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Assim como o mito e a ciência são modos de organização da experiência humana – o primeiro baseado na emoção e o segundo na razão, também a arte vai aparecer no mundo humano como forma de organização, como modo de transformar a experiência vivida em objeto de conhecimento, desta vez através do sentimento. Osborne distingue seis princípios fundamentais que dominaram o ponto de vista renascentista no terreno da estética:


I- A arte é um ramo do conhecimento e, portanto, criação da inteligência.

II- A arte imita a natureza com a ajuda das ciências.

III- As artes plásticas e a literatura têm propósito de melhoria social e moral, aspirando ao ideal.

IV- A beleza é uma propriedade objetiva das coisas e consiste em ordem, harmonia, proporção, adequação. A harmonia expressa-se matematicamente.

V- As artes alcançaram a perfeição na Idade Média.

VI- As artes estão sujeitas a regras de perfeição racionalmente apreensíveis, que podem ser formuladas e ensinadas com precisão. Aprendemo-las pelo estudo das obras da Idade Moderna.

Pode-se afirmar que não são verdadeiras as proposições:

No estudo sobre a razão, Kant distingue a realidade em si, da realidade para nós, ou conhecida por nós. Para fazer isso, Kant faz uso de duas palavras gregas, sendo elas:
Etimologicamente lógica vem do grego logos, que significa ‘palavra’, ‘expressão’, ‘pensamento’, ‘conceito’, ‘discurso’, ‘razão’. Ela se ocupa com a razão e o pensamento. É uma disciplina propedêutica, é o vestíbulo da filosofia, ou seja, a antessala, o instrumento que vai permitir o caminhar rigoroso do filósofo ou do cientista. Portanto, o objeto da lógica é o(a):

Na Grécia, a passagem do mundo tribal à pólis, determina a mudança da maneira de pensar, que antes era predominantemente mítica e depois, com o aparecimento das cidades, faz surgir a racionalidade crítica, típica do pensar filosófico. O advento da pólis grega é concomitante a outras transformações também marcantes, como o aparecimento da escrita, da moeda, dos legisladores. Essas transformações culminam com a figura do cidadão e do filósofo, em um mundo antes marcado pelo desígnio divino. A aventura filosófica dos gregos tem a sua influência até os dias atuais e a filosofia grega costuma ser dividida em três períodos, sendo:

I- Período pré-socrático, (séculos VII e VI a.C).

II- Período socrático ou clássico, (séculos V e IV a.C).

III- Período pós-socrático, (séculos III e II a.C).

Cada período da filosofia grega tem suas marcas ou abrangências.

A- Caracteriza-se pela expansão macedônica sobre os territórios gregos e a formação do império de Alexandre Mágno.

B- Desse período fazem parte o próprio Sócrates e seu discípulo Platão.

C- Abrange os filósofos das colônias gregas que iniciaram o processo de desligamento entre filosofia e o pensamento mítico.

D- Os sofistas são desse período e foram duramente criticados por seus contemporâneos. Sobre os períodos da filosofia grega, podemos afirmar que a relação correta está presente na alternativa:

Na cosmologia, as explicações rompem com a religiosidade, ou seja, com a cosmogonia, típica do pensamento mítico. A ____________ não se encontra mais na ordem do tempo mítico, mas significa princípio teórico, enquanto fundamento de todas as coisas. A lacuna é preenchida, corretamente, por:
A filosofia grega, desde o momento em que se destaca do pensamento mítico, elabora conceitos para instrumentalizar a razão no esforço de compreensão do real. Entre as diversas e importantes contribuições do pensamento grego, destaca-se o caminho percorrido por Parmênides, Platão e Aristóteles, na busca dos conceitos que explicassem o ser em geral e que hoje reconhecemos como sendo o assunto tratado pela parte da filosofia denominada:
Os filósofos gregos tinham uma concepção realista do conhecimento, pois para eles não era problemática a existência do mundo. O mundo é considerado inteligível, isto é, tudo no mundo é compreensível pelo pensamento. O conhecimento se faz pela formação de conceitos, que são verdadeiros enquanto adequados à realidade existente. Neste contexto, o conhecimento é o pensamento que resulta da relação que se estabelece entre: