Uma mulher de 38 anos com diagnóstico de pericardite
recorrente, já tendo feito uso de corticoterapia e colchicina,
metotrexato e azatioprina, ainda assim mantém episódios de
recidiva. Na próxima etapa terapêutica, recomenda-se:
Um homem de 72 anos apresenta insuficiência cardíaca não
isquêmica com fração de ejeção reduzida. Sendo portador de
diabetes e portador de disfunção renal estágio 3, em uso de
inibidor de neprilisina e valsartana, betabloqueador, inibidor
SGLT2 e antagonista no receptor de mineralocorticoide. Após
4 semanas, o paciente fez ECG, no qual se observou uma onda T
de amplitude aumentada e simétrica.
O cardiologista suspeitou da seguinte anormalidade eletrolítica:
Uma paciente que desenvolveu pré-eclâmpsia deve ser
acompanhada, após a gravidez, em função do maior risco de
desenvolver a seguinte condição clínica, futuramente:
Uma paciente diabética, hiperuricêmica e obesa, foi novamente
admitida com insuficiência cardíaca descompensada. Durante a
reconciliação medicamentosa, o seguinte medicamento
associado à piora da retenção de líquidos foi identificado(a):
Uma mulher de 42 anos, obesa e hipertensa prévia, realizou
fertilização in vitro – primeiro filho. No 8º mês, apresenta-se
assintomática. Foram verificadas três medidas tensionais, com
valores de 150 x 96 mmHg. Foram constatados ainda edema de
membros inferiores de ++/4+, plaquetas de 120.000,
TGO: 140 ui, TGP: 160 ui, creatinina: 1,1 mg%, e presença de
hemácias crenadas na hematoscopia. No EAS, há presença de
proteínas +++/4+.
A seguinte complicação pode estar presente:
Um paciente de 75 anos apresentou trauma de tórax e, ao chegar
à UTI, foi auscultado um sopro holossistólico de 4+/6+, na região
epigástrica, que acentua com a inspiração.
Esses achados são compatíveis com:
A infecção aguda pelo covid-19, pode cursar, na fase aguda, com
diferentes complicações cardiovasculares.
A complicação mais frequente, observada nos pacientes
internados nas unidades de cuidados intensivos, é:
Um homem de 55 anos, natural da Paraíba, trabalhador rural,
com queixa de desmaio e falta de ar, procura o posto de saúde
para atendimento. Relata ser hipertenso e usar hidroclorotiazida.
O exame físico apresenta pulso arterial de 47 bpm, no pulso
venoso jugular, pressão venosa normal e presença de onda A, em
“canhão”. O ECG apresenta ritmo sinusal bradicárdico com PR de
0,40 ms, mas com QRS alargado com morfologia de bloqueio do
ramo direito do terceiro grau. O ecocardiograma apresenta
função cardíaca normal de ambos os ventrículos. Há presença de
pequena área afilada com discinesia apical.
O próximo exame a ser solicitado para confirmar a etiologia do
quadro clínico deve ser:
Um paciente com 18 anos apresenta um quadro de palpitação,
que foi piorando. Na admissão na emergência, evidenciou
taquiarritmia com frequência cardíaca de 175 bpm irregular e
traçado eletrocardiográfico de uma fibrilação atrial com QRS
estreito. Foi administrado verapamil endovenoso e houve
instabilização hemodinâmica, aumento da frequência cardíaca
com ritmo irregular e alargamento do complexo QRS.
A hipótese para essa complicação foi de:
Em uma paciente assintomática, com 55 anos, natural de MG, ao
fazer doação de sangue, foram identificadas duas sorologias
diferentes positivas para doença de Chagas. ECG, RX de tórax e
ecocardiograma estavam normais.
A partir desses dados, foi feito o diagnóstico de:
A evidência de congestão é um elemento importante para o
diagnóstico e para definir a estratégia do emprego de diuréticos
na síndrome de insuficiência cardíaca.
O marcador cuja presença sugere congestão em paciente com
suspeita de insuficiência cardíaca é:
A hipertensão secundária está sendo pesquisada numa mulher de
23 anos, caucasiana, de nacionalidade francesa, com sopro
auscultado no abdômen.
O médico cardiologista levantou como hipótese mais provável:
Uma mulher de 60 anos estava viajando de navio e se divertindo
num cassino. Soube que ganhou uma grande premiação e
apresentou forte dor torácica e falta de ar. Foi levada de
helicóptero e, ao chegar ao local de atendimento, 4 horas após
início de quadro, havia no ECG um supradesnivelamento de 3 mm
do segmento ST, em V1 até V6. Realizada uma coronariografia, foi
identificada a oclusão da artéria descendente anterior esquerda,
e implantados 4 stents coronários, pois houve área de dissecção
do vaso. O paciente possui baixo risco de sangramento.
A melhor estratégia antitrombótica recomendada nesse cenário é
o emprego de aspirina juntamente com:
Em uma paciente de 35 anos, portadora de estenose mitral
reumática, foi detectada fibrilação atrial, revertida
espontaneamente.
A melhor abordagem farmacológica para reduzir o risco de
cardioembolismo é:
A síncope é uma importante causa para a visita à sala de
emergência, e a presença de marcadores clínicos e
eletrocardiográficos nos permite suspeitar de síncope de causas
cardiogênicas.
A condição que sugere a causa cardiogênica é a(o):
Um homem de 55 anos, portador de cardiopatia chagásica
crônica, com fibrilação atrial e em uso crônico de digital, vai à
consulta médica. Durante a visita, houve a suspeita clínica de
intoxicação digitálica, que foi confirmada pelo elevado nível da
digoxinemia.
O achado que levou à suspeita clínica foi:
Uma paciente com 42 anos, admitida na sala de emergência com
falta de ar, apresenta, no sétimo mês de gravidez, história de
hipertensão prévia. Está lúcida, taquidispneica, apresentando
pressão arterial 170 x 100 mmHg, ritmo cardíaco em 3 tempos,
bulha pré-sistólica, estertores bibasais e edema de membros
inferiores 3+/4+. Fundoscopia revela edema de papila. Exame de
urina: proteinúria +++.
O emergencista definiu o quadro clínico como:
Um paciente de 25 anos, com queixa de falta de ar aos esforços,
apresenta aspecto sindrômico. É magro e longilíneo; tem palato
ogival e dedos longos. Tem história de luxação do cristalino. No
exame físico, sua pressão arterial foi de 180 x 40 mmHg e seu
exame do precórdio evidenciava pectus escavatum, desvio do
ictus para a esquerda e ritmo cardíaco com a presença de uma
tríplice bulha protodiastólica e um sopro sistólico de ejeção
++/6+, seguido de outro aspirativo na área aórtica e no bordo
esternal esquerdo de 4+/6+.
O cardiologista suspeitou da seguinte síndrome genética que
promove acometimento cardíaco: