Sobre CATETERISMO VESICAL é CORRETO afirmar:
Questões de Concursos
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Julgue as assertivas a respeito dos deepfakes em VERDADEIRA (V) ou FALSA(F).
( )Os deepfakes nada mais são do que vídeos criados a partir de inteligência artificial e que reproduzem a aparência, as expressões e até a voz de alguém do mundo real. ( )Há o temor de que os deepfakes sejam utilizados para encenar declarações absurdas de políticos e influenciar em processos eleitorais. ( )O Facebook anunciou em janeiro deste ano, provavelmente de olho nas eleições presidenciais dos EUA, que estará na lista de conteúdos banidos da plataforma, junto com nudez e discurso de ódio. ( )Os vídeos falsos, então, possuem uma série de maus usos: eles podem humilhar, chantagear ou difamar alguém, atacar organizações, incitar violência política, cancelar acordos diplomáticos e até fraudar eleições.
A sequência CORRETA é:
Sabe-se que a afirmativa de Marcos é falsa.
Assim, é correto concluir que
_________________ é realizada em quaisquer tecidos ou órgãos quando há a presença de secreção purulenta, área necrótica ou corpo estranho, perfuração de víscera ou contaminação fecal.
Sobre as penas que podem ser aplicadas aos profissionais de enfermagem que infrinjam o Código de Deontologia de Enfermagem, assinale “V” para verdadeiro e “F” para falso, indicando a sequência correta, de cima para baixo:
I. ( ) Advertência verbal; multa.
II. ( ) Censura.
III. ( ) Suspensão do exercício profissional; cassação do direito ao exercício profissional.
IV. ( ) Prestação de cesta básica.
São sinais e sintomas apresentados por uma vítima de TRM com choque neurogênico e sem outras lesões, EXCETO:
(__)É a abertura total ou parcial da incisão cirúrgica provocada por infecção, rompimento da sutura, distensão abdominal, ascite e estado nutricional precário do cliente.
(__)O tratamento da deiscência realiza-se mediante lavagem ou irrigação do local com solução fisiológica, podendo haver a necessidade de o cliente revisar os pontos cirúrgicos.
(__)Todos os curativos com saída de secreções (purulenta, sanguinolenta) devem ser do tipo compressivo; nos casos de sangramento, indica-se o curativo fechado.
Após análise, marque a alternativa a sequência CORRETA dos itens acima:
Acerca das recomendações para adequada limpeza e desinfecção em centro cirúrgico, julgue os próximos itens.
A sala de recuperação pós-anestésica é considerada área interna restrita, em que é obrigatório o uso de roupa privativa, mas não o de máscara.
É urgente recuperar o sentido de urgência
Estamos vivendo como se tudo fosse urgente. Urgente o suficiente para acessar alguém. E para exigir desse alguém uma resposta imediata. Como se o tempo do “outro” fosse, por direito, também o “meu” tempo. E até como se o corpo do outro fosse o meu corpo, já que posso invadi-lo, simbolicamente, a qualquer momento. Como se os limites entre os corpos tivessem ficado tão fluidos e indefinidos quanto a comunicação ampliada e potencializada pela tecnologia. Esse se apossar do tempo/corpo do outro pode ser compreendido como uma violência. Mas até certo ponto consensual, na medida em que este que é alcançado se abre/oferece para ser invadido. Torna-se, ao se colocar no modo “online”, um corpo/tempo à disposição. Mas exige o mesmo do outro – e retribui a possessão. Olho por olho, dente por dente. Tempo por tempo.
Como muitos, tenho tentado descobrir qual é a minha medida e quais são os meus limites nessa nova configuração. Descobri logo que, para mim, o celular é insuportável. Não é possível ser alcançada por qualquer um, a qualquer hora, em qualquer lugar. Estou lendo um livro e, de repente, o mundo me invade, em geral com irrelevâncias, quando não com telemarketing. Estou escrevendo e alguém liga para me perguntar algo que poderia ter descoberto sozinho no Google, mas achou mais fácil me ligar, já que bastava apertar uma tecla do próprio celular. Trabalhei como uma camela e, no meu momento de folga, alguém resolve me acessar para falar de trabalho, obedecendo às suas próprias necessidades, sem dar a mínima para as minhas. Não, mas não mesmo. Não há chance de eu estar acessível – e disponível – 24 horas por sete dias, semana após semana.
Me bani do mundo dos celulares, fechei essa janela no meu corpo. Mantenho meu aparelho, mas ele fica desligado, com uma gravação de “não uso celular, por favor, mande um e-mail”. Carrego-o comigo quando saio e quase sempre que viajo. Se precisar chamar um táxi em algum momento ou tiver uma urgência real, ligo o celular e faço uma chamada. Foi o jeito que encontrei de usar a tecnologia sem ser usada por ela.
Minha decisão não foi bem recebida pelas pessoas do mundo do trabalho, em geral, nem mesmo pela maior parte dos amigos e da família. Descobri que, ao não me colocar 24 horas disponível, as pessoas se sentiam pessoalmente rejeitadas. Mas não apenas isso: elas sentiam-se lesadas no seu suposto direito a tomar o meu tempo na hora que bem entendessem, com ou sem necessidade, como se não devesse existir nenhum limite ao seu desejo. Algumas declararam-se ofendidas. Como assim eu não posso falar com você na hora que eu quiser? Como assim o seu tempo não é um pouco meu? E se eu precisar falar com você com urgência? Se for urgência real – e quase nunca é – há outras formas de me alcançar.
Percebi também que, em geral, as pessoas sentem não só uma obrigação de estar disponíveis, mas também um gozo. Talvez mais gozo do que obrigação. É o gozo de se considerar imprescindível. Como se o mundo e todos os outros não conseguissem viver sem sua onipresença. Se não atenderem o celular, se não forem encontradas de imediato, se não derem uma resposta imediata, catástrofes poderão acontecer.
O celular ligado funciona como uma autoafirmação de importância. Tipo: o mundo (a empresa/a família/ o namorado/ o filho/ a esposa/ a empregada/ o patrão/os funcionários etc.) não sobrevive sem mim. A pessoa se estressa, reclama do assédio, mas não desliga o celular por nada. Desligar o celular e descobrir que o planeta continua girando pode ser um risco maior. Nesse sentido, e sem nenhuma ironia, é comovente.
Bem, eu não sou imprescindível a todo mundo e tenho certeza de que os dias nascem e morrem sem mim. As emergências reais são poucas, ainda bem, e para estas há forma de me encontrar. Logo, posso ficar sem celular.
A grande perda é que, ao se considerar tudo urgente, nada mais é urgente. Perde-se o sentido do que é prioritário em todas as dimensões do cotidiano. E viver é, de certo modo, um constante interrogar-se sobre o que é importante para cada um. Ou, dito de outro modo, uma constante interrogação sobre para quem e para o quê damos nosso tempo, já que tempo não é dinheiro, mas algo tremendamente mais valioso. Como disse o professor Antonio Candido, “tempo é o tecido das nossas vidas”.
Viver no tempo do outro – de todos e de qualquer um – é uma tragédia contemporânea.
BRUM, Eliane. Disponível em:<http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/eliane-brum> Acesso em: 12 set. 2013. Adaptado.
Uma paciente de dezesseis anos de idade compareceu a uma unidade básica de saúde para consulta de rotina, assintomática. Relatou ter iniciado vida sexual há três meses, tendo tido duas relações desprotegidas. Nega uso de anticoncepcionais hormonais e afirma que gostaria de fazer o Papanicolau.
Nesse caso hipotético, a melhor conduta é
EBC•
Sobre medidas de prevenção para a úlcera de pressão, marque V para as alternativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Hidratação da pele.
( ) Mudança de decúbito.
( ) Alimentação adequada.
A sequência está correta em