Questões de Concursos

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Um paciente de 70 anos dá entrada na emergência após queda da própria altura e trauma em região occipital. Familiares informam ao médico que ele tem apresentado quedas nos últimos 12 meses por desequilíbrio, além de alterações comportamentais como impulsividade e anosognosia. Um neurologista é chamado para avaliar o paciente e constata ao exame neurológico: força preservada nos 4 membros, reflexos vivos globalmente, rigidez plástica e bradicinesia bilateral em membros superiores, simétrica, instabilidade postural ao pull-test (paciente cai se não amparado pelo examinador) e restrição do olhar vertical inferior.
Nesse momento, o paciente é encaminhado para acompanhamento ambulatorial com a seguinte hipótese diagnóstica:
Senhor com 62 anos e sem comorbidades vem à consulta acompanhado por sua esposa, que refere notar, há mais de seis meses, que ele está mais parado, andando com dificuldade. Diz que pela manhã ela precisa ajudá-lo a se levantar da cama. Há 3 meses surgiu discreto tremor na mão direita, que ela observa mais quando estão sentados vendo a novela. O neurologista examina o paciente e observa rigidez maior à direita, tremor de repouso intermitente na mão direita e bradicinesia. Prescreve então uma medicação de uso contínuo. O paciente retorna à consulta após 4 meses relatando melhora da mobilidade. Quando questionado sobre atividades que realiza no cotidiano, relata estar apresentando compulsão por jogos, o que não apresentava anteriormente.
A medicação relacionada a esse quadro é:
Mulher de 60 anos procura ambulatório de neurologia por estar sentindo, há mais de 1 mês, dor retro-orbitária constante, “barulho na cabeça” e visão dupla. Vem notando também que o olho direito está ficando saltado para fora e muito avermelhado, sintomas confirmados na ectoscopia. Ao exame: oftalmoplegia completa dos nervos III, IV, VI à direita e sopro audível sobre a carótida e órbita direita.
Após realizar ressonância magnética e angiografia cerebral, chegou-se ao seguinte diagnóstico:
Um homem de 72 anos procura ambulatório de neurologia encaminhado da Estratégia de Saúde da Família. Segundo familiares, ele já tem diagnóstico estabelecido de doença de Parkinson há 5 anos e tem bom controle dos sintomas motores com levodopa 100 mg de 6/6h, pramipexol 1 mg de 8/8h e biperideno 2 mg de 8/8h. Nos últimos dois meses, no entanto, está apresentando alucinações visuais e delírios de perseguição e traição, além de dificuldade para resolver problemas e administrar suas finanças.
A ocorrência desses sintomas, nesse paciente, deve ser atribuída inicialmente a:
Paciente de 40 anos procura ambulatório de neurologia com queixa de fraqueza e atrofia nas mãos e pé direito se desenvolvendo há 6 meses. Ao exame neurológico, é constatada paresia para extensão da mão esquerda, abdução dos dedos da mão direita e fraqueza para dorsoflexão do pé direito, atrofia e arreflexia nos segmentos afetados. Exame da sensibilidade mostrou-se normal.
O diagnóstico sindrômico é consistente com:
Homem de 50 anos é internado com síndrome vertiginosa aguda, disfonia, disfagia, ataxia cerebelar e alteração dimidiada da sensibilidade, sendo feita a hipótese de síndrome de Wallenberg. Ao exame é também identificada síndrome de Claude Bernard Horner, que ocorre por lesão localizada:
Mulher de 20 anos com diagnóstico de esclerose múltipla (EM) desenvolve, de forma subaguda, disfunção visual unilateral. O neurologista indica medicação a ser usada EV por cinco dias consecutivos.
A medicação padrão-ouro para tratamento de surto na EM é:
Mulher de 25 anos é atendida na oftalmologia com embaçamento visual bilateral moderado instalado há três dias, com dor ocular na movimentação do globo ocular. O exame oftalmológico excluiu causas secundárias de déficit visual. Edema de papila bilateral. RM de crânio normal e RM de órbita com lesão em T2 maior que 50% do nervo óptico bilateralmente com captação de contraste.
O exame laboratorial indicado nesse caso é pesquisa do anticorpo:
Alterações de consciência são sempre quadros emergenciais na neurologia, requerendo do médico um conhecimento adequado de sinais e sintomas, que indiquem a localização e a gravidade do quadro. Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. Em um paciente em coma, a presença de anisocoria com Síndrome de Horner, é sugestivo de herniação transtentorial.
II. Hemiparesia com comprometimento facial e paratonia demonstra envolvimento hemisférico contralateral com herniação central incipiente ou afecção frontal predominante.
III. A respiração do tipo neurogênica central é caracterizada por um quadro de hiperventilação rápida e sustentada, em geral com frequência respiratória acima de 40 a 70 por minuto, observada em pacientes com lesões do tegumento pontino central, ventral ao aqueduto ou ao quarto ventrículo.

Estão corretas as afirmativas:
No tratamento medicamentoso da epilepsia, muitas vezes há a necessidade de se associar drogas, levando a possíveis interações medicamentosas. Em relação ao tema. assinale a alternativa correta.
Uma mulher de 30 anos sofreu parada respiratória durante ato cirúrgico sendo entubada, colocada no respirador e levada para o CTI. Nos dias subsequentes, apesar da recuperação progressiva do nível da consciência, passando a respirar espontaneamente e relacionar-se com o meio ambiente, começou a apresentar movimentos involuntários anormais, súbitos, agravados por estímulos visuais e auditivos.
O neurologista foi chamado para dar parecer e estabeleceu corretamente o diagnóstico de:
Homem de 70 anos, hipertenso mal controlado, acorda e nota que não está enxergando do olho direito. Após o oftalmologista excluir glaucoma, catarata e outras causas oculares, o oftalmologista indica prednisona oral (60 mg/dia/5 dias). No encaminhamento para a neurologia, emite o seguinte laudo: “perda visual grave com edema de papila à direita”.
Diante desse quadro, a hipótese é
Cláudio, 70 anos, advogado, apresenta, nos últimos 12 meses, quadro de esquecimento de fatos recentes. Relata esquecer onde estão objetos de uso corriqueiro como chaves, óculos e celular; esquece, também, compromissos importantes e tem contas acumuladas por falta de pagamento. Realizou RM de crânio, que evidenciou microangiopatia incipiente. Exames laboratoriais, incluindo sorologias, função tireoidiana e vitamina B12, estão dentro dos parâmetros normais.
Diante da suspeita de doença de Alzheimer, foi solicitado um biomarcador, sendo então confirmado esse diagnóstico com a seguinte alteração:
Um paciente de 45 anos, casado, sem comorbidades, procura serviço de reabilitação por estar apresentando desequilíbrio de marcha há 1 ano. Já teve algumas quedas e tem necessitado de assistência da esposa para deambular em ambiente comunitário. Nega dor, dormências ou alteração do controle urinário. Ao exame, é observada marcha típica tabética. A força é grau V nos 4 membros, com arreflexia global. Sensibilidade tátil, térmica e dolorosa estão preservadas. Apresenta apalestesia distal e erra posição segmentar em membros inferiores. Dismetria calcanharjoelho bilateral, que se acentua com os olhos fechados. Sinal de Romberg positivo. Em investigação, foi diagnosticado com neuroinfecção após exame do liquor.
O tratamento adequado para o paciente, instituído na ocasião, foi:
Em relação à associação sobre miopatias, a correlação correta entre as sequências é:
I. Atrofia Muscular Espinhal, tipo I. II. Distrofia de Duchenne. III. Distrofia Miotônica Congenita. IV. Sindrome de Niemann-Pick.
A. O Recém-nascido apresenta diplegia facial, hipotonia generalizada e artrogripose. B. Expressão facial preservada, contrastando com fraqueza generalizada. C. O gene anormal fica no cromossomo X, no lócus Xp21. D. Os afetados dos grupos A e B apresentam deficiências primárias da esfingomielinase.
Um homem de 68 anos, hipertenso, é encontrado em casa inconsciente, respirando espontaneamente com ritmo cardíaco regular. Avaliado pela escala de Glasgow, a pontuação foi: resposta ocular (1), resposta verbal (1) e resposta motora (1). Foi levado para o serviço de emergência, onde foi intubado e acoplado ao ventilador. Aos poucos, foi abrindo os olhos e recuperando a consciência, e pôde também ser extubado. No quarto o neurologista encontrou as seguintes alterações ao exame: tetraplegia espástica; abertura ocular espontânea e, sob comando, movimentação dos olhos em todas as direções com discreta paresia na abdução bilateralmente; pupilas isocóricas e fotorreagentes; paresia facial bilateral; anartria; alimentação por gastrostomia.
A RM de crânio confirmou a lesão isquêmica vascular na seguinte topografia:
Uma mulher de 20 anos com crises intermitentes de enxaqueca desde os 12 anos passa, há 2 meses, a apresentar dor de cabeça holocraniana diária. Usa os analgésicos habituais com muita frequência e não melhora. Após 1 mês, começa a apresentar vômitos matinais. Decide procurar oftalmologista, e o exame mostra perda de nitidez dos bordos da papila bilateralmente. A TC de crânio é normal.
Diante desse quadro, a principal hipótese diagnóstica é:
Mulher de 19 anos, sem histórico psiquiátrico prévio, apresenta alterações de comportamento há 15 dias. Família relata pensamentos persecutórios e agressividade. Apresenta insônia e queixa de cefaleia constante. Relato de febre não aferida.
O diagnóstico mais provável é:
Uma mulher de 70 anos dá entrada na emergência com ptose palpebral bilateral e ataxia à direita. É feita a hipótese de síndrome de Claude por isquemia unilateral do mesencéfalo, confirmada pela ressonância magnética.
As manifestações neurológicas da síndrome de Claude são:
Mulher de 30 anos com diagnóstico de esclerose múltipla é encaminhada pelo SISREG para centro de referência público para receber tratamento preventivo fornecido pelo SUS. O neurologista decide indicar um medicamento oral.
Além do exame de RM de crânio com contraste, esse médico solicita os seguintes exames obrigatórios, de acordo com protocolo:
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