O termo "hotspot" refere-se a áreas que possuem alta
biodiversidade, mas que enfrentam riscos de extinção ou
degradação devido a ações humanas. Essa terminologia foi criada
pelo ecólogo britânico Norman Myers em 1988. O Brasil abriga
dois hotspots. Os dois hotspots e as principais ações antrópicas
relacionadas a eles são:
Solo•
A erosão dos solos tem causas relacionadas à própria
natureza, como a quantidade e distribuição das chuvas, a
declividade, o comprimento e forma das encostas, e também à
ação do homem, como o uso e manejo da terra que, na maioria
das vezes, tende a acelerar os processos erosivos.
GUERRA, Antonio; MENDONÇA, Jane. Erosão dos solos e a questão ambiental. IN: VITTE, Antonio Carlos & GUERRA, Antonio José Teixeira (Orgs.). Reflexões sobre a Geografia Física no Brasil. 6ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2012, p. 193.
A erosão dos solos é um dos principais impactos ambientais no Brasil tanto em ambiente rural como em ambiente urbano. Sobre o tema, podemos considerar que:
GUERRA, Antonio; MENDONÇA, Jane. Erosão dos solos e a questão ambiental. IN: VITTE, Antonio Carlos & GUERRA, Antonio José Teixeira (Orgs.). Reflexões sobre a Geografia Física no Brasil. 6ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2012, p. 193.
A erosão dos solos é um dos principais impactos ambientais no Brasil tanto em ambiente rural como em ambiente urbano. Sobre o tema, podemos considerar que:
Embora possuam diferenças conceituais em sua definição e
espacialização, a variedade de biomas e domínios presentes no
território brasileiro coloca o país como um dos territórios globais
de megabiodiversidade.
Alguns dos biomas e domínios morfoclimáticos presentes no Brasil são:
Alguns dos biomas e domínios morfoclimáticos presentes no Brasil são:
Milton Santos, um dos maiores geógrafos do mundo,
problematizou o processo de globalização. Para ele, o mundo
contemporâneo passava por um processo de globalização
perversa. Nesse prisma analítico, a globalização pode ser vista
como um processo:
De um ponto de vista geográfico, é fundamental entender
a lógica das grandes redes terroristas não apenas como uma
lógica “reticular” ou de redes, mas também como uma lógica
de um novo tipo de território – um território-rede – e, ao mesmo
tempo, a utilização de uma enorme gama de diferentes tipos de
territorialidade.
HAESBAERT, Rogério e PORTO-GONÇALVES, Carlos Walter. A nova des-ordem mundial. São Paulo: Editora Unesp, 2006, p. 66.
Sobre a temática extraída do excerto acima, podemos considerar o:
HAESBAERT, Rogério e PORTO-GONÇALVES, Carlos Walter. A nova des-ordem mundial. São Paulo: Editora Unesp, 2006, p. 66.
Sobre a temática extraída do excerto acima, podemos considerar o:
O território (...) é fundamentalmente um espaço definido e
delimitado por e a partir de relações de poder.
SOUZA, Marcelo Lopes. O território: sobre espaço, poder, autonomia e desenvolvimento. In: CASTRO Et al. (orgs.) Geografia: Conceitos e Temas. 10ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007, p. 78.
A definição acima, amplamente reconhecida pela comunidade geográfica, explicita:
SOUZA, Marcelo Lopes. O território: sobre espaço, poder, autonomia e desenvolvimento. In: CASTRO Et al. (orgs.) Geografia: Conceitos e Temas. 10ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007, p. 78.
A definição acima, amplamente reconhecida pela comunidade geográfica, explicita: