Um paciente de 58 anos, em acompanhamento ambulatorial regular, portador de doença renal crônica estágio 03B por doença renal do diabetes proteinúrico, encontra-se em uso de insulina basaglar, captopril, rosuvastatina e dapaglicozina. Apresenta bom controle metabólico, sem piora das escórias nitrogenadas em relação a avaliações clínica e laboratorial prévias. Encontra-se assintomático. Apresenta, porém, ácido úrico sérico de 7,5 mg%.

A conduta apropriada nesse caso é:

Uma paciente de 54 anos, com história familiar de doença renal policística (mãe e irmão), procura o nefrologista com um exame de imagem (ultrassonografia) sem a presença de cistos. A conduta adequada é:
A gravidez acarreta importantes alterações na fisiologia renal. Devido a essas alterações, o método de melhor acurácia para quantificar a função renal em uma paciente grávida, portadora de nefropatia por IgA, na 18ª semana de gestação, é:
Após o início do tratamento com obinutuzumabe, a paciente apresentou as seguintes alterações nos exames de sangue: Ca++: 7,3 mg/dL, P: 4,6 mg/dL, ácido úrico: 8,1mg/dL, K+ : 5,8 mEq/L.
Devem ser adicionados ao tratamento da paciente hidratação e:

Paciente soropositivo em uso de tenofovir + zidovudina + indinavir + lamivudina. Foi encaminhado ao ambulatório de nefrologia devido a quadro de litíase renal recorrente após o início do TARV e relata a ingestão de 2 a 3 litros de líquidos por dia.

Na conduta inicial, deve-se:

Paciente com síndrome nefrótica. A biópsia renal mostrou: MO: 9 glomérulos, 3 com áreas segmentares de esclerose e sinéquias à capsula de Bowman, entremeadas por células xantomatosas. IF: 5 glomérulos, 2 apresentam anti-IgM e C3 positivas na periferia do lóbulo glomerular. ME: apagamento generalizado do processo podocitário (> 95%).

As alterações histopatológicas apontam para o diagnóstico de:

Paciente feminina, 21 anos, com queixas de fraqueza muscular progressiva. Ao exame: PA = 90 X 60 mmHg e IMC: 32,6 Kg/m2 . Nega comorbidade ou uso de medicamentos. Exames mostravam: pH: 7,53, HCO3 - = 34 mEq/L, Na+ : 129 mEq/L, K + : 2.3 mEq/L. O quadro clínico laboratorial pode ser secundário a:

Paciente realizou transplante renal há 1 ano e necessita completar a sua vacinação.

As duas vacinas que NÃO podem ser liberadas para aplicação são:

Paciente feminina, 21 anos, vem à UPA com queixas de disúria, polaciúria e urgência miccional, sendo necessário o início imediato de antibioticoterapia.

No tratamento da cistite, são critérios que podem ser utilizados para a escolha empírica adequada do antibiótico:

Paciente de 60 anos com diabetes tipo 2, doença renal crônica (creatinina sérica: 1,4 mg/dL) e cardiopatia isquêmica foi internado com pneumonia bacteriana e iniciou antibioticoterapia. Exames de sangue no 3º dia de internação mostraram: creatinina: 2,4 mg/dL e NT-proBNP: 16800 pg/mL.

O quadro clínico laboratorial configura a presença de:

A ciliopatia celular hereditária é causada por mutações proteicas que podem produzir um número variado de manifestações, incluindo degeneração retiniana, obesidade, comprometimento neuropsicomotor, polidactilia, cistos renais e defeitos na concentração urinária.

Essas condições caracterizam a síndrome de:

Paciente portador de hipertensão arterial + doença renal crônica estágio 5D e em tratamento com hemodiálise (HD). No exame antes do início da sessão de HD, verifica-se: PA = 130 X 90 mmHg. Na ultrassonografia “point-of-care” (Pocus): presença de linhas B.

Deve-se incluir na prescrição da HD:

Paciente hipertenso e em uso de valsartana há 5 anos. Exames mostravam: sangue: creatinina: 0,95 mg/dL e anti-HIV: positivo. Urina: amostra: relação Pu/Cu: 0.11 g/g. Foi iniciado: dolutegravir + zidovudina + lamivudina. Após 3 meses do início da TARV, encontrava-se assintomático, exame clínico normal, PA = 130 X 70 mmHg. Exames mostravam: sangue: creatinina: 1,38 mg/dL. Amostra de urina: EAS: densidade 1013, pH 6.1, leucócitos 1/campo, hemácias 2/campo e relação albumina/creatinina: 30 mg/g.

Após a avaliação clínica, a conduta médica inicial é:

Paciente masculino de 42 anos, assintomático, realizou US em exame periódico que identificou cisto renal com 4 cm de diâmetro em rim direito. Sua tomografia computadorizada com contraste constatou cisto único em rim D com classificação de Bosniak III.

Esse resultado significa:

Como parte da prescrição do tratamento conservador dos pacientes adultos com DRC estável em estágios G3, G4 e G5 que não contam com suplementação com aminoácidos essenciais ou análogos de cetoácidos, a orientação sobre a quantidade de proteína recomentada na dieta inclui:

Paciente em tratamento com carbonato de lítio. Exames mostravam: urina: EAS: densidade: 1010, pH: 5.4, Hb: +/4+ leucócitos: 6/campo, hemácias: 12/campo, cristais de oxalato de cálcio. sangue: Ca++: 9.8 mg/dL, 25(OH)D: 61 ng/mL, HCO3: 10mEq/L, Na+: 139 mEq/L, K+: 3.4 mEq/L, creatinina: 1.6 mg%. Ultrassonografia de vias urinárias mostra a presença de microcálculos bilaterais.

O quadro clínico laboratorial aponta para o diagnóstico de:

Paciente em tratamento com diálise peritoneal automatizada (APD), considerado transportador rápido. Encontra-se assintomático e apresenta Linhas A no exame “point of care” (Pocus) realizado antes da sessão de APD.

A diálise peritoneal deve ser prescrita com solução de diálise:

Paciente em tratamento de substituição da função renal com hemodiálise há 2 anos. Teve diagnóstico de câncer epitelial de ovário estágio C1.

Após a conclusão do tratamento, o transplante renal:

Paciente com litíase renal recorrente e em uso de citrato de potássio. Exames mostravam: EAS: densidade 1016, pH 6.9, Hb ++/4+, leucócitos 10/campo, hemácias 28/campo, com presença de cristais hexagonais. Urina mg/24 horas: Ca++: 260 mg, P: 1250 mg, ácido úrico: 710 mg, citrato: 620 mg, cistina: 467 mg, oxalato: 21 mg.

Além do aumento da ingestão de líquidos, pode-se iniciar:

Paciente em tratamento com hemodiálise há 8 anos. A tomografia computadorizada mostrou: rins diminuídos de tamanho, com cistos bilaterais Bosniak I e a presença de lesão expansiva heterogênea com componentes císticos internos e áreas sólidas periféricas, fortemente impregnadas por contraste no 1/3 superior do rim direito.

O diagnóstico provável é de:

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