Questões de Concursos

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Mulher de 20 anos, saudável, sem comorbidades, apresenta quadro de 2 dias com urina turva, ardor ao urinar, polaciúria e urgência urinária. Não há prurido ou corrimento vaginal. Ao exame físico: sinais vitais normais; abdome sem alterações; Giordano negativo. Teste de gravidez: negativo. Considerando a principal hipótese diagnóstica, o tratamento correto é
Homem de 34 anos, relata quadro de disfagia para alimentos sólidos, há 5 anos, com piora progressiva. O histórico é notável para tabagismo e obesidade. A endoscopia digestiva alta revela uma lesão submucosa no meio esôfago. A ultrassonografia endoscópica demonstra que essa lesão é anecóica, mede 15 mm e não apresenta espessamento da parede ou linfadenopatia associada. O diagnóstico mais provável no esôfago é
Homem de 27 anos é atendido, pois está preocupado com suas unhas deformadas, que pioraram lentamente com o tempo. Ele é saudável e não tem comorbidades. Ao exame físico: a unha do 1o pododáctilo direito está espessada e elevada acima do leito ungueal; há alterações semelhantes nas outras unhas, mas elas não são tão afetadas. Exames complementares mostram se tratar de uma onicomicose. Em relação à principal hipótese diagnóstica para essa infecção, é correto afirmar:
Menino de 7 anos chega ao consultório com seu pai, que relatou piora da claudicação e dor progressiva na coxa esquerda e no joelho nos últimos 8 dias. Não há trauma associado. O histórico é relevante por conhecido atraso na idade óssea. Nessa circunstância, a hipótese diagnóstica correta é:
Mulher de 18 anos, previamente hígida, sem comorbidades, é avaliada ao fim de treino escolar extenuante. Logo após a atividade física, enquanto estava sentada, ela evolui com mal-estar, tontura, sudorese e náuseas. Imediatamente, ela perde a consciência, cai para a frente e apresenta movimentos rápidos e bruscos de seus braços e pernas. A consciência é retomada rapidamente. Inicialmente, parecia confusa, mas foi capaz de responder às perguntas de forma adequada. Apresentou alguma incontinência urinária durante o episódio, mas nenhum trauma na língua. Ela voltou ao seu estado mental basal alguns minutos após o episódio.

A principal hipótese diagnóstica é
Mulher de 27 anos tem se sentido triste nas últimas 2 semanas. Ela tem pouca energia e dificuldade de concentração. Relata que há 6 semanas se sentia muito bem, com muita energia e sem necessidade de dormir. Ela diz que esse padrão vem ocorrendo há pelo menos três anos, embora os episódios nunca tenham sido tão graves a ponto de não conseguir trabalhar. O diagnóstico mais provável é de transtorno
O padrão atual de tratamento para diagnóstico de infecção ginecológica por clamídia é o teste de amplificação de ácido nucléico (PCR), que substituiu o imunoensaio enzimático (EIA), pois é mais sensível. A amostra mais apropriada para diagnosticar essa infecção em mulheres é o swab
Mulher de 93 anos é avaliada em casa de repouso após quadro de 2 dias de anorexia, queda do estado geral e dor localizada no abdome inferior direito. A equipe da casa de repouso relata que a paciente apresentou moderado sangramento na fralda nas últimas horas. O histórico é relevante para hipertensão e osteoporose, em uso de ramipril (5 mg/dia) e alendronato (70 mg/semana). Exame físico: pressão arterial: 124 x 76 mmHg; pulso: 106 bpm; nota-se dor à palpação do quadrante inferior direito do abdome, com descompressão brusca negativa. O eletrocardiograma mostra fibrilação atrial.

Com os dados descritos, a principal hipótese diagnóstica é
Bebê de 3 meses apresenta quadro de chiado no peito, coriza, febre e tosse há 2 dias. A criança frequenta uma creche onde outras crianças apresentaram sintomas semelhantes. Ao exame físico: a ausculta pulmonar revela roncos difusos e sibilos; há retrações intercostais. A etiologia mais provável para essa apresentação é
Em relação às diferenças sexuais e prognósticos/desfechos em pacientes diabéticos, é correto afirmar:
Homem de 72 anos é acompanhado por doença pulmonar obstrutiva crônica grave. Relata dispneia aos pequenos esforços. Não há sintomas de cor pulmonale. Ele parou de fumar há 3 anos. Nessa circunstância, a estratégia que tem maior chance de melhorar a sobrevida em longo prazo é
Homem de 59 anos, com câncer de pulmão de células não pequenas, fez quimioterapia recente com cisplatina e etoposide. O paciente relata, em consulta de retorno, que iniciou quadro de queimação intensa nos pés que dificultam o sono à noite. Ele nega dor semelhante nas mãos, lombalgia, parestesias, incontinência urinária ou intestinal. O exame físico é notável para sensibilidade diminuída em região distal dos membros inferiores, bilateralmente. Hemograma, glicemia, função renal, eletrólitos, bilirrubina e desidrogenase lática são normais.

O melhor passo inicial no manuseio desse paciente é
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