De acordo com Roberto Gomes Camacho (“Sociolinguística” – Parte II, em: Mussalim e Bentes, 2005), a consequência do desenvolvimento na teoria linguística de um
sentimento de aversão ao caos e à variação foi
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De acordo com Dolz, Noverraz e Schneuwly (em Gêneros orais e escritos na escola. 2004), trata-se de gêneros do agrupamento “transmitir conhecimentos” previstos
para o último ciclo do ensino fundamental:
De acordo com Marcuschi (em Dionísio, A. P.; Machado,
A. R. & Bezerra, M. A. [orgs.] Gêneros textuais & ensino,
2002), os gêneros textuais caracterizam-se por
Leia o texto para responder à questão.
A República em transformação
Em um célebre ensaio publicado em 1924, quando esta República ainda pelejava para se firmar como tal, Alceu Amoroso Lima escreveu que “o Brasil se formara às avessas”. Na visão do escritor e crítico literário, este é um país peculiar, pois “tivera Coroa, antes de ter Povo. Tivera Parlamentarismo, antes de ter eleições. Tivera escolas superiores, antes de ter educação popular. Tivera bancos, antes de ter economias. Tivera conceito exterior, antes de ter consciência interna”. O Brasil, em suma, “começara pelo fim”.
Um século depois, a reflexão do “Tristão de Ataíde” segue tão instigante como decerto era quando veio a público pela primeira vez. Sua atualidade é permanente, pois está amparada por sólida base factual. Ademais, serve como um convite aos leitores para que observem criticamente o modelo institucional e as estruturas de poder político adotadas no Brasil, vis-à-vis* as de outros países mais desenvolvidos, não raro resultantes de longos processos de construção da base para o topo, ou seja, que contaram com uma efetiva participação popular.
O que se discute é a aptidão do Estado, vale dizer, do poder político institucional, para atender aos justos anseios dos cidadãos por liberdade, igualdade de todos perante a lei e oportunidades de crescimento individual, condição indispensável para o desenvolvimento coletivo da Nação.
(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.03.2025. Adaptado)
De acordo com Angela Kleiman (Texto e leitor: aspectos
cognitivos da leitura, 1993), “outros tipos de pistas que o
autor deixa no texto para ajudar a reconstruir seu quadro
referencial são aquelas que constituem a modalização do
texto”. Constitui exemplo de modalização, conforme definição da autora, o termo destacado em:
No Currículo do Ensino Fundamental II de Itatiba, a habilidade EF9PLPT05 diz respeito a “Reconhecer em textos
literários valores éticos e estéticos que neles circulam e o
papel que possuem na construção dos sentidos.” Quando se considera a materialidade linguística, os valores
estéticos estão diretamente relacionados
Leia o poema de Mario Quintana para responder à questão.
Da contradição
Se te contradisseste e acusam-te... sorri.
Pois nada houve, em realidade.
Teu pensamento é que chegou, por si,
Ao outro polo da verdade.
(Mario Quintana. Espelho Mágico)
A habilidade (EF69LP44) do Currículo do Ensino Fundamental II de Itatiba diz respeito a “Inferir a presença
de valores sociais, culturais e humanos e de diferentes
visões de mundo, em textos literários [...]”. Com base
nela, é correto afirmar que o eu lírico do poema
Leia o texto para responder à questão.
A República em transformação
Em um célebre ensaio publicado em 1924, quando esta República ainda pelejava para se firmar como tal, Alceu Amoroso Lima escreveu que “o Brasil se formara às avessas”. Na visão do escritor e crítico literário, este é um país peculiar, pois “tivera Coroa, antes de ter Povo. Tivera Parlamentarismo, antes de ter eleições. Tivera escolas superiores, antes de ter educação popular. Tivera bancos, antes de ter economias. Tivera conceito exterior, antes de ter consciência interna”. O Brasil, em suma, “começara pelo fim”.
Um século depois, a reflexão do “Tristão de Ataíde” segue tão instigante como decerto era quando veio a público pela primeira vez. Sua atualidade é permanente, pois está amparada por sólida base factual. Ademais, serve como um convite aos leitores para que observem criticamente o modelo institucional e as estruturas de poder político adotadas no Brasil, vis-à-vis* as de outros países mais desenvolvidos, não raro resultantes de longos processos de construção da base para o topo, ou seja, que contaram com uma efetiva participação popular.
O que se discute é a aptidão do Estado, vale dizer, do poder político institucional, para atender aos justos anseios dos cidadãos por liberdade, igualdade de todos perante a lei e oportunidades de crescimento individual, condição indispensável para o desenvolvimento coletivo da Nação.
(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.03.2025. Adaptado)
Para Marisa Lajolo, “Ler não é decifrar, como num jogo
de adivinhações, o sentido de um texto. É, a partir do
texto, ser capaz de atribuir-lhe significado...”
(Em: João Wanderley Geraldi [org.], O texto na sala de aula, 1997)
Em um processo de leitura do texto, um significado coerente com as informações apresentadas é:
(Em: João Wanderley Geraldi [org.], O texto na sala de aula, 1997)
Em um processo de leitura do texto, um significado coerente com as informações apresentadas é:
Leia o texto para responder à questão.
A República em transformação
Em um célebre ensaio publicado em 1924, quando esta República ainda pelejava para se firmar como tal, Alceu Amoroso Lima escreveu que “o Brasil se formara às avessas”. Na visão do escritor e crítico literário, este é um país peculiar, pois “tivera Coroa, antes de ter Povo. Tivera Parlamentarismo, antes de ter eleições. Tivera escolas superiores, antes de ter educação popular. Tivera bancos, antes de ter economias. Tivera conceito exterior, antes de ter consciência interna”. O Brasil, em suma, “começara pelo fim”.
Um século depois, a reflexão do “Tristão de Ataíde” segue tão instigante como decerto era quando veio a público pela primeira vez. Sua atualidade é permanente, pois está amparada por sólida base factual. Ademais, serve como um convite aos leitores para que observem criticamente o modelo institucional e as estruturas de poder político adotadas no Brasil, vis-à-vis* as de outros países mais desenvolvidos, não raro resultantes de longos processos de construção da base para o topo, ou seja, que contaram com uma efetiva participação popular.
O que se discute é a aptidão do Estado, vale dizer, do poder político institucional, para atender aos justos anseios dos cidadãos por liberdade, igualdade de todos perante a lei e oportunidades de crescimento individual, condição indispensável para o desenvolvimento coletivo da Nação.
(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.03.2025. Adaptado)
Na passagem do 1° parágrafo – Em um célebre ensaio
publicado em 1924, quando esta República ainda pelejava para se firmar como tal, Alceu Amoroso Lima escreveu
que “o Brasil se formara às avessas”. –, constata-se a
intertextualidade
Leia o texto para responder à questão.
A República em transformação
Em um célebre ensaio publicado em 1924, quando esta República ainda pelejava para se firmar como tal, Alceu Amoroso Lima escreveu que “o Brasil se formara às avessas”. Na visão do escritor e crítico literário, este é um país peculiar, pois “tivera Coroa, antes de ter Povo. Tivera Parlamentarismo, antes de ter eleições. Tivera escolas superiores, antes de ter educação popular. Tivera bancos, antes de ter economias. Tivera conceito exterior, antes de ter consciência interna”. O Brasil, em suma, “começara pelo fim”.
Um século depois, a reflexão do “Tristão de Ataíde” segue tão instigante como decerto era quando veio a público pela primeira vez. Sua atualidade é permanente, pois está amparada por sólida base factual. Ademais, serve como um convite aos leitores para que observem criticamente o modelo institucional e as estruturas de poder político adotadas no Brasil, vis-à-vis* as de outros países mais desenvolvidos, não raro resultantes de longos processos de construção da base para o topo, ou seja, que contaram com uma efetiva participação popular.
O que se discute é a aptidão do Estado, vale dizer, do poder político institucional, para atender aos justos anseios dos cidadãos por liberdade, igualdade de todos perante a lei e oportunidades de crescimento individual, condição indispensável para o desenvolvimento coletivo da Nação.
(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.03.2025. Adaptado)
De acordo com Koch e Elias (Ler e compreender: os
sentidos do texto. 2011), na passagem do 2° parágrafo – Sua atualidade é permanente, pois está amparada por sólida base factual. Ademais, serve como um
convite aos leitores para que observem criticamente
o modelo institucional... –, as expressões destacadas
estabelecem relações sequenciais no texto, respectivamente, com sentidos de:
De acordo com Irandé Antunes (2003), exemplificam
as etapas de planejamento, escrita e reescrita de um
texto, correta e respectivamente, as ações:
Leia o texto para responder à questão.
A República em transformação
Em um célebre ensaio publicado em 1924, quando esta República ainda pelejava para se firmar como tal, Alceu Amoroso Lima escreveu que “o Brasil se formara às avessas”. Na visão do escritor e crítico literário, este é um país peculiar, pois “tivera Coroa, antes de ter Povo. Tivera Parlamentarismo, antes de ter eleições. Tivera escolas superiores, antes de ter educação popular. Tivera bancos, antes de ter economias. Tivera conceito exterior, antes de ter consciência interna”. O Brasil, em suma, “começara pelo fim”.
Um século depois, a reflexão do “Tristão de Ataíde” segue tão instigante como decerto era quando veio a público pela primeira vez. Sua atualidade é permanente, pois está amparada por sólida base factual. Ademais, serve como um convite aos leitores para que observem criticamente o modelo institucional e as estruturas de poder político adotadas no Brasil, vis-à-vis* as de outros países mais desenvolvidos, não raro resultantes de longos processos de construção da base para o topo, ou seja, que contaram com uma efetiva participação popular.
O que se discute é a aptidão do Estado, vale dizer, do poder político institucional, para atender aos justos anseios dos cidadãos por liberdade, igualdade de todos perante a lei e oportunidades de crescimento individual, condição indispensável para o desenvolvimento coletivo da Nação.
(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.03.2025. Adaptado)
A habilidade EF08LP04A do Currículo Paulista: ensino
fundamental (2019) prevê “Identificar aspectos linguísticos e gramaticais (ortografia, regências e concordâncias
nominal e verbal, modos e tempos verbais, pontuação,
acentuação, hifenização, estilo etc.) em funcionamento
em um texto.” Com base nela, é correto concluir que o
verbo destacado expressa a ideia de uma ação no passado anterior a outra ação no passado em:
Leia o poema de Mario Quintana para responder à questão.
Da contradição
Se te contradisseste e acusam-te... sorri.
Pois nada houve, em realidade.
Teu pensamento é que chegou, por si,
Ao outro polo da verdade.
(Mario Quintana. Espelho Mágico)
Com base no conceito de conhecimento linguístico
exposto por Koch e Elias (2011), se a interlocução fosse alterada de “Tu” para “Você”, o primeiro verso do
poema assumiria, de acordo com a norma-padrão, a
seguinte forma:
De acordo com Eliana Borges Correia de Albuquerque (Mudanças didáticas e pedagógicas no ensino da
língua portuguesa, 2006), na abordagem da transposição didática, o “saber sábio” corresponde ao saber
científico-cultural
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