Questões de Concursos

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A cultura corporal de movimento está expressa em

jogos, esporte, danças, artes marciais, lutas, ginástica e

outros movimentos que ainda são emergentes. Certos

movimentos são significativos para determinada região do

país, mas não para outras. Você, por exemplo, que nasceu

e cresceu em determinada cidade pertencente a uma

região do nosso país, aprendeu e praticou alguns jogos,

esportes e dançou um tipo de música porque tais

manifestações são parte integrante da sua comunidade.

DARIDO, S. C.e SOUZA JUNIOR, O. Para esinar eucação física.

São Paulo: Papirus Editora, 2007 (adaptado).

O Brasil tem características culturais embasadas na

miscigenação de raças e etnias que influenciam as

manifestações de movimento, como, por exemplo,

(ENEM 2013)  Um circuito em série é formado por uma pilha, uma lâmpada incandescente e uma chave interruptora. Ao se ligar a chave, a lâmpada acende quase instantaneamente, irradiando calor e luz. Popularmente, associa-se o fenômeno da irradiação de energia a um desgaste da corrente elétrica, ao atravessar o filamento da lâmpada, e à rapidez com que a lâmpada começa a brilhar, Essa explicação está em desacordo com o modelo clássico de corrente.

De acordo com o modelo mencionado, o fato de a lâmpada acender quase instantaneamente está relacionado à rapidez com que

Duas irmãs que dividem o mesmo quarto de estudos combinaram de comprar duas caixas com tampas para guardarem seus pertences dentro de suas caixas, evitando, assim, a bagunça sobre a mesa de estudos. Uma delas comprou uma metálica, e a outra, uma caixa de madeira de área e espessura lateral diferentes, para facilitar a identificação. Um dia as meninas foram estudar para a prova de Física e, ao se acomodarem na mesa de estudos, guardaram seus celulares ligados dentro de suas caixas. Ao longo desse dia, uma delas recebeu ligações telefônicas, enquanto os amigos da outra tentavam ligar e recebiam a mensagem de que o celular estava fora da área de cobertura ou desligado.
Para explicar essa situação, um físico deveria afirmar que o material da caixa, cujo telefone celular não recebeu as ligações é de

A história do futebol é uma triste viagem do prazer ao dever. […] O jogo se transformou em espetáculo, com poucos protagonistas e muitos espectadores, futebol para olhar, e o espetáculo se transformou num dos negócios mais lucrativos do mundo, que não é organizado para ser jogado, mas para impedir que se jogue. A tecnocracia do esporte profissional foi impondo um futebol de pura velocidade e muita força, que renuncia ã alegria, atrofia a fantasia e proíbe a ousadia. Por sorte ainda aparece nos campos, […] algum atrevido que sai do roteiro e comete o disparate de driblar o time adversário inteirinho, além do juiz e do público das arquibancadas, pelo puro prazer do corpo que se lança na proibida aventura da liberdade.
GALEANO, E. Futebol ao sol e à sombra. Porto Alegre: L&PM Pockets, 1995 (adaptado).
O texto indica que as mudanças nas práticas corporais, especificamente no futebol,

Qual a principal teoria de Marx que sugere que as relações de produção e econômicas determinam a estrutura política e ideológica de uma sociedade?

Diz-se, em termos gerais, que é preciso "falar a mesma língua": o português, por exemplo, que é a língua que utilizamos. Mas trata-se de uma língua portuguesa ou de várias línguas portuguesas? O português da Bahia é o mesmo português do Rio Grande do Sul? Não está cada um deles sujeito a influências diferentes ? linguísticas, climáticas, ambientais? O português do médico é igual ao do seu cliente? O ambiente social e o cultural não determinam a língua? Estas questões levam à constatação de que existem níveis de linguagem. O vocabulário, a sintaxe e mesmo a pronúncia variam segundo esses níveis.

VANOYE, F. Usos da linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1981 (fragmento).

Na fala e na escrita, são observadas variações de uso, motivadas pela classe social do indivíduo, por sua região, por seu grau de escolaridade, pelo gênero, pela intencionalidade do ato comunicativo, ou seja, pelas situações linguísticas e sociais em que a linguagem é empregada. A variedade linguística adequada à situação específica de uso social está expressa

PINHÃO Sai ao mesmo tempo que BENONA entra.
BENONA: Eurico, Eudoro Vicente está lá fora e quer falar com você.
EURICÃO: Benona, minha irmã, eu sei que ele está lá fora, mas não quero falar com ele.
BENONA: Mas Eurico, nós lhe devemos certas atenções.
EURICÃO: Você, que foi noiva dele. Eu, não!
BENONA: Isso são coisas passadas.
EURICÃO: Passadas para você, mas o prejuízo foi meu. Esperava que Eudoro, com todo aquele dinheiro, se tornasse meu cunhado. Era uma boca a menos e um patrimônio a mais. E o peste me traiu. Agora, parece que ouviu dizer que eu tenho um tesouro. E vem louco atrás dele, sedento, atacado de verdadeira hidrofobia. Vive farejando ouro, como um cachorro da molest’a, como um urubu, atrás do sangue dos outros. Mas ele está enganado. Santo Antônio há de proteger minha pobreza e minha devoção.
SUASSUNA, A. O santo e a porca, Rio de Janeiro: José Olympio, 2013 (fragmento)
Nesse texto teatral, o emprego das expressões “o peste” e “cachorro da molest’a” contribui para
    A marcha galopante das tecnologias teve por primeiro resultado multiplicar em enormes proporções tanto a massa das notícias que circulam quanto as ocasiões de sermos solicitados por elas. Os profissionais têm tendência a considerar esta inflação como automaticamente favorável ao público, pois dela tiram proveito e tornam-se obcecados pela imagem liberal do grande mercado em que cada um, dotado de luzes por definição iguais, pode fazer sua escolha em toda liberdade. Isso jamais foi realizado e tende a nunca ser. Na verdade, os leitores, ouvintes, telespectadores, mesmo se se abandonam a sua bulimia*, não são realmente nutridos por esta indigesta sopa de informações e sua busca finaliza em frustração. Cada vez mais frequentemente, até, eles ressentem esse bombardeio de riquezas falsas como agressivo e se refugiam na resistência a toda ou qualquer informação.
    O verdadeiro problema das sociedades pós-industriais não é a penúria**, mas a abundância. As sociedades modernas têm a sua disposição muito mais do que necessitam em objetos, informações e contatos. Ou, mais exatamente, disso resulta uma desarmonia entre uma oferta, não excessiva, mas incoerente, e uma demanda que, confusamente, exige uma escolha muito mais rápida a absorver. Por isso os órgãos de informação devem escolher, uma vez que o homem contemporâneo apressado, estressado, desorientado busca uma linha diretriz, uma classificação mais clara, um condensado do que é realmente importante.
(*) fome excessiva, desejo descontrolado.
(**) miséria, pobreza.
VOYENNE, B. Informação hoje. Lisboa: Armand Colin, 1975 (adaptado).
Com o uso das novas tecnologias, os domínios midiáticos obtiveram um avanço maior e uma presença mais atuante junto ao público, marcada ora pela quase simultaneidade das informações, ora pelo uso abundante de imagens. A relação entre as necessidades da sociedade moderna e a oferta de informação, segundo o texto, é desarmônica, porque

(UNIFENAS) Foram fatos importantes na política externa de D. João VI, no Brasil:

(UEPA) A Conferência de Berlim, realizada na Alemanha em 1885, sacralizou o processo de partilha da África. Dela fizeram parte a Inglaterra, França, Bélgica, Alemanha, Itália, Portugal e Espanha. A geopolítica imposta ao Continente Africano gerou, nas décadas posteriores, o sentimento anticolonialista, pois:

Na música, ______ é o parâmetro relacionado à criação de linhas melódicas, melodias e harmonias. _________ conecta-se com a organização do ritmo; ____________ encontra correspondente musical na expressão dinâmica e também no ritmo; e ______ personaliza, da cor, caráter.

Assinale a alternativa que apresenta os parâmetros sonoro-musicais de acordo com o texto anterior de modo a preencher CORRETAMENTE as lacunas.

Nas últimas décadas os museus de arte adotaram projetos expositivos voltados para o desenvolvimento das habilidades sensíveis, cognitivas e reflexivas do público fruídor.
As opções a seguir apresentam estratégias compatíveis com esta nova proposta, à exceção de uma. Assinale-a.

A América se tornara a maior força política financeirado mundo capitalista. Havia se transformado de país devedor em país que emprestava dinheiro. Era agora uma nação credora.
HUBERMAN, L. História da riqueza do homem. Rio de Janeiro: Zahar, 1962.

Em 1948, os EUA lançavam o Plano Marshall, que consistiu no empréstimo de 17 bilhões de dólares para que os países europeus reconstruíssem suas economias. Um dos resultados desse plano, para os EUA, foi

(UDESC 2018/2) O coração humano apresenta artérias e veias que levam e trazem sangue ao coração. Relacione as artérias ou veias da coluna A com as suas funções na coluna B.

Coluna A Coluna B
I - Veia Cava Inferior ( ) conduz (em) sangue arterial ao miocárdio
II - Artéria Orta ( ) conduz (em) sangue venoso do ventrículo direto aos pulmões
III - Artéria Pulmonar Direita e Esquerda ( ) conduz (em) sangue arterial do ventrículo esquerdo para o corpo
IV - Veias Pulmonares ( ) conduz (em) sangue arterial dos pulmões ao átrio esquerdo
V - Artérias Coronárias ( ) conduz (em) sangue venoso ao átrio direito

Assinale a alternativa que indica a associação correta entre as colunas, de cima para baixo.

Primeiro surgiu o homem nu de cabeça baixa. Deus veio num raio. Então apareceram os bichos que comiam os homens. E se fez o fogo, as especiarias, a roupa, a espada e o dever. Em seguida se criou a filosofia, que explicava como não fazer o que não devia ser feito. Então surgiram os números racionais e a História, organizando os eventos sem sentido. A fome desde sempre, das coisas e das pessoas. Foram inventados o calmante e o estimulante. E alguém apagou a luz. E cada um se vira como pode, arrancando as cascas das feridas que alcança.
BONASSI, F. 15 cenas do descobrimento de Brasis. In: MORICONI, Í. (Org.). Os cem melhores contos do século. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.
A narrativa enxuta e dinâmica de Fernando Bonassi configura um painel evolutivo da história da humanidade. Nele, a projeção do olhar contemporâneo manifesta uma percepção que

(Instituto AOCP) Assinale a alternativa que NÃO se relaciona ao momento histórico denominado Guerra Fria.

Logo todos na cidade souberam: Halim se embeiçara por ?ana. As cristãs maronitas de Manaus, velhas e moças, não aceitavam a ideia de ver ?ana casar–se com um muçulmano. Ficavam de vigília na calçada do Biblos, encomendavam novenas para que ela não se casasse com Halim. Diziam a Deus e ao mundo fuxicos assim: que ele era um mascate, um teque–teque qualquer, um rude, um maometano das montanhas do sul do Líbano que se vestia como um pé rapado e matraqueava nas ruas e praças de Manaus. Galib reagiu, enxotou as beatas: que deixassem sua filha em paz, aquela ladainha prejudicava o movimento do Biblos. ?ana se recolheu ao quarto. Os clientes queriam vê–la, e o assunto do almoço era só este:
a reclusão da moça, o amor louco do "maometano".
HATOUM, M. Dois irmãos. São Paulo: Cia. das Letras, 2006 (fragmento).
Dois irmãos narra a história da família que Halim e ?ana formaram na segunda metade do século XX.
Considerando o perfil sociocultural das personagens e os valores sociais da época, a oposição ao casamento dos dois evidencia

(PUC-MG) Partindo-se um ímã ao meio, observa-se que

A escolha de uma forma teatral implica a escolha de um tipo de teatralidade, de um estatuto de ficção com relação à realidade. A teatralidade dispõe de meios específicos para transmitir uma cultura–fonte a um público–alvo; é sob esta única condição que temos o direito de falar em interculturalidade teatral.
PAVIS, P. O teatro no cruzamento de culturas. São Paulo: Perspectiva, 2008.
A partir do texto, o meio especificamente cênico utilizado para transmitir uma cultura estrangeira implica

TEXTO I
O Estado sou eu.
Frase atribuída a Luís XIV, Rei Sol, 1638–1715. Disponível em: http://portaldoprofessor.mec. gov.br. Acesso em: 30 nov. 2011.

TEXTO II
A nação é anterior a tudo. Ela é a fonte de tudo. Sua vontade é sempre legal; na verdade é a própria lei.
SIEYÈS, E–J. O que é o Terceiro Estado. Apud. ELIAS, N. Os alemães: a luta pelo poder e a evolução do habitus nos séculos XIX e XX. Rio de Janeiro: Jorge ?ahar, 1997.
Os textos apresentados expressam alteração na relação entre governantes e governados na Europa. Da frase atribuída ao rei Luís XIV até o pronunciamento de Sieyès, representante das classes médias que integravam o Terceiro Estado Francês, infere–se uma mudança decorrente da

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