Questões de Concursos

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Uma criança de 3 anos, sexo masculino, apresenta ressecamento e descamação da pele desde os 8 meses de idade. A mãe relata que o prurido é ocasional e que o quadro clínico fica atenuado no verão. Ao exame, observa-se xerodermia e descamação fina lamelar. Nas faces extensoras dos membros inferiores, as escamas são mais evidentes, losângicas e translúcidas. As margens se voltam para cima, conferindo sensação de aspereza. As pregas axilares, interglúteas, poplíteas e inguinais são poupadas. Presença de ceratose folicular, discreta hiperqueratose palmoplantar e acentuação dos sulcos palmares e plantares.
A dermatose descrita é decorrente de mutações no gene da:
A febre maculosa é uma importante zoonose no Brasil. Transmitida por carrapatos, é uma doença infecciosa febril de gravidade variável. Em nosso país, a doença é causada pela bactéria Rickettsia rickettsii.
A outra espécie de riquétsia que também causa febre maculosa no Brasil é:
Um homem de 50 anos em tratamento para hepatite C, com cirrose hepática compensada CHILD PUGH A, tem histórico de falha terapêutica com uso prévio de antivirais de ação direta. O médico assistente do serviço de atenção especializada prescreveu um novo esquema terapêutico, recomendado pelo Ministério da Saúde.
O esquema prescrito foi:
Um jovem de 13 anos foi atendido com queixa de placa alopécica única, arredondada, de aproximadamente 4 cm, em vértice do couro cabeludo. O paciente usa cabelos compridos e observou a lesão há 3 semanas. Fez uso de xampu de cetoconazol e dipropionato de betametasona loção capilar por 7 dias, sem observar melhora. A mãe refere que o filho é introspectivo e não quer ir ao colégio nem sair de casa sem boné. À tricoscopia, observam-se pontos pretos, cabelo em vírgula, cabelo em sacarolhas, pelos fraturados, sinal do código de barra e descamação brilhante envolvendo a haste como uma bainha.
O exame confirmou a hipótese diagnóstica de:
Uma paciente de 36 anos refere aparecimento, há 6 meses, de pequenas pústulas com líquido claro na parte superior e pus na inferior, sobre base eritematosa, isoladas e confluentes, formando lesões circinadas no tronco e regiões axilares. Observase que as pústulas rompidas formam áreas de descamação fina e crostas. As mucosas estão poupadas. Refere prurido leve. Histopatologia indica presença de pústula subcórnea, com neutrófilos e raros eosinófilos. Imunofluorescências direta e indireta estão negativas.
O quadro descrito refere-se a:
A terapia com diodo emissor de luz (LED) é uma tecnologia não ablativa, não invasiva, indolor e que não requer tempo de recuperação, o que a torna uma grande aliada na prática dermatológica.
Em relação a essa terapia, é correto afirmar que:
Um jovem de 20 anos de idade, trabalhador rural no interior do estado de São Paulo, é admitido no hospital com quadro de dispneia intensa, tosse seca e febre. Foi hospitalizado, evoluindo para edema agudo de pulmão não cardiogênico e choque, sendo necessária prótese respiratória. Após 5 dias de permanência na UTI, foi extubado e apresentou melhora clínica. Desenvolveu intenso aumento da diurese espontânea nessa fase (fase diurética da doença), que durou cerca de 1 semana. Recebeu alta hospitalar após 35 dias de internação, apesar de dispneia leve e astenia moderada persistente.
O quadro infeccioso, que acometeu o paciente foi:
A poliquimioterapia (PQT-U), um esquema de primeira linha para o tratamento farmacológico da hanseníase, é recomendado pela OMS desde 1982 e adotado no Brasil como único esquema terapêutico desde o início da década de 1990. Consiste na associação de três antimicrobianos (rifampicina, dapsona e clofazimina), que leva à cura em até 98% dos casos tratados, com baixa taxa de recidiva, estimada internacionalmente em torno de 1% dos casos tratados em um período de 5 a 10 anos (Lockwood, 2019).
O esquema farmacológico para tratamento de primeira linha, na infecção pelo M. leprae, para um paciente adulto, com 37 anos, peso corporal de 70 kg, com infecção paucibacilar, é:
Uma mulher de 56 anos apresenta diagnóstico de hepatite B em teste de rotina realizado há 9 meses. Não realizou tratamento e no momento encontra-se assintomática. Apresenta os seguintes marcadores virais:
• Anti-HBs negativo
• HBsAg positivo
• Anti-HBc total positivo
• AntiHBc IgM negativo
• HBe Ag positivo
A principal indicação para o início de tratamento antiviral específico é:
Menina de 10 anos é levada ao neurologista porque apresenta dificuldade no relaxamento muscular das mãos, sem dor, ao acordar. Não há atrofia muscular e a percussão da região tenar bilateralmente com martelo demonstra o fenômeno. A eletromiografia confirmou o diagnóstico. A mãe, atualmente com 40 anos, refere que, desde pequena, tem o mesmo problema, que em nada a prejudicou, afinal, trabalha como secretária, se casou, teve dois filhos e tem atividades de vida diária normais. Os sintomas melhoram com um medicamento oral que usa regularmente.
Esse medicamento é:
A leishmaniose tegumentar americana é uma doença infecciosa, não contagiosa, causada por protozoário, de transmissão vetorial, que acomete pele e mucosas. Os protozoários são do gênero Leishmania. No Brasil, foram identificadas sete espécies, sendo seis do subgênero Viannia e uma do subgênero Leishmania, sendo as três principais espécies Leishmania (Leishmania) amazonenses, Leishmania (Viannia) guyanensis e Leishmania (Viannia) braziliensis.
Os vetores são insetos denominados flebotomíneos, pertencentes à ordem Diptera, família Psychodidae, subfamília Phlebotominae, gênero Lutzomyia (classificação Young & Duncan, 1994), conhecidos popularmente como mosquito palha, tatuquira e birigui.
Com relação a essa doença, é correto afirmar que:
M.A.S, 39 anos, sexo feminino, com diagnóstico de hanseníase borderline, completou seu tratamento com poliquimioterapia única (PQT-U) em período de 16 meses. Ao término da PQT-U, não se observou mudança no aspecto clínico das lesões. Foram realizadas duas baciloscopias com intervalo de 7 meses. O índice baciloscópico ao início da PQT-U era igual a 1. A paciente manteve acompanhamento clínico na unidade de saúde devido a reações hansênicas reentrantes, com pouca resposta ao tratamento com corticosteroides sistêmicos. Foi sugerida investigação de resistência do Mycobacterium leprae (M.leprae) a antimicrobianos.
Um dos critérios para essa investigação é:
Um paciente de 29 anos, melanodérmica, com sobrepeso, apresenta queixa de “furúnculos” em regiões axilares. O quadro se iniciou há 3 anos com nódulo doloroso em região axilar, que evoluiu com drenagem de secreção purulenta e posterior cicatriz. Quadros idênticos com lesões recorrentes se sucederam, com média de 3 episódios em 6 meses. Fez uso de doxiciclina nos quadros agudos, com melhora parcial. Ao exame, observam-se, em região axilar direita, quatro nódulos inflamatórios, presença de comedão duplo e pequena cicatriz retrátil, e, em região axilar esquerda, um nódulo com sinais flogísticos e saída espontânea de secreção purulenta.
Conforme o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Hidradenite Supurativa do Ministério da Saúde (2020), para o Estágio de Hurley da paciente, está indicado tratamento medicamentoso com:
Mulher de 35 anos, portadora de psoríase moderada a grave, está em tratamento há 14 semanas com ustequinumabe, com redução do PASI superior a 75%. A paciente objetiva ser mãe, desejando interromper o tratamento com o imunobiológico para engravidar.
Durante a consulta, o médico assistente a orientou corretamente a manter o uso de contraceptivo eficaz, após a interrupção do tratamento, por:
Jovem com 22 anos de idade manteve relação sexual sem preservativos. Desenvolveu uretrite. Realizou exame da reação em cadeia da polimerase, que diagnosticou Mycoplasma genitalium.
Com relação a esse patógeno, o tratamento de escolha é:
Homem de 30 anos, obeso, procura o ortopedista por estar apresentando intensa dor noturna e parestesias na mão direita. Para o diagnóstico de síndrome do túnel do carpo, esperam-se as seguintes alterações:
Considerando‐se o paradigma Th1/Th2 da hanseníase, o perfil de citocinas encontrado na pele difere em cada polo da doença. Análises de sangue periférico de pacientes com hanseníase mostraram que, após a estimulação com antígenos recombinantes de M. leprae, em pacientes paucibacilares, há indução predominante da secreção de citocinas como a interleucina:
Mulher de 30 anos, com diagnóstico de miastenia gravis e tendo como sequela ptose palpebral bilateral assimétrica, procura a emergência com dispneia. É feita a hipótese de crise miastênica. Após medicação com anticolinesterásicos, observa-se piora da hipoventilação pulmonar associada a sudorese, bradicardia e hipotensão arterial.
Nesse contexto, para justificar a suspensão da medicação e administração de atropina (2mg EV), é preciso que se encontre(m), no exame da pupila:
Um homem de 34 anos encontra-se internado gravemente enfermo por doença infectocontagiosa sistêmica, de rápida evolução em poucos dias. Encontra-se toxêmico, hipoativo, queixando-se de dores disseminadas e com febre de 38,5 °C. A equipe clínica prescreveu tecovirimat parenteral.
A doença em questão é:
Na hanseníase, o teste de biologia molecular q-PCR para a detecção do Micobacteryum leprae utiliza amostras de:
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