A organização do trabalho numa repartição pública inclui um conjunto de elementos que contribuem para que a gestão seja eficiente e eficaz. Assinale a alternativa que apresenta alguns desses elementos.
O valor de venda V1 de um produto sofreu um aumento de 10%, originando o valor de venda V2 . Dias depois, sobre o valor V2 , foi aplicado um desconto de 15%, originando o valor de venda de R$ 56,10. Comparado ao valor V1 , o valor de venda de R$ 56,10 é:
Mais um desastre
Ainda demorará um tanto até que o impacto humano e ambiental do rompimento da barragem em Brumadinho (MG) possa ser propriamente avaliado. Algumas lições preliminares, entretanto, já podem ser extraídas desse lamentável desastre.
A primeira deriva do fato acabrunhante de que não se trata de tragédia inédita no gênero. Há apenas três anos o país consternou-se diante das 19 mortes e da incrível devastação desencadeadas pelo colapso de uma barragem da Samarco, que varreu do mapa a localidade de Bento Rodrigues (MG).
Pouco ou quase nada se fez desde então. A não ser, por óbvio, as suspeitas medidas usuais: instalaram-se comissões para tratar do assunto. Resultado? Nenhum.
Segundo relatório da Agência Nacional de Águas, ao menos 45 barragens estão vulneráveis no país. Rachaduras, infiltrações e ausência de documentos que comprovem a segurança são algumas das irregularidades identificadas.
Torna-se claro que há uma falha coletiva, institucional. Autoridades estaduais e federais não atuaram como deveriam, e o mesmo se diga da Vale, sobretudo pela reincidência – a mineradora foi corresponsável pela tragédia da Samarco.
Diante da nova catástrofe consumada, o Ibama multou a Vale – a conferir se a penalidade será paga –, enquanto a Justiça determinou o bloqueio de bilhões de reais para garantir reparação de danos. Ao mesmo tempo, Polícia Federal e Ministério Público mostram-se empenhados em investigar as causas e identificar os culpados.
Tais iniciativas, porém, serão inúteis se perderem ímpeto com o tempo. Elas precisam ser efetivas e exemplares, pois só assim ajudarão a impedir um terceiro desastre. (Editorial. Folha de S.Paulo, 28.01.2019. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o uso do acento indicativo da crase está em conformidade com a norma-padrão.
Um reservatório d’água no formato interno de paralelepípedo reto retangular tem altura interna de 15 metros e comporta um volume total de 135 metros cúbicos de água. Sabendo-se que a base desse reservatório é quadrada, a soma das medidas de todas as arestas internas desse reservatório, em metros, é igual a:
Um prefeito recém-eleito, com ampla experiência na área privada, mas com pouca experiência no setor público, propôs à sua equipe de Secretários e Assessores a criação de um serviço de atendimento ao cidadão, bairro a bairro, 24 horas por dia. Parte da equipe questionou os custos desse serviço, o retorno esperado, bem como a necessidade concreta da proposta apresentada pelo prefeito, dada a baixa demanda da população durante a madrugada. Para sustentar o argumento contrário à ideia, um dos assessores utilizou corretamente o princípio constitucional da Administração Pública descrito na seguinte alternativa:
Ao utilizar buscadores para navegar na Internet, o usuário pode utilizar operadores (símbolos ou palavras) para tornar os resultados mais precisos. No buscador Google, por exemplo, quando o usuário faz a sua pesquisa utilizando uma palavra ou frase entre aspas, por exemplo, “Prefeitura Municipal de Sorocaba”, ele está:
O velho
O que eu mais temo – escrevi em um dos meus agás – não é o Sono Eterno, mas a possibilidade de uma insônia eterna – o que seria uma verdadeira estopada, um suplício sem fim. Porém, em uma de minhas costumeiras noites de sonho acordado, o meu amigo morto me pediu um cigarro, e disse-me:
– Não é como tu pensas, todos nós trabalhamos numa
série infinita de escritórios (cada geração de mortos num deles) onde a gente se entrega a um sério trabalho de estatística: tem-se de anotar a chegada de cada um e comunicar-lhe
o respectivo número, pois isso de nomes é mera convenção terrena. O pior são os que atrapalham a escrita, morrendo antes do tempo – ou porque se mataram ou por culpa dos médicos, e estes ainda são culpados quando fazem os doentes morrer depois da hora, numa espécie de sobrevida artificial,
já que os médicos (diga-se em sua honra) julgam criminosa a prática da eutanásia... Uma pena!
– E fora do expediente, o que fazem vocês?
– Bem, a hora do almoço não deixa de ser divertida por causa dos Santos: põem-se a discutir acaloradamente qual deles fez na Terra o maior número de milagres e outras futilidades.
– E Deus? Me conta como é Ele...
– Ah, o Velho? Desconfio que certa vez O vi...
– Mas conta-me lá como foi que desconfiaste de ter visto o Velho?
– Foi há tempos, eu era recém-chegado, quando uma tarde apareceu de surpresa no escritório um velhinho muito simpático. Com as mãos às costas, curvava-se sobre cada mesa, inspecionando o nosso trabalho, por sinal que me atrapalhei, errei uma palavra. Ele bateu-me confortadoramente
no ombro, como quem diz: “Não foi nada... não foi nada...” Ao retirar-se, já com a mão no trinco da porta, virou-se para nós e abanou: “Até outra vez se Eu quiser!”
(Mário Quintana. Da preguiça como método de trabalho. Adaptado
Assinale a alternativa cujo enunciado, devidamente pontuado, explica corretamente o que o amigo morto do narrador quis dizer com a frase “Uma pena!” :
Com o valor, em reais, que tem, Carlos consegue comprar 6 unidades de um produto e ainda sobram R$ 7,00. Se tivesse mais R$ 10,00, ele compraria 7 unidades desse produto e sobrariam R$ 4,25. Se uma pessoa comprar 15 unidades desse produto e pagar com duas cédulas de R$ 100,00, o troco que ela receberá será de:
Mais um desastre
Ainda demorará um tanto até que o impacto humano e ambiental do rompimento da barragem em Brumadinho (MG) possa ser propriamente avaliado. Algumas lições preliminares, entretanto, já podem ser extraídas desse lamentável desastre.
A primeira deriva do fato acabrunhante de que não se trata de tragédia inédita no gênero. Há apenas três anos o país consternou-se diante das 19 mortes e da incrível devastação desencadeadas pelo colapso de uma barragem da Samarco, que varreu do mapa a localidade de Bento Rodrigues (MG).
Pouco ou quase nada se fez desde então. A não ser, por óbvio, as suspeitas medidas usuais: instalaram-se comissões para tratar do assunto. Resultado? Nenhum.
Segundo relatório da Agência Nacional de Águas, ao menos 45 barragens estão vulneráveis no país. Rachaduras, infiltrações e ausência de documentos que comprovem a segurança são algumas das irregularidades identificadas.
Torna-se claro que há uma falha coletiva, institucional. Autoridades estaduais e federais não atuaram como deveriam, e o mesmo se diga da Vale, sobretudo pela reincidência – a mineradora foi corresponsável pela tragédia da Samarco.
Diante da nova catástrofe consumada, o Ibama multou a Vale – a conferir se a penalidade será paga –, enquanto a Justiça determinou o bloqueio de bilhões de reais para garantir reparação de danos. Ao mesmo tempo, Polícia Federal e Ministério Público mostram-se empenhados em investigar as causas e identificar os culpados.
Tais iniciativas, porém, serão inúteis se perderem ímpeto com o tempo. Elas precisam ser efetivas e exemplares, pois só assim ajudarão a impedir um terceiro desastre. (Editorial. Folha de S.Paulo, 28.01.2019. Adaptado)
No trecho – o Ibama multou a Vale – a conferir se a penalidade será paga... (6o parágrafo) –, a informação em destaque sugere que:
Mais um desastre
Ainda demorará um tanto até que o impacto humano e ambiental do rompimento da barragem em Brumadinho (MG) possa ser propriamente avaliado. Algumas lições preliminares, entretanto, já podem ser extraídas desse lamentável desastre.
A primeira deriva do fato acabrunhante de que não se trata de tragédia inédita no gênero. Há apenas três anos o país consternou-se diante das 19 mortes e da incrível devastação desencadeadas pelo colapso de uma barragem da Samarco, que varreu do mapa a localidade de Bento Rodrigues (MG).
Pouco ou quase nada se fez desde então. A não ser, por óbvio, as suspeitas medidas usuais: instalaram-se comissões para tratar do assunto. Resultado? Nenhum.
Segundo relatório da Agência Nacional de Águas, ao menos 45 barragens estão vulneráveis no país. Rachaduras, infiltrações e ausência de documentos que comprovem a segurança são algumas das irregularidades identificadas.
Torna-se claro que há uma falha coletiva, institucional. Autoridades estaduais e federais não atuaram como deveriam, e o mesmo se diga da Vale, sobretudo pela reincidência – a mineradora foi corresponsável pela tragédia da Samarco.
Diante da nova catástrofe consumada, o Ibama multou a Vale – a conferir se a penalidade será paga –, enquanto a Justiça determinou o bloqueio de bilhões de reais para garantir reparação de danos. Ao mesmo tempo, Polícia Federal e Ministério Público mostram-se empenhados em investigar as causas e identificar os culpados.
Tais iniciativas, porém, serão inúteis se perderem ímpeto com o tempo. Elas precisam ser efetivas e exemplares, pois só assim ajudarão a impedir um terceiro desastre. (Editorial. Folha de S.Paulo, 28.01.2019. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o termo destacado está empregado em sentido figurado.
A rotina administrativa deve estar em conformidade com o nível de competência dos profissionais, nível de autoridade e responsabilidades. Considerando-se um funcionário de nível médio que atue no controle e na assistência administrativa, assinale a alternativa que aponta atividade típica inerente a esse nível de competência profissional.
Mais um desastre
Ainda demorará um tanto até que o impacto humano e ambiental do rompimento da barragem em Brumadinho (MG) possa ser propriamente avaliado. Algumas lições preliminares, entretanto, já podem ser extraídas desse lamentável desastre.
A primeira deriva do fato acabrunhante de que não se trata de tragédia inédita no gênero. Há apenas três anos o país consternou-se diante das 19 mortes e da incrível devastação desencadeadas pelo colapso de uma barragem da Samarco, que varreu do mapa a localidade de Bento Rodrigues (MG).
Pouco ou quase nada se fez desde então. A não ser, por óbvio, as suspeitas medidas usuais: instalaram-se comissões para tratar do assunto. Resultado? Nenhum.
Segundo relatório da Agência Nacional de Águas, ao menos 45 barragens estão vulneráveis no país. Rachaduras, infiltrações e ausência de documentos que comprovem a segurança são algumas das irregularidades identificadas.
Torna-se claro que há uma falha coletiva, institucional. Autoridades estaduais e federais não atuaram como deveriam, e o mesmo se diga da Vale, sobretudo pela reincidência – a mineradora foi corresponsável pela tragédia da Samarco.
Diante da nova catástrofe consumada, o Ibama multou a Vale – a conferir se a penalidade será paga –, enquanto a Justiça determinou o bloqueio de bilhões de reais para garantir reparação de danos. Ao mesmo tempo, Polícia Federal e Ministério Público mostram-se empenhados em investigar as causas e identificar os culpados.
Tais iniciativas, porém, serão inúteis se perderem ímpeto com o tempo. Elas precisam ser efetivas e exemplares, pois só assim ajudarão a impedir um terceiro desastre. (Editorial. Folha de S.Paulo, 28.01.2019. Adaptado)
Sem prejuízo de sentido ao texto, nas passagens “A não ser, por óbvio, as suspeitas medidas usuais...” (3o parágrafo) e “Tais iniciativas, porém, serão inúteis se perderem ímpeto com o tempo.” (último parágrafo), as expressões destacadas podem ser substituídas, correta e respectivamente, por:
A Constituição Federal estabelece a quantidade de vereadores de acordo com o tamanho da população. Considerando que município de Sorocaba possui aproximadamente de 645 mil habitantes (censo do IBGE de 2015), o limite máximo de vereadores em Sorocaba é de:
“Um terço das crianças de 0 a 3 anos mais pobres do Brasil está fora da creche por falta de vaga”. (IBGE, 2017) Diante desse contexto, a Administração Pública busca firmar convênios com a sociedade civil organizada no sentido de ampliar a quantidade de vagas em creches. Esse tipo de prestação de serviço público por um agente privado é conhecido, no âmbito da Administração Pública, como:
O governo do país asiático elevou, nesta quinta-feira (02.12.18), o nível de alerta para o vulcão que provocou um tsunami no Estreito de Sunda, cuja atividade pode, segundo os cientistas, gerar uma nova onda letal. As autoridades aumentaram o nível de alerta para “elevado”, ou seja, o segundo grau mais importante. A aviação civil recomendou que todos os voos evitem a região. (Veja. https://bit.ly/2CD3AKz. 27.12.18. Adaptado. Acesso em 21.03.2019) O tsunami ocorreu:
Mais um desastre
Ainda demorará um tanto até que o impacto humano e ambiental do rompimento da barragem em Brumadinho (MG) possa ser propriamente avaliado. Algumas lições preliminares, entretanto, já podem ser extraídas desse lamentável desastre.
A primeira deriva do fato acabrunhante de que não se trata de tragédia inédita no gênero. Há apenas três anos o país consternou-se diante das 19 mortes e da incrível devastação desencadeadas pelo colapso de uma barragem da Samarco, que varreu do mapa a localidade de Bento Rodrigues (MG).
Pouco ou quase nada se fez desde então. A não ser, por óbvio, as suspeitas medidas usuais: instalaram-se comissões para tratar do assunto. Resultado? Nenhum.
Segundo relatório da Agência Nacional de Águas, ao menos 45 barragens estão vulneráveis no país. Rachaduras, infiltrações e ausência de documentos que comprovem a segurança são algumas das irregularidades identificadas.
Torna-se claro que há uma falha coletiva, institucional. Autoridades estaduais e federais não atuaram como deveriam, e o mesmo se diga da Vale, sobretudo pela reincidência – a mineradora foi corresponsável pela tragédia da Samarco.
Diante da nova catástrofe consumada, o Ibama multou a Vale – a conferir se a penalidade será paga –, enquanto a Justiça determinou o bloqueio de bilhões de reais para garantir reparação de danos. Ao mesmo tempo, Polícia Federal e Ministério Público mostram-se empenhados em investigar as causas e identificar os culpados.
Tais iniciativas, porém, serão inúteis se perderem ímpeto com o tempo. Elas precisam ser efetivas e exemplares, pois só assim ajudarão a impedir um terceiro desastre. (Editorial. Folha de S.Paulo, 28.01.2019. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o vocábulo “se” tem o mesmo emprego que no trecho: “Pouco ou quase nada se fez desde então.” (3o parágrafo).
Os dados de cinco estabelecimentos comerciais da cidade estão em um documento de texto chamado “C:Estudosempresas.txt” e organizados da seguinte maneira, a partir da primeira linha e posição do arquivo:
Empresa; Responsável; Data de Fundação
Martelinho Dourado; João Carlos; 20/01/1950 Banca do Centro;
Rosa Maria; 13/07/1999
Sorveteria Gelo Bom; Paula Andrade; 03/04/1927 Pastel de Vento;
Daniel Furlan; 29/02/2016 Bar do Carlos;
Carla Santos; 15/04/1988
Considere que o usuário importou tais dados para uma planilha do MS-Excel 2010, utilizando o recurso “De Texto”, do grupo “Obter Dados Externos”, da guia “Dados”. O arquivo foi importado a partir da primeira linha, e os campos foram configurados como delimitados por ponto e vírgula, do tipo “Geral” e com codificação de caracteres compatível. Os dados foram colocados em uma planilha vazia a partir da célula A1. Assinale a alternativa que descreve o conteúdo da célula B4 após a importação do documento de texto.
Em 01 de janeiro, por decisão do novo presidente da República, Jair Bolsonaro, este Ministério assumiu a responsabilidade de identificar, delimitar e fazer as demarcações de terras indígenas a partir deste ano [2019]. Até então, o processo ficava a cargo da Fundação Nacional do Índio (Funai). (Último Segundo – iG. https://bit.ly/2CBaqQO. 02.01.19. Adaptado. Acesso em 20.03.2019) Os assuntos relacionados a essas terras passaram ao Ministério:
No MS-PowerPoint 2010, dentre as diferentes maneiras de iniciar animações em uma apresentação, o usuário pode adicionar um tempo antes de executar um efeito utilizando a opção:
Após criar e finalizar um documento de texto na Área de Trabalho, o usuário decide salvar uma cópia de segurança em um disco rígido externo vazio, que já está devidamente conectado ao computador e tem todas as permissões de acesso para este procedimento.
Para fazer a cópia, o usuário pode selecionar o arquivo no Windows Explorer do MS-Windows 7, pressionar o atalho de teclado , depois, selecionar a pasta do disco rígido externo onde quer salvar a cópia do documento de texto e, então, pressionar o atalho de teclado .
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas do enunciado.