Paciente com relato de hemiplegia em dimídio direito, desvio da comissura labial para esquerda e cefaleia, iniciados há aproximadamente 3 horas. A tomografia computadorizada de crânio exibiu ingurgitamento da artéria cerebral média esquerda e apagamento dos sulcos corticais à esquerda. Foi decidido que o paciente deveria ser submetido a trombólise.
A contraindicação absoluta ao uso de trombolíticos é:
As pupilas de um paciente que apresentou hemorragia em região da ponte encefálica se apresentam como:
A inalação de crack pode causar um espectro de síndromes pulmonares agudas, incluindo infiltração pulmonar com eosinofilia, pneumotórax e pneumomediastino, bronquiolite obliterante e insuficiência respiratória aguda associada a dano alveolar difuso e hemorragia alveolar.
As drogas de escolha para tratamento das lesões pulmonares associadas ao uso de crack são:
Asma é uma doença inflamatória crônica e intermitente das vias aéreas, caracterizada por exacerbações de hiper-reatividade das vias aéreas, causando dispneia, tosse, sibilos, obstrução variável ao fluxo aéreo e opressão torácica. Normalmente é reversível, mas pode ser grave e fatal.
Nos casos graves de crises de exacerbação da asma, com baixa resposta aos tratamentos convencionais, a droga utilizada que mostrou diminuir a necessidade de internação hospitalar é:
Adolescente comparece à emergência apresentando ferida em região da panturrilha atribuída a mordedura de cão. Nesse caso, foi prescrita amoxicilina/clavulanato.
O germe mais associado às mordeduras de cães é:
Paciente admitido na emergência, com quadro de náusea, vômitos, astenia, anemia (hemoglobina 7.8 g/dL; hematócrito 24%), em exame realizado 2 dias antes, edema de membros inferiores, edema periobitário e hálito urêmico.
Pela descrição acima, o principal exame que deve ser realizado de imediato para evitar o iminente óbito do paciente é:
Na vasculite por imunoglobulina A, algumas manifestações clínicas requerem tratamento com corticoterapia sistêmica, dentre elas:
Um homem de 42 anos, portador do HIV diagnosticado há 3 anos, em uso de dolutegravir + lamivudina, em bom estado geral, com carga viral indetectável há 3 anos, IMC 36 kg/m2 dá entrada na emergência com quadro súbito de palpitação, taquicardia, desconforto precordial e ritmo cardíaco irregular.
O ECG mostrou fibrilação atrial aguda, já que o paciente nega quadro semelhante anterior e era assintomático.
Nesse caso, a condição clínica associada a risco maior de fibrilação atrial é:
Paciente do sexo masculino, 26 anos de idade, sem comorbidades, comparece ao pronto-socorro simulando desmaio e com tremores em pálpebras e em mãos. Após abordagem inicial pela equipe médica, o paciente apresentou agitação psicomotora e choro lábil, referindo estresse emocional durante atividade laborativa; porém, encontrava-se lúcido, orientado e com queixas de cefaleia leve. Os sinais vitais mostraram: frequência cardíaca 120 bpm, frequência respiratória 26 incursões por minuto e pressão arterial 190 x 100 mmHg.
O diagnóstico da condição nosológica e a conduta mais apropriada para o caso são, respectivamente:
Um paciente de 45 anos foi admitido em pronto-socorro às 2 horas da manhã, com episódio de dor periorbital unilateral, grave congestão nasal ipsilateral, rinorreia, lacrimejamento, vermelhidão do olho e síndrome de Horner (ptose, meiose pupilar e anidrose facial ou hipoidrose), com 1 hora de evolução. O paciente estava inquieto e agitado, gritando de dor. Negava episódios semelhantes anteriores. O plantonista administrou oxigênio 100% sob máscara de alto fluxo, a 15 ml/min, por 15 minutos, com melhora.
A cefaleia em questão é:
Um jovem de 20 anos portador de diabetes mellitus tipo 1, com controle clínico inadequado, dá entrada em serviço de emergência com quadro de náuseas, vômitos, dor abdominal, desidratação, sede intensa e taquipneia. A equipe clínica faz o diagnóstico de cetoacidose diabética (CAD) e inicia prontamente o tratamento.
Sobre essa situação clínica, é correto afirmar que:
Uma funcionária da limpeza de um hospital sofreu acidente perfurocortante com agulha ao manipular sacos de lixo hospitalar. Procurou assistência na própria instituição, onde foi iniciado o protocolo de profilaxia pós-exposição ao HIV (PEP). A trabalhadora é hipertensa, faz uso de losartana e tem epilepsia em tratamento regular com oxcarbazepina.
Em relação à prevenção da infecção pelo HIV, a conduta correta no caso é:
O uso do paracetamol em dose superior a 4 g em 24 horas ou utilização por tempo prolongado podem causar danos em órgão nobre.
O órgão em questão e o antídoto são, respectivamente:
Em 22/08/2024, foi noticiado um caso de um homem, de 58 anos de idade, que levou uma cobra à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Guarujá (SP) após ser mordido na mão direita. O médico plantonista identificou o animal como uma jararaca.
Neste caso, o plantonista optou pelo uso de soro:
A medicação mais indicada para sedação de pacientes hipotensos que serão intubados na emergência, que se caracteriza por não apresentar efeitos cardiovasculares significativos e ter rápido início de ação e meia-vida curta, é:
A insuficiência cardíaca é uma doença que frequentemente acomete pacientes idosos. Na intoxicação digitálica, as manifestações clínicas encontradas incluem anorexia, náuseas, vômitos e diarreia; em alguns casos, pode ocorrer dor abdominal. As alterações de sistema nervoso incluem alterações visuais como xantopsias, cefaleia, fraqueza, tonturas, apatia e quadros confusionais. As manifestações cardiovasculares mais comuns são os bloqueios atrioventriculares e as extrassístoles ventriculares. Nos idosos, a digoxina é uma droga hidrossolúvel. Nesse caso, terão menor volume de distribuição e maior nível sérico com aumento da área sobre a curva de forma mais aguda, com um maior potencial de intoxicação digitálica, mesmo na dose preconizada para um adulto jovem.
O achado típico das intoxicações digitálicas no eletrocardiograma é:
Homem de 51 anos procura serviço de emergência devido a quadro de dor torácica aguda intensa e palpitações. Ao exame físico, encontrava-se hipotenso, com hipofonese de bulhas cardíacas e pulso paradoxal. Foram diagnosticados pericardite aguda e derrame pericárdico.
Em relação à etiologia do derrame pericárdico, aquela que, sem tratamento, causa morte em 100% dos casos é a:
Uma mulher de 35 anos com diagnóstico de feocromocitoma encontra-se em pré-operatório em fase de realização de exames complementares para o risco cirúrgico. Apresentou crise hipertensiva grave com cefaleia, sudorese e mal-estar geral, sendo levada ao serviço de emergência mais próximo. Durante um atendimento na emergência, foi administrada uma droga que resultou em piora dos sintomas.
A droga em questão é:
Durante o procedimento de intubação orotraqueal, há necessidade de proceder à sedoanalgesia do paciente. Para tanto existe um conjunto de drogas que devem ser bem manuseadas e indicadas para cada situação.
Entre os fármacos abaixo, aquele que pode resultar na “síndrome do tórax rígido” é o(a):
Paciente de 34 anos com histórico de epilepsia, em uso de carbamazepina há 3 anos, interrompeu tratamento por conta própria. Evoluiu com crise convulsiva tônico-clônica generalizada, sendo admitido em estado pós-ictal. Entretanto, apresentou nova crise convulsiva na sala de emergência, não tendo sido possível estabelecer acesso venoso imediato devido à intensidade das convulsões.
Nesse caso, a conduta mais indicada é:
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