Ela entrou, deitou-se no divã e disse: “Acho que estou ficando louca”. Eu fiquei em silêncio aguardando que ela me revelasse os sinais da sua loucura. “Um dos meus prazeres é cozinhar. Vou para a cozinha, corto as cebolas, os tomates, os pimentões - é uma alegria! Entretanto, faz uns dias, eu fui para a cozinha para fazer aquilo que já fizera centenas de vezes: cortar cebolas. Ato banal sem surpresas. Mas, cortada a cebola, eu olhei para ela e tive um susto. Percebi que nunca havia visto uma cebola. Aqueles anéis perfeitamente ajustados, a luz se refletindo neles: tive a impressão de estar vendo a rosácea de um vitral de catedral gótica. De repente, a cebola, de objeto a ser comido, se transformou em obra de arte para ser vista! E o pior é que o mesmo aconteceu quando cortei os tomates, os pimentões... Agora, tudo o que vejo me causa espanto.”
Ela se calou, esperando o meu diagnóstico. Eu me levantei, fui à estante de livros e de lá retirei as “Odes Elementales”, de Pablo Neruda. Procurei a “Ode à Cebola” e lhe disse: “Essa perturbação ocular que a acometeu é comum entre os poetas. Veja o que Neruda disse de uma cebola igual àquela que lhe causou assombro: ‘Rosa de água com escamas de cristal’. Não, você não está louca. Você ganhou olhos de poeta... Os poetas ensinam a ver”.
William Blake sabia disso e afirmou: “A árvore que o sábio vê não é a mesma árvore que o tolo vê”. Sei disso por experiência própria. Quando vejo os ipês floridos, sinto-me como Moisés diante da sarça ardente: ali está uma epifania do sagrado. Mas uma mulher que vivia perto da minha casa decretou a morte de um ipê que florescia à frente de sua casa porque ele sujava o chão, dava muito trabalho para a sua vassoura. Seus olhos não viam a beleza. Só viam o lixo.
Considerando apenas os termos destacados em “Mas uma mulher que vivia perto da minha casa decretou a morte de um ipê que florescia à frente de sua casa porque ele sujava o chão, dava muito trabalho para a sua vassoura.” (3º§), é correto afirmar que há
I. O planejamento, primeira função administrativa, serve de base para as demais funções e é um modelo teórico para as ações futuras. Planejar é definir os objetivos e escolher antecipadamente o melhor curso de ação para alcançá-los.
II. Um dos conceitos de organização é o agrupamento das atividades em uma estrutura lógica, que pode ser chamado também de departamentalização.
III. Tarefas, pessoas, órgãos e relações constituem os quatro componentes da função administrativa de controle.
IV. Na função controle, assegura-se que os resultados que foram planejados, organizados e dirigidos estejam de acordo o quanto possível com os objetivos estabelecidos.
“Administrar significa criar condições ideais de solidariedade para que as pessoas possam se ajudar mutuamente e gerar valor e riqueza de modo eficiente e eficaz.”
(Idalberto Chiavenato. Teoria Geral da Administração. São Paulo: McGraw Hill, Markron books, vol. 1, 1993.)
Sobre a Administração, marque a alternativa INCORRETA.
Analise as afirmativas, marque V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) Diante da gerência contemporânea, os termos descentralização e delegação não são bem vistos. ( ) Na descentralização – menor concentração de poder decisório na alta administração da empresa –, as decisões são tomadas mais rapidamente. ( ) Uma das desvantagens da descentralização é que ela gera maiores conflitos nas hierarquias. ( ) Além de eliminar esforços duplicados de vários tomadores de decisões, a centralização reduz custos. ( ) Na descentralização, existe o risco dos administradores defenderem objetivos departamentais e não da empresa como um todo.
I. O sucesso da comunicação telefônica se dá quando o público fica satisfeito, independentemente da imagem da empresa.
II. Ao se atender o telefone dentro do ambiente empresarial, deve-se evitar o uso de gírias, diminutivos, gerundismos e intimidades.
III. Abstrai-se o uso correto do aparelho telefônico, conhecendo as pessoas da empresa, suas funções, os departamentos, para melhor encaminhar o cliente.
IV. Deve-se falar pausadamente, usar tratamentos adequados, anotar os dados e os recados corretamente e tratar os assuntos com objetividade.
V. Atender o telefone, de preferência, no segundo toque. Deve-se dizer o nome da empresa e se identificar. A empatia também é necessária para se obter uma boa comunicação telefônica.
“Nesse tipo de estrutura organizacional, a principal característica é a autoridade única e absoluta do superior sobre seus subordinados, decorrente do princípio da unidade de comando.”
(Idalberto Chiavenato. Teoria Geral da Administração. Vol. 1. São Paulo: McGraw Hill, Makron Books, 1993.)
Assinale a alternativa que define qual o tipo de estrutura organizacional a que o autor se refere.
Ao entrar em exercício, o servidor nomeado para cargo de provimento efetivo ficará sujeito a estágio probatório por período de 24 meses, durante o qual a sua aptidão e capacidade serão objeto de avaliação para o desempenho do cargo. NÃO será avaliada:
Ela entrou, deitou-se no divã e disse: “Acho que estou ficando louca”. Eu fiquei em silêncio aguardando que ela me revelasse os sinais da sua loucura. “Um dos meus prazeres é cozinhar. Vou para a cozinha, corto as cebolas, os tomates, os pimentões - é uma alegria! Entretanto, faz uns dias, eu fui para a cozinha para fazer aquilo que já fizera centenas de vezes: cortar cebolas. Ato banal sem surpresas. Mas, cortada a cebola, eu olhei para ela e tive um susto. Percebi que nunca havia visto uma cebola. Aqueles anéis perfeitamente ajustados, a luz se refletindo neles: tive a impressão de estar vendo a rosácea de um vitral de catedral gótica. De repente, a cebola, de objeto a ser comido, se transformou em obra de arte para ser vista! E o pior é que o mesmo aconteceu quando cortei os tomates, os pimentões... Agora, tudo o que vejo me causa espanto.”
Ela se calou, esperando o meu diagnóstico. Eu me levantei, fui à estante de livros e de lá retirei as “Odes Elementales”, de Pablo Neruda. Procurei a “Ode à Cebola” e lhe disse: “Essa perturbação ocular que a acometeu é comum entre os poetas. Veja o que Neruda disse de uma cebola igual àquela que lhe causou assombro: ‘Rosa de água com escamas de cristal’. Não, você não está louca. Você ganhou olhos de poeta... Os poetas ensinam a ver”.
William Blake sabia disso e afirmou: “A árvore que o sábio vê não é a mesma árvore que o tolo vê”. Sei disso por experiência própria. Quando vejo os ipês floridos, sinto-me como Moisés diante da sarça ardente: ali está uma epifania do sagrado. Mas uma mulher que vivia perto da minha casa decretou a morte de um ipê que florescia à frente de sua casa porque ele sujava o chão, dava muito trabalho para a sua vassoura. Seus olhos não viam a beleza. Só viam o lixo.
No último parágrafo do texto transcrito, o narrador constrói uma imagem para explicar a citação “A árvore que o sábio vê não é a mesma árvore que o tolo vê.” em que um fato bíblico é mencionado. É correto afirmar que em “Quando vejo os ipês floridos, sinto-me como Moisés diante da sarça ardente: [...]” ocorre, principalmente,
“Nós somos o que fazemos repetidas vezes. Portanto, a excelência não é um ato, mas um hábito.”
(Aristóteles, filósofo grego.)
Diante do exposto, analise.
I. Constituem os princípios para o bom atendimento na gestão de qualidade: foco no cliente, atendimento à real necessidade do usuário e manutenção da qualidade.
II. Durante o atendimento telefônico, recomenda-se que se atenda as necessidades do cliente. Porém, se ele desejar algo que o atendente não possa fornecer, é necessário que se ofereça alternativas.
III. Existem algumas barreiras que interferem no processo de comunicação, tais como: barreiras tecnológicas, de linguagem e psicológicas.
IV. Além da competência, presteza, cortesia, paciência e respeito, a empatia é um fator crucial para a excelência no atendimento ao público.
V. Contribuem para a eficiência e qualidade da prestação de serviços, a padronização e a uniformidade nos procedimentos de atendimento ao público.
Ela entrou, deitou-se no divã e disse: “Acho que estou ficando louca”. Eu fiquei em silêncio aguardando que ela me revelasse os sinais da sua loucura. “Um dos meus prazeres é cozinhar. Vou para a cozinha, corto as cebolas, os tomates, os pimentões - é uma alegria! Entretanto, faz uns dias, eu fui para a cozinha para fazer aquilo que já fizera centenas de vezes: cortar cebolas. Ato banal sem surpresas. Mas, cortada a cebola, eu olhei para ela e tive um susto. Percebi que nunca havia visto uma cebola. Aqueles anéis perfeitamente ajustados, a luz se refletindo neles: tive a impressão de estar vendo a rosácea de um vitral de catedral gótica. De repente, a cebola, de objeto a ser comido, se transformou em obra de arte para ser vista! E o pior é que o mesmo aconteceu quando cortei os tomates, os pimentões... Agora, tudo o que vejo me causa espanto.”
Ela se calou, esperando o meu diagnóstico. Eu me levantei, fui à estante de livros e de lá retirei as “Odes Elementales”, de Pablo Neruda. Procurei a “Ode à Cebola” e lhe disse: “Essa perturbação ocular que a acometeu é comum entre os poetas. Veja o que Neruda disse de uma cebola igual àquela que lhe causou assombro: ‘Rosa de água com escamas de cristal’. Não, você não está louca. Você ganhou olhos de poeta... Os poetas ensinam a ver”.
William Blake sabia disso e afirmou: “A árvore que o sábio vê não é a mesma árvore que o tolo vê”. Sei disso por experiência própria. Quando vejo os ipês floridos, sinto-me como Moisés diante da sarça ardente: ali está uma epifania do sagrado. Mas uma mulher que vivia perto da minha casa decretou a morte de um ipê que florescia à frente de sua casa porque ele sujava o chão, dava muito trabalho para a sua vassoura. Seus olhos não viam a beleza. Só viam o lixo.
Sobre a seleção de candidatos, analise as afirmativas.
I. O principal objetivo da seleção de candidatos é escolher e classificar os mais adequados às necessidades do cargo e da organização.
II. O processo de seleção de pessoas é uma responsabilidade de linha (de cada chefe ou gerente) e função de staff (prestação de serviço pelo órgão especializado).
III. Dentre as técnicas de seleção, destacam-se: teste de personalidade; prova de conhecimento ou capacidade; e, entrevista.
IV. O processo de seleção de pessoas baseia-se, principalmente, na análise entre as características do candidato e as exigências da função.
V. A entrevista constitui a técnica de seleção mais utilizada. Ela possui inúmeras aplicações nas organizações e pode ser utilizada na triagem inicial dos candidatos no recrutamento, como entrevista pessoal inicial na seleção, dentre outros.
Ela entrou, deitou-se no divã e disse: “Acho que estou ficando louca”. Eu fiquei em silêncio aguardando que ela me revelasse os sinais da sua loucura. “Um dos meus prazeres é cozinhar. Vou para a cozinha, corto as cebolas, os tomates, os pimentões - é uma alegria! Entretanto, faz uns dias, eu fui para a cozinha para fazer aquilo que já fizera centenas de vezes: cortar cebolas. Ato banal sem surpresas. Mas, cortada a cebola, eu olhei para ela e tive um susto. Percebi que nunca havia visto uma cebola. Aqueles anéis perfeitamente ajustados, a luz se refletindo neles: tive a impressão de estar vendo a rosácea de um vitral de catedral gótica. De repente, a cebola, de objeto a ser comido, se transformou em obra de arte para ser vista! E o pior é que o mesmo aconteceu quando cortei os tomates, os pimentões... Agora, tudo o que vejo me causa espanto.”
Ela se calou, esperando o meu diagnóstico. Eu me levantei, fui à estante de livros e de lá retirei as “Odes Elementales”, de Pablo Neruda. Procurei a “Ode à Cebola” e lhe disse: “Essa perturbação ocular que a acometeu é comum entre os poetas. Veja o que Neruda disse de uma cebola igual àquela que lhe causou assombro: ‘Rosa de água com escamas de cristal’. Não, você não está louca. Você ganhou olhos de poeta... Os poetas ensinam a ver”.
William Blake sabia disso e afirmou: “A árvore que o sábio vê não é a mesma árvore que o tolo vê”. Sei disso por experiência própria. Quando vejo os ipês floridos, sinto-me como Moisés diante da sarça ardente: ali está uma epifania do sagrado. Mas uma mulher que vivia perto da minha casa decretou a morte de um ipê que florescia à frente de sua casa porque ele sujava o chão, dava muito trabalho para a sua vassoura. Seus olhos não viam a beleza. Só viam o lixo.
É correto afirmar que a personagem busca ajuda de um profissional após alguns fatos ocorridos e suas reações a eles. O motivo principal que a levou a tomar tal atitude foi
Ela entrou, deitou-se no divã e disse: “Acho que estou ficando louca”. Eu fiquei em silêncio aguardando que ela me revelasse os sinais da sua loucura. “Um dos meus prazeres é cozinhar. Vou para a cozinha, corto as cebolas, os tomates, os pimentões - é uma alegria! Entretanto, faz uns dias, eu fui para a cozinha para fazer aquilo que já fizera centenas de vezes: cortar cebolas. Ato banal sem surpresas. Mas, cortada a cebola, eu olhei para ela e tive um susto. Percebi que nunca havia visto uma cebola. Aqueles anéis perfeitamente ajustados, a luz se refletindo neles: tive a impressão de estar vendo a rosácea de um vitral de catedral gótica. De repente, a cebola, de objeto a ser comido, se transformou em obra de arte para ser vista! E o pior é que o mesmo aconteceu quando cortei os tomates, os pimentões... Agora, tudo o que vejo me causa espanto.”
Ela se calou, esperando o meu diagnóstico. Eu me levantei, fui à estante de livros e de lá retirei as “Odes Elementales”, de Pablo Neruda. Procurei a “Ode à Cebola” e lhe disse: “Essa perturbação ocular que a acometeu é comum entre os poetas. Veja o que Neruda disse de uma cebola igual àquela que lhe causou assombro: ‘Rosa de água com escamas de cristal’. Não, você não está louca. Você ganhou olhos de poeta... Os poetas ensinam a ver”.
William Blake sabia disso e afirmou: “A árvore que o sábio vê não é a mesma árvore que o tolo vê”. Sei disso por experiência própria. Quando vejo os ipês floridos, sinto-me como Moisés diante da sarça ardente: ali está uma epifania do sagrado. Mas uma mulher que vivia perto da minha casa decretou a morte de um ipê que florescia à frente de sua casa porque ele sujava o chão, dava muito trabalho para a sua vassoura. Seus olhos não viam a beleza. Só viam o lixo.
Os sinais de pontuação têm um papel importante no texto. Dentre os empregos das aspas, no primeiro parágrafo pode ser visto o seu uso com o propósito de
“Tipo de organograma mais completo, apesar de ser de elaboração complexa. Compõe-se de um quadro de dupla entrada. Nas linhas, encontram-se as atribuições, enquanto, nas colunas, estão os cargos.” Trata-se do organograma
Com relação a organogramas e fluxogramas, analise.
I. Organogramas são gráficos que representam o fluxo ou a sequência de procedimentos e rotinas.
II. Fluxogramas possibilitam a simplificação do trabalho pela combinação eficiente das diversas fases ou etapas de uma tarefa.
III. Autoridade de linha, autoridade de assessoria e autoridade funcional são as 3 maneiras diferentes pelas quais as relações de autoridade podem ser apresentadas no organograma.
IV. No organograma aparece, claramente, a estrutura hierárquica, definindo os diversos níveis de organização, os órgãos componentes da estrutura e os canais de comunicação que ligam os órgãos.