A conduta imediata a ser tomada com esse paciente é:
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A conduta imediata a ser tomada com esse paciente é:
• hemoglobina: 18,5 g/dL; • leucócitos: 10.500/µL; • plaquetas: 300.000/µL.
Para confirmar o diagnóstico de policitemia vera, é necessário:
Um paciente soropositivo para HTLV, de 60 anos idade, desenvolve adenomegalia generalizada. A histopatologia do gânglio linfático retirado mostrou linfócitos anormais, clivados, com padrão folicular, arquitetura alterada e envolvimento da cápsula. A imunofenotipagem do sangue periférico, feita por citometria de fluxo, mostrou os seguintes resultados: CD2+, CD3+, CD4+, CD5+, CD7-, CD8-, CD25+, CD30-.
Esses resultados sugerem o diagnóstico de:
O esquema de antibioticoterapia profilática deve incluir os seguintes medicamentos:
Diante desse quadro, a opção terapêutica para reverter rapidamente a discrasia sanguínea é:
O resultado esperado desse tratamento é:
Considerando-se o quadro clínico do paciente, a estratégia terapêutica a ser empregada para a profilaxia seria:
Uma paciente do sexo feminino, 45 anos de idade, recebeu uma transfusão de hemácias devido a hemorragia pós-operatória. 30 minutos após o início da transfusão, ela desenvolveu febre de 39,4 °C, calafrios, ansiedade, náuseas, vômitos e dor abdominal. Sua pressão arterial caiu de 110/70 mmHg (pré-transfusão) para 90/60 mmHg, e a frequência cardíaca passou a ser de 120 bpm. Ela passou a referir dispneia, com uma saturação de oxigênio de 92%.
O quadro apresentado pela paciente é característico de:
O tratamento indicado para essa paciente é:
Nesse contexto, a terapêutica de segunda linha recomendada para esse paciente, de acordo com as diretrizes brasileiras, é:
Um paciente de 32 anos, previamente hígido, apresentou uma trombose de veia profunda de membro inferior esquerdo e embolia pulmonar. Depois da resolução do quadro, foi extensamente investigado para neoplasias e outras causas clínicas de trombose, e nada foi encontrado. Um painel de exames para investigação de trombofilia foi solicitado; os resultados estão mostrados a seguir.
• Mutação do gene da protrombina: negativo
• Fator V de Leiden: positivo, com gene em homozigose
• Anticoagulante lúpico (IgG e IgM): negativo
• Dosagem de Proteína C: 95%
• Dosagem de anti-trombina: 97%
• Dosagem de proteína S: 99%
• Dosagem de fator VIII: 99%
• Mutação no gene metilenotetrahidrofolato redutase (MTHFR C677T): negativa
Diante desses resultados, a conduta a ser tomada para a prevenção de novas tromboses é:
Um paciente com cirrose hepática pós-hepatite C avançada apresenta um quadro de hemorragia digestiva alta por varizes de esôfago. Seu tempo de protrombina é de 18 segundos, com RNI de 2,5, e seu tempo parcial de tromboplastina ativada é de 42 segundos, com padrão de 34 segundos.
Além do tratamento local das varizes, está indicado o uso de:
O médico solicitou um hemograma com VHS, um PPD e um raio X de tórax. O hemograma mostrou apenas eosinofilia (9%) e o VHS foi de 70 mm na primeira hora. O PPD foi não reator e o raio X de tórax teve resultado normal.
O diagnóstico mais provável e o método de confirmação são, respectivamente: