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Tendo em vista que o movimento internacional de capitais tem recebido grande atenção da literatura econômica, particularmente com o aprofundamento do processo de globalização financeira nos últimos vinte e cinco anos, julgue (C ou E) os itens seguintes, acerca do movimento internacional de capitais e seus impactos. Um dos problemas mais preocupantes do movimento internacional de capital ocorre quando a saída dos fluxos se dá repentinamente, pressionando o câmbio e colocando em risco a manutenção da estabilidade financeira. Em países que fizeram a liberalização financeira com implementação de políticas para limitar o excesso de volatilidade, as regulações prudenciais desempenham papel fundamental e preventivo na contenção desses riscos.
    O terreno em que vivemos sempre nos moldou. Ele moldou as guerras, o poder, a política e o desenvolvimento social dos povos que habitam hoje todas as partes da Terra. A tecnologia talvez pareça superar as distâncias entre nós no espaço mental e físico, mas é fácil esquecer que o terreno em que vivemos, trabalhamos e criamos nossos filhos é importantíssimo, e que as escolhas dos que dirigem os sete bilhões de habitantes deste planeta serão sempre moldadas, em alguma medida, por rios, montanhas, desertos, lagos e mares que nos restringem – e sempre o fizeram.
    [...] Em termos gerais, a geopolítica examina as maneiras pelas quais os assuntos internacionais podem ser compreendidos por meio de fatores geográficos; não somente a paisagem física – as barreiras naturais ou conexões de redes fluviais, por exemplo –, mas também clima, dados demográficos, regiões culturais e acesso a recursos naturais. Fatores como esses podem ter um importante impacto sobre aspectos diferenciados de nossa civilização, de estratégia política e militar a desenvolvimento social humano, incluindo língua, comércio e religião.
    As realidades físicas que sustentam a política nacional e internacional são desconsideradas, com demasiada frequência, tanto quando se escreve a respeito de história quanto na cobertura contemporânea da mídia acerca dos assuntos mundiais. A geografia é claramente uma parte do “por quê”, bem como de “o quê”. Ela pode não ser o fator determinante, mas, com certeza, é o mais subestimado.
MARSHALL, Tim. Prisioneiros da Geografia: 10 mapas que explicam tudo o que você precisa saber sobre política global. Rio de Janeiro: Ed. Zahar, 2018, p. 12-13, com adaptações.
Com base nas relações entre a geografia e a política, julgue o item a seguir.
A Rússia, o maior país do mundo, é aproximadamente duas vezes maior que os Estados Unidos da América (EUA) ou a China e cinco vezes maior que a Índia. Estendendo-se por cerca de 170° de longitude, possui ampla fronteira terrestre com países europeus e asiáticos, bem como fronteiras marítimas com o Japão e os EUA. A profundidade territorial russa, que dificultaria ataques de potências marítimas, aliada à existência de recursos naturais e energéticos e de um relevo predominantemente plano, inspiraram Harlford Mackinder a formular a teoria da Área Pivô.

A escolha em situação de escassez, as interações entre o governo
e os mercados privados e a evolução da análise econômica são
tópicos relevantes para o exame dos fenômenos econômicos.
A esse respeito, julgue os itens a seguir.

De acordo com a visão keynesiana, o aumen t o d a oferta de moeda reduz as taxas de juros, o que provoca a expansão do investimento e da demanda agregada.

Na segunda metade do século 19, iniciou-se a ocupação da chamada “última fronteira”, com corridas do ouro responsáveis pelo estabelecimento de uma série de novas cidades e pela consequente expansão do território dos Estados Unidos da América (EUA). Com relação ao processo citado, julgue (C ou E) o item a seguir. As incursões no continente ao longo do século 19 lançaram as bases da Doutrina Monroe, deflagrada no início do século 20 com o objetivo de orientar as relações dos EUA com a América Latina. 
Com relação aos modelos de crescimento econômico do pós-guerra, julgue (C ou E) o item a seguir. Uma característica definidora dos modelos de crescimento endógeno mais recentes é a incorporação da inovação tecnológica como variável interna, decorrente das decisões dos agentes econômicos.

Turistas, funcionários e gestores de empresas circulam pelo mundo, mas a maior parte dos que se deslocam por um tempo mais longo é constituída de migrantes internacionais. A pobreza é a principal causa da mobilidade, mas as defasagens entre sociedades jovens e em processo de envelhecimento, os conflitos, a difusão da informação, a redução dos custos de transporte e as demandas de mão de obra nos países do Norte alimentam os desejos de partida.
M-F Durand et al. Atlas da mundialização. Compreender o espaço mundial contemporâneo. São Paulo: Saraiva, 2009, p. 28.

Acerca das migrações internacionais na atualidade, julgue (C ou E) os itens subsequentes.

Os fluxos migratórios sul-norte envolvem menos da metade dos migrantes internacionais; a maioria dos fluxos, menos conhecidos e menos midiatizados, é de orientação sul-sul.

No que se refere à Rússia e às suas relações com os países europeus e com os EUA desde o final da Guerra Fria, julgue (C ou E) os itens a seguir.

A expansão da OTAN tornou-se um novo ingrediente para fricções entre os russos e os membros da Aliança Atlântica. Com essa expansão, passaram a fazer parte da OTAN alguns países participantes do antigo Pacto de Varsóvia, além de vários países balcânicos e bálticos.

O processo de descolonização, um tanto desacelerado pela
transmigração da corte, revela-se na série de movimentos liberais
e liberal-nacionais, desde as insurreições republicanistas no
Nordeste, em 1817 e 1824, a Independência em 1822, prosseguindo
depois na expulsão de Pedro I em 1831 e nos conflitos, levantes e
revoluções do período regencial (1831-40). Quando Pedro II
assumiu a Coroa com o golpe da maioridade em 1840, definiu-se a
paz do Segundo Império. Nesse percurso, o novo Estado inseriu-
se no sistema mundial de dependência sob a tutela inglesa.

Adriana Lopez e Carlos Guilherme Mota. História do Brasil: uma
interpretação
. São Paulo: SENAC/SP, 2008, p. 306 (com adaptações).

Considerando o texto acima e o processo de independência e
consolidação do Estado nacional brasileiro ao longo do século XIX,
julgue os itens que se seguem.

A hegemonia econômico-financeira britânica, indiscutível no transcurso do século XIX em outras partes do mundo, apenas tangencialmente se fez sentir na América Latina, incluindo o Brasil.

Com relação ao processo citado, julgue (C ou E) o item a seguir. Ocupações do Grande Deserto suscitadas pela febre do ouro ampliaram os conflitos entre garimpeiros e populações ameríndias, que então viviam sobretudo da caça aos búfalos. As disputas levaram a diversos massacres, que continuaram a ocorrer até o fim do século 19, quando a instituição de reservas pacificou definitivamente as relações entre as partes em conflito.

Com base na análise das estruturas de mercado, crucial para o entendimento da formação dos preços nos diferentes setores da economia, julgue (C ou E) os itens subsequentes.

Alegar que as escolas públicas brasileiras, por serem muito pequenas, apresentam custos médios elevados é um raciocínio consistente com a existência de economias de escala na produção do ensino público.

Considerando a trajetória da política externa argentina da década de 1980 ao presente, bem como as relações com o Brasil e as perspectivas daquele país em relação ao Mercado Comum do Sul (MERCOSUL), julgue o item a seguir.
Sob a presidência de Carlos Saul Menem (1989-1999), a política externa argentina privilegiou as relações com os Estados Unidos, o que, contudo, não representou obstáculo para o aprofundamento do relacionamento com o Brasil, cuja política externa, no mesmo contexto, priorizava o fortalecimento do multilateralismo e a integração regional como pilares da respectiva estratégia de inserção internacional.
A respeito do tema refugiados, apátridas e migrantes, julgue (C ou E) os itens a seguir. Em 2017, o número de pessoas que foram forçadas a se deslocar em razão de conflitos em países como a Síria retrocedeu, apesar do crescimento observado nos anos anteriores.
Com relação aos modelos de crescimento econômico do pós-guerra, julgue (C ou E) o item a seguir. Aumentos da taxa de poupança, no modelo de Solow, resultam em uma aceleração apenas temporária do crescimento de uma economia, uma vez que a função de produção apresenta retornos decrescentes de escala no capital. 
A respeito do panorama das artes no século 20, julgue (C ou E) o item a seguir. A atribuição de beleza às máquinas é um fenômeno relativamente recente. No século 20, assistiu-se à emergência de uma estética industrial, no interior da qual as funcionalidades técnicas previstas no design associaram-se à estetização das formas, de modo a suscitar admiração e interesse público.
Texto
    O senhor saiba: eu toda a minha vida pensei por mim, (L.01)
forro, sou nascido diferente. Eu sou é eu mesmo. Diverjo de
todo o mundo... Eu quase que nada não sei. Mas desconfio
de muita coisa. O senhor concedendo, eu digo: para pensar (L.04)
longe, sou cão mestre o senhor solte em minha frente uma
ideia ligeira, e eu rastreio essa por fundo de todos os matos,
amém![...] (L.07)
    A gente vive repetido, o repetido, e, escorregável, num
mim minuto, já está empurrado noutro galho. Acertasse eu
com o que depois sabendo fiquei, para de lá de tantos (L.10)
assombros... Um está sempre no escuro, só no último
derradeiro é que clareiam a sala. Digo: o real não está na
saída nem na chegada: ele se dispõe para a gente é no meio (L.13)
da travessia.[...]
    Consegui o pensar direito: penso como um rio tanto
anda: que as árvores das beiradas mal nem vejo... Quem me (L.16)
entende? O que eu queira. Os fatos passados obedecem à
gente; os em vir, também. Só o poder do presente é que é
furiável? Não. Esse obedece igual e é o que é.[...] (L.19)
    O senhor não pode estabelecer em sua ideia a minha
tristeza quinhoã. Até os pássaros, consoante os lugares, vão
sendo muito diferentes. Ou são os tempos, travessia da (L.22)
gente? (L.23)
ROSA, João Guimarães. Grande Sertão: Veredas. Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 1976, p. 15, 51-52, 260 e 304, com adaptações.
Considerando os sentidos e os aspectos linguísticos do texto, julgue o item a seguir.
No primeiro excerto, o narrador revela-se “forro” (linha 2) e desconfiado de tudo e de todos, perplexo diante de novas ideias e pensamentos.

Presidente visita Benguela

O presidente da República in icia hoje uma viagem pelo
continente africano. Seu primeiro compromisso no exterior diz respeito à
assinatura de um tratado comercial com a Repúb lica de Benguela,
envolvendo exportação de produtos agrícolas e medicamentos, e ajuda
financeira.

A República de Benguela é país recém-criado, surgido em
decorrência do desmembramento de parte do território de um outro país.
Um governador de estado acompanha a comitiva presidencial,
pois tem interesse em um segundo tratado, pelo qual uma sociedade de
economia mista do estado-membro participaria das obras de
infra-estrutura necessárias à organização do novo país. A imprensa não foi
informada acerca de qual governador acompanhará o presidente.
O Planeta Diário, 1.º de abril de 2003 (com adaptações).

Supondo que seja verdadeira a notícia hip o tética acima transcrita,
julgue os itens seguintes.

Considerando que o território da República de Benguela era parte de um país, que continua a existir, a referida República não deverá ficar responsáv el p elo pagamento de nenhuma parcela de dívida externa contraí d a pelo país predecessor, ainda que ambos os países tenham diversamente acordad o, haja vista a exi stência de norma impositiva de direito internacional público a respeito dessa matéria.

Texto
    O contexto de emergência do Brasil independente e da (L.01)
correlata ideia de uma nacionalidade brasileira, no decorrer do
século 19, é recheado de polêmicas e debates públicos levados a
cabo por intelectuais, gramáticos, filólogos, escritores, juristas, (L.04)
jornalistas e médicos. Tais debates retratam a maneira como as
políticas linguísticas foram mobilizadas no percurso histórico
de construção do Brasil e da brasilidade, revelando chaves (L.07)
epistemológicas de definição e enquadramento das línguas.
Exemplificando, nesse contexto: reforça-se a diferenciação
entre fala e escrita; intensificam-se os estudos lexicais e (L.10)
gramaticais; constroem-se narrativas sobre a história do
português no Brasil; defende-se a documentação da língua em
uso; debate-se o estatuto do português do Brasil – variedade, (L.13)
modalidade, dialeto ou língua; debate-se a designação da língua
falada no Brasil; categorizam-se elementos linguísticos sob os
rótulos de neologismos, estrangeirismos, brasileirismos, (L.16)
jargões; discute-se a possível origem crioula do português do
Brasil; polemiza-se sobre a autenticidade da língua do Brasil;
discute-se a língua literária brasileira; entre outros aspectos. (L.19)
    Trata-se, sobretudo, de um debate político em torno da
língua. A criação da Academia Brasileira de Letras,
evidentemente, não ficaria alheia a esse processo que inscreveu (L.22)
na língua questões relevantes para a formação de um
imaginário brasileiro. Nesse contexto, a arte literária
desempenhou um papel importante, seja na definição de um (L.25)
padrão escrito, seja na problematização dos limites linguísticos
normativos.
    Ressalta-se que os discursos em torno da questão da (L.28)
língua nacional fazem pouca ou nenhuma menção às
influências das línguas africanas. A título de ilustração, João
Ribeiro (1889) definiu o “elemento linguístico negro” como (L.31)
modificações feitas na linguagem brasileira em decorrência das
influências das línguas africanas faladas pelos escravizados,
defendendo que corresponderiam a modificações profundas, (L.34)
pois afetariam o sistema gramatical, especialmente no que tange
ao “elemento popular”. Nessa época, João Ribeiro sinalizou
para a escassa bibliografia sobre o tema, com exceção dos (L.37)
trabalhos de Macedo Soares. Décadas depois, Gilberto Freire
(1961) identificou, em anúncios de jornais do século XIX, o uso
de termos de origem africana que seriam mais próximos da (L.40)
“expressão nacional do que toda a nossa literatura do mesmo
período”.
    No contexto de construção de um imaginário nacional, (L.43)
podemos mencionar as políticas linguísticas modernistas e da
Era Vargas, que estavam vinculadas a políticas culturais e
educacionais, todas envolvidas com a criação dos sentidos de (L.46)
nacionalismo e brasilidade (Velloso, 1987). Esse período
agrupou uma série de discursos sobre as línguas que
mobilizavam uma chave interpretativa que girava em torno das (L.49)
ideias de miscigenação, cultura popular, oralidade e
regionalismos (Severo, 2016). Em termos de cultura popular e
línguas africanas, Mario de Andrade (1928), Câmara Cascudo (L.52)
(1944), Renato Mendonça (1923), Nina Rodrigues (1932) e
Jacques Raymundo (1933), por exemplo, vincularam a
sonoridade africana – seja pela tradição oral, seja pela herança (L.55)
musical – à formação de uma ideia de “cultura popular”. A
oralidade se tornou um lugar central de inscrição de sentidos
nacionalistas no período modernista e na Era Vargas, momento (L.58)
de difusão de uma cultura popular através do rádio. Data de
1937, por exemplo, a criação do I Congresso da Língua
Nacional Cantada, organizado por Mario de Andrade quando (L.61)
coordenava o Departamento de Cultura de São Paulo. Tratou-se
de uma política linguística explícita que buscou incidir sobre a
pronúncia, o ritmo e a prosódia aquilo que deveria ser definido (L.64)
como língua-padrão cantada e falada. Evidentemente, sabemos
que as regulações nem sempre têm um papel efetivo na prática,
o que se percebe na inexistência de outras políticas linguísticas (L.67)
explícitas e governamentais envolvendo as práticas orais
brasileiras. (L.69)
SEVERO, Cristine Gorski. Uma visão panorâmica das políticas linguísticas no Brasil: construindo diálogos. Revista Brasileira. Fase IX, janeiro-fevereiro-março 2018, ano I n. 94. Disponível em: http://www.academia.org.br/. Acesso em: 15 ago. 2019, com adaptações.
Com base nas ideias do texto, julgue o item a seguir.
A substituição de “Trata-se” (linha 20) por Esse fato trata-se manteria a correção e a coerência do texto.
Heatwaves are killing people
1 In recent days heatwaves have turned swathes of
America and Europe into furnaces. Despite the
accompanying blast of headlines, the implications of such
4 extreme heat are often overlooked or underplayed.
Spectacular images of hurricanes or floods grab attention
more readily, yet heatwaves can cause more deaths. Heat is
7 one of climate change’s deadliest manifestations.
Sometimes its impact is unmistakable — a heatwave in
Europe in 2003 is estimated to have claimed 70,000 lives.
10 More often, though, heatwaves are treated like the two in the
Netherlands in 2018. In just over three weeks, around 300
more people died than would normally be expected at that
13 time of year. This was dismissed as a “minor rise” by
officials. But had those people died in a flood, it would have
been front-page news.
16 The havoc caused by extreme heat does not get the
attention it merits for several reasons. The deaths tend to be
more widely dispersed and do not involve the devastation of
19 property as do the ravages of wind and water. Moreover,
deaths are not usually directly attributable to heatstroke.
Soaring temperatures just turn pre-existing conditions such
22 as heart problems or lung disease lethal.
Heatwaves will inevitably attract more attention as they
become more frequent. As greenhouse gases continue to
25 accumulate in the atmosphere, not only will temperatures
rise overall but extremes of heat will occur more frequently.
Britain’s Met Office calculates that by the 2040s European
28 summers as hot as that of 2003 could be commonplace,
regardless of how fast emissions are reduced. Urbanisation
intensifies the risk to health: cities are hotter places than the
31 surrounding countryside, and more people are moving into
them.
The good news is that most fatalities are avoidable, if
34 three sets of measures are put in place. First, people must be
made aware that extreme heat can kill and warning systems
established. Heatwaves can be predicted with reasonable
37 accuracy, which means warnings can be given in advance
advising people to stay indoors, seek cool areas and drink
plenty of water. Smart use of social media can help. In 2017
40 a campaign on Facebook warning of the dangers of a
heatwave in Dhaka, Bangladesh’s capital, reached 3.9m
people, nearly half the city’s population.
43 Second, cool shaded areas and fresh water should be
made available. In poor places, air-conditioned community
centres and schools can be kept open permanently. In Cape
46 Town, spray parks have been installed to help people cool
down. Third, new buildings must be designed to be resilient
to the threat of extreme heat and existing ones adapted.
49 White walls, roofs or tarpaulins, and extra vegetation in
cities, all of which help prevent heat from building up, can
be provided fairly cheaply. A programme to install “cool
52 roofs” and insulation in Philadelphia reduced maximum
indoor temperatures by 1.3 ?C.
It is a cruel irony that, as with other effects of climate
55 change, the places that are hardest hit by heatwaves can
least afford to adapt. In poor countries, where climates are
often hotter and more humid, public-health systems are
58 weaker and preoccupied with other threats. Often,
adaptation to extreme heat is done by charities if it is done at
all. Particular attention should be paid to reaching both
61 remote areas and densely populated urban ones, including
slums where small dwellings with tin roofs packed together
worsen the danger that uncomfortably high temperatures
64 will become lethal.
Adaptation is not an alternative to cutting emissions;
both are necessary. But even if net emissions are reduced to
67 zero this century, the persistence of greenhouse gases in the
atmosphere means that heatwaves will continue to get worse
for decades to come. As the mercury rises, governments in
70 rich and poor countries alike must do more to protect their
populations from this very real and quietly deadly aspect of
72 climate change.
Heatwaves are killing people. Available at: .
Retrieved on: Aug. 22. 2019, with adaptations.
Considerando as idéias e o vocabulário no texto, verifique o item a seguir como certo (C) ou errado (E). No primeiro parágrafo, a palavra "faixas" (linha 1) pode ser corretamente substituída por áreas .
Considerando a tríade cidade, ambiente e cultura, julgue (C ou E) os seguintes itens. As periferias enquanto espaço social são lugares de construção cultural cotidiana influenciadas pela cultura de massas, que é parte da indústria cultural, e retroalimentam esse setor da economia quando suas manifestações culturais são apropriadas e transformadas em produtos consumidos em escala local, regional e global.

A respeito dos partidos políticos, das respectivas propostas para a organização institucional e do sistema eleitoral no Segundo Reinado, julgue (C ou E) o item a seguir.

Os liberais republicanos organizaram-se ao redor da contestação de posicionamentos saquaremas. As principais formas de protesto deles foram consideradas radicais, o que os alijou dos cargos políticos.

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