A partir dos anos 1960, houve uma politização do
tema da deficiência ao redor do mundo, o que
resultou em maior visibilidade e importância da
questão para os agentes políticos e para a sociedade
em geral. Esse novo olhar foi dando lugar à ideia de
que a exclusão vivida pelas pessoas com deficiência
era, na verdade, provocada pela organização social
contemporânea, e a deficiência passou a ser
entendida não como culpa individual daquele que tem
deficiência, mas como produto desta sociedade
contemporânea com suas barreiras:
Um surdo estará mais ou menos próximo da cultura
surda dependendo da identidade que assume dentro
da sociedade. De acordo com Perlin (1998), a
identidade híbrida pode ser definida como:
Por meio da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), o
intérprete intermedeia uma ação que corresponde à
aquisição do conhecimento pelo surdo. A produção
interpretativa, muitas vezes, não acontece de
maneira simultânea, mas é preciso pensar em
escolhas que não comprometam a interpretação.
Assinale a alternativa que corresponde a atitude
correta em relação ao papel do tradutor/intérprete
diante de uma produção interpretativa.
Reflexões sobre a alfabetização de surdos sugerem
que a alfabetização destes deva se realizar,
inicialmente, em língua de sinais. E uma proposta de
ensino ainda incipiente no Brasil, mas, sem dúvida,
um caminho que emerge aos poucos e timidamente,
por meio da tecnologia idealizada e desenvolvida por
Valérie Sutton do Deaf Action Commitee, da
Califórnia, USA, nomeada de:
O código de ética é um instrumento que orienta o
profissional intérprete na sua atuação. A sua
existência se justifica a partir do tipo de relação que o
intérprete estabelece com as partes envolvidas na
interação. O papel do intérprete é intermediar um
processo interativo que envolve determinadas
intenções conversacionais e discursivas, em que ele
tem a responsabilidade de tratar as informações com: