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O homem deve ser a medida de todas as coisas, deve criar novos valores e pô-los em prática. O homem embrutecido tem a espinha curvada diante das ilusões cruéis do sobrenatural. O super-homem “ama a vida” e “cria o sentido da terra” – e é fiel a isso. Aí está sua vontade de poder. Dentro de uma reflexão sobre valores morais e éticos, o pensamento anterior deve-se a:

“Quando as ilusões perdem a máscara, então nada resta: o abismo do nada. ‘Como estado psicológico, o niilismo torna-se necessário em primeiro lugar, quando procuramos em todo acontecimento um sentido que ele não tem, até que, por fim, começa a faltar coragem a quem procura’. Aquele ‘sentido’ podia ser a realização ou o fortalecimento de um valor moral (amor, harmonia de relações, felicidade etc...). Mas o que devemos constatar é que a desilusão quanto a esse pretenso fim é ‘uma causa do niilismo’.”

(REALE, Giovanni. História da Filosofia. V 3. Paulus, 1990, p. 435.)

Analise as afirmativas e assinale a que define niilismo corretamente.

Nietzsche considera a moral como uma maneira de dominação dos outros e, a partir desse pressuposto, explicita que devemos distinguir a Moral entre duas formas. Quais?

Entre os séculos XIX e XX surgiu, na Europa, uma corrente de pensamento em reação ao positivismo que teve em suas primeiras fileiras toda uma gama de pensadores que podem muito bem ser reunidos sob o nome de espiritualistas. São características gerais dessa corrente, EXCETO:

“Representa amplo movimento de pensamento que dominou grande parte da cultura europeia, em suas manifestações filosóficas, políticas, pedagógicas, historiográficas e literárias, de cerca de 1840 até quase às vésperas da Primeira Guerra Mundial. A partir de Comte, existiu uma época de paz substancial na Europa. A revolução industrial mudou radicalmente o modo de vida na Europa e os entusiasmos se cristalizaram em torno da ideia de progresso humano e social irrefreável, já que, de agora em diante, possuíam-se os instrumentos para a solução de todos os problemas. Para o pensamento da época, esses instrumentos eram sobretudo a ciência e suas aplicações na indústria, bem como o livre intercâmbio e a educação. Assim, acreditava-se no primado da ciência.”

(REALE, Giovanni. História da Filosofia. V 3. Paulus, 1990, p. 295-7.)

A afirmativa anterior refere-se ao movimento:

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