamos para um conjunto aberto de categorias, diferentemente articuladas no processo de viver. Somos insolúveis (o que está longe de volúveis) no sentido de que não há um ponto rígido, duro, fornecedor de todas as explicações.

Que papel reservar à educação e à leitura neste processo? Considerando que a educação somente se dá pelo processo de mediação entre sujeitos e que a leitura é uma das formas de interação entre os homens – um leitor diante de uma página escrita sabe que por trás desta há um autor (seja ele da ordem que for) com que está se encontrando, então devemos incluir todos os processos educacionais e a leitura entre as interações e por isso mesmo dentro dos processos de constituição das subjetividades.

 A leitura do mundo e a leitura da palavra são processos concomitantes na constituição dos sujeitos. Ao “lermos” o mundo, usamos palavras. Ao lermos as palavras, reencontramos leituras do mundo. Em cada palavra, a história das compreensões do passado e a construção das compreensões do presente que se projetam como futuro. Na palavra, passado, presente e futuro se articulam.

 

Assinale a alternativa que melhor exprime o tema central do texto 1.
Com base no trecho abaixo, retirado do texto 1, analise as afirmativas e assinale a alternativa correta. 

“Ao associarem a noção de constitutividade à de interação, escolhendo esta como o lugar de sua realização, as concepções bakhtinianas de linguagem e de sujeito trazem, ao mesmo tempo, para o processo de formação da subjetividade, o outro, alteridade necessária, e o fluxo do movimento, cuja energia não está nos extremos, mas no trabalho que se faz cotidianamente, movido por interesses contraditórios, por lutas, mas também por utopias, por sonhos.”(linhas 58 a 63)

I. Em “Ao associarem a noção de constitutividade à de interação [...]”, há uma retomada por elipse do termo ‘noção’, justificando a marcação de ocorrência de crase. 
II. A palavra ‘esta’ tem como referente a expressão ‘as concepções bakhtinianas’. 
III. A expressão entre vírgulas ‘alteridade necessária’ corresponde a uma explicação do termo antecedente. 
IV. As duas ocorrências da conjunção ‘mas’ estabelecem relações coordenativas: a primeira, adversativa, e a segunda, aditiva. 
Identifique quais das funcionalidades enumeradas abaixo estão presentes no Microsoft Word e assinale a alternativa correta. 

I. Controlar alterações: registra todas as alterações efetuadas em um documento, para que possam ser, posteriormente, aceitas ou rejeitadas. 
II. Comparar documentos: compara duas versões de um documento, indicando as diferenças entre elas.
III. Dividir a janela: divide a área de exibição do documento em duas seções, que mostram partes diferentes do documento aberto no Word. 
IV. Mostrar figuras: ativa a exibição das figuras contidas no documento.
Em relação às Demonstrações Contábeis aplicadas ao setor público, numere a coluna 2 identificando os conceitos elencados na coluna 1 e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
 COLUNA 1 
1.Balanço orçamentário 
2.Balanço financeiro 
3.Balanço patrimonial 
4.Demonstração das variações patrimoniais 
5.Demonstração dos fluxos de caixa 
6.Demonstração das mutações no patrimônio líquido 
COLUNA 2
( ) Demonstração obrigatória para as empresas estatais dependentes, desde que constituídas sob a forma de sociedades anônimas, e facultativa para os demais órgãos e entidades dos entes da Federação. Demonstra, por exemplo, o superávit ou déficit patrimonial, os ajustes de exercícios anteriores, a destinação do resultado, entre outros pontos.
( ) Permite a análise de como as políticas adotadas provocaram alterações no patrimônio público, considerando-se a finalidade de atender às demandas da sociedade. 
( ) Evidencia as receitas e despesas orçamentárias, bem como os ingressos e dispêndios extraorçamentários, conjugados com os saldos de caixa do exercício anterior e os que se transferem para o início do exercício seguinte. 
( ) Nesta demonstração, no momento inicial da execução orçamentária, tem-se, em geral, o equilíbrio entre receita prevista e despesa fixada.
Atualmente são utilizadas duas tecnologias para armazenamento permanente de dados em computadores pessoais: HDD (hard disk drive) e SSD (solid-state drive). Considere as seguintes afirmativas a respeito dessas tecnologias e assinale a alternativa correta. 

I. A tecnologia SSD consome menos energia que a tecnologia HDD. 
II. A velocidade de leitura/gravação de dados na tecnologia SSD é superior à da tecnologia HDD. 
III. Considerando a capacidade de armazenamento, os dispositivos com base na tecnologia SSD são proporcionalmente mais caros que os com base na tecnologia HDD. 
Com base na Lei nº 4.320/64, analise as afirmativas abaixo, relacionadas à proposta orçamentária, e assinale a alternativa correta. 
I. É fortemente recomendável, mas não exigível, que esteja contida na proposta orçamentária a mensagem que conterá exposição circunstanciada da situação econômico-financeira, documentada com demonstração da dívida fundada e flutuante, saldos de créditos especiais, restos a pagar e outros compromissos financeiros exigíveis, exposição e justificação da política econômico-financeira do governo e justificação da receita e despesa, particularmente no tocante ao orçamento de capital. 
II. Se não receber a proposta orçamentária no prazo fixado na Constituição Federal, o Poder Legislativo federal considerará como proposta a Lei de Orçamento vigente. 
III. A proposta orçamentária conterá o programa anual atualizado de investimentos, inversões financeiras e transferências previstos no Quadro de Recursos e de Aplicação de Capital. 
IV. Cabe exclusivamente aos órgãos de contabilidade a organização de demonstrações mensais da receita arrecadada, segundo as rubricas, para servirem de base à estimativa da receita, na proposta orçamentária.
Considere as fases do ciclo de vida de uma embalagem (fabricação e descarte), com eventual possibilidade de reutilização. Cada uma das fases – A (fabricação, em kg de CO2 equivalentes), B (reutilização, em kg de CO2 equivalentes) e C (descarte em aterro, em kg de CO2 equivalentes) – contribui com o aquecimento global. Diante disso, sob qual condição o processo de reutilização é mais vantajoso que a fabricação de um novo produto?

Texto 2

Pesquisadores explicam por que é tão difícil imitar os sons de outra língua

Por Rennan A. Julio

Cérebro adapta todo e qualquer som estranho para o seu idioma original.


 Estudos tentam entender a origem do sotaque. Em busca de justificativas para a nossa dificuldade de reproduzir sons de línguas diferentes, pesquisadores fizeram testes com bebês e adolescentes de todo o mundo.

Há mais de duas décadas, uma equipe da Universidade de Washington tenta entender como o cérebro humano compreende a linguagem humana. Para isso, analisou bebês do mundo inteiro durante esse período.

Em um dos testes, a equipe fez com que, aos seis meses de idade, bebês japoneses e ingleses escutassem sons de ambas as culturas. Até então, as crianças conseguiam reproduzir os “barulhos” característicos às duas nações; só que quando atingiram os dez meses de idade, os mesmos bebês falharam na percepção de sons que não faziam parte de sua cultura. Os japoneses deixaram de reconhecer “r” e “l”, cuja distinção não existe no Japão, mas existe na língua inglesa.

Realizado por outra equipe de pesquisadores, um segundo estudo sugere diferente: as pessoas não perdem tão abruptamente essa capacidade de aprender línguas, mas o processo acontece durante a puberdade. Depois de uma série de testes, esses cientistas perceberam uma forte relação entre o aprendizado de uma segunda língua e a época em que isso acontece.

Para o especialista Eric Bakovic, existe um movimento para processar esse tipo de informação: “Você aprende uma língua pegando sons e imitando seus pais. Depois, seu cérebro começa a fazer outras coisas, assumindo que já tinha aprendido todos os sons necessários para manter uma relação comunicativa com as pessoas ao seu redor”. Essa biblioteca de sons nos permite fluência com a língua que falamos, mas quando tratamos de sons “externos” ficamos “surdos”, afirma o linguista da Universidade de San Diego.

“Quando você escuta um sotaque ou uma língua totalmente diferente, seu cérebro mapeia os sons diretamente para a língua que você fala”, conta Bakovic. Ao invés de pronunciar com precisão, as pessoas acabam juntando as partes “próximas” do que os seus cérebros sabem e reproduzindo dessa maneira.

Mas para Joel Goldes, especialista nessa área e atuante em Hollywood, isso pode ser treinado. “Nosso cérebro realmente nos bloqueia de ouvir o que estamos ouvindo. Até que alguém nos ensine a produzir novos sons, nós não os escutamos. É por isso que uma pessoa pode ficar 40 anos em um país diferente sem perder o sotaque”.

 

Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2014/10/pesquisadores-explicam-por-que-e-tao-dificil-imitar-o-sotaque-de-outralingua.html. [Adaptado]. Acesso em: 10 nov. 2018
Com base no texto 2, assinale a alternativa correta. 
Com relação às estimativas contábeis, há situações em que elas geram risco de distorção relevante mais baixo. Identifique quais dos itens abaixo descrevem situações desse tipo e assinale a alternativa correta. 
I. Estimativas contábeis de entidade com atividades de negócios que não são complexas. 
II. Estimativas contábeis elaboradas e atualizadas com frequência por estarem relacionadas com transações rotineiras. 
III. Estimativa contábil do valor justo em que o método de mensuração determinado pela estrutura de relatório financeiro aplicável é simples e facilmente aplicado ao ativo ou passivo que requer mensuração do valor justo. 
IV. Estimativas contábeis do valor justo para instrumentos financeiros derivativos não negociados em bolsa. 
V. Estimativa contábil do valor justo em que o modelo usado para mensurar a estimativa contábil é bem conhecido ou geralmente aceito, desde que as premissas ou os dados no modelo sejam observáveis.
Uma empresa foi constituída em 1º/abr./14 e encerra seus exercícios sociais a cada 31/dez. Ela possui apenas dois veículos e os deprecia mensalmente adotando a mesma taxa de depreciação para ambos. Em 31/dez./17, o “veículo mais antigo” estava 40,625% depreciado, e sua depreciação acumulada era de $ 1.092,00. Em 31/mar./18, o “veiculo mais antigo” ficou 43,75% depreciado e o “veículo mais recente” ficou 31,25% depreciado. Nessa data (31/mar./18), a depreciação acumulada do “veículo mais recente” era de $ 990,00. 

Qual é a taxa anual de depreciação que a empresa adota para depreciar os seus veículos?

Texto 2

Pesquisadores explicam por que é tão difícil imitar os sons de outra língua

Por Rennan A. Julio

Cérebro adapta todo e qualquer som estranho para o seu idioma original.


 Estudos tentam entender a origem do sotaque. Em busca de justificativas para a nossa dificuldade de reproduzir sons de línguas diferentes, pesquisadores fizeram testes com bebês e adolescentes de todo o mundo.

Há mais de duas décadas, uma equipe da Universidade de Washington tenta entender como o cérebro humano compreende a linguagem humana. Para isso, analisou bebês do mundo inteiro durante esse período.

Em um dos testes, a equipe fez com que, aos seis meses de idade, bebês japoneses e ingleses escutassem sons de ambas as culturas. Até então, as crianças conseguiam reproduzir os “barulhos” característicos às duas nações; só que quando atingiram os dez meses de idade, os mesmos bebês falharam na percepção de sons que não faziam parte de sua cultura. Os japoneses deixaram de reconhecer “r” e “l”, cuja distinção não existe no Japão, mas existe na língua inglesa.

Realizado por outra equipe de pesquisadores, um segundo estudo sugere diferente: as pessoas não perdem tão abruptamente essa capacidade de aprender línguas, mas o processo acontece durante a puberdade. Depois de uma série de testes, esses cientistas perceberam uma forte relação entre o aprendizado de uma segunda língua e a época em que isso acontece.

Para o especialista Eric Bakovic, existe um movimento para processar esse tipo de informação: “Você aprende uma língua pegando sons e imitando seus pais. Depois, seu cérebro começa a fazer outras coisas, assumindo que já tinha aprendido todos os sons necessários para manter uma relação comunicativa com as pessoas ao seu redor”. Essa biblioteca de sons nos permite fluência com a língua que falamos, mas quando tratamos de sons “externos” ficamos “surdos”, afirma o linguista da Universidade de San Diego.

“Quando você escuta um sotaque ou uma língua totalmente diferente, seu cérebro mapeia os sons diretamente para a língua que você fala”, conta Bakovic. Ao invés de pronunciar com precisão, as pessoas acabam juntando as partes “próximas” do que os seus cérebros sabem e reproduzindo dessa maneira.

Mas para Joel Goldes, especialista nessa área e atuante em Hollywood, isso pode ser treinado. “Nosso cérebro realmente nos bloqueia de ouvir o que estamos ouvindo. Até que alguém nos ensine a produzir novos sons, nós não os escutamos. É por isso que uma pessoa pode ficar 40 anos em um país diferente sem perder o sotaque”.

 

Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2014/10/pesquisadores-explicam-por-que-e-tao-dificil-imitar-o-sotaque-de-outralingua.html. [Adaptado]. Acesso em: 10 nov. 2018
Qual gênero textual melhor representa o texto 2?
A normatização do tratamento contábil aplicável à receita de transação com contraprestação está prevista no Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público (MCASP). Com relação aos dispositivos vinculados à transação com contraprestação, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
 I. As variações patrimoniais aumentativas decorrentes de transações com contraprestação compreendem apenas os valores brutos de benefícios econômicos ou potencial de serviços recebidos ou a receber pela entidade em decorrência de suas atividades.
II. Os valores recebidos em nome de terceiros constituem benefícios econômicos ou potencial de serviços da entidade, por resultarem em aumentos de ativos ou redução de passivos. 
III. Transação com contraprestação é aquela em que a entidade fornece ativos ou serviços ou tem passivos negociados e entrega valor aproximado ao justo em troca, prioritariamente sob a forma de dinheiro, bens, serviços ou uso de ativos. 
IV. Os empréstimos e financiamentos se caracterizam como transações com contraprestação por impactarem a situação patrimonial líquida, em razão de gerarem variações diferentes entre ativos e passivos.
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