A função administrativa por meio da qual as atividades a serem
realizadas são desenhadas e os resultados a serem obtidos são
fixados é denominada de
Questões de Concursos
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Considere que, durante a elaboração da proposta orçamentária de
uma agência federal, o gestor deva assegurar que as diretrizes do
plano plurianual (PPA), da lei de diretrizes orçamentárias (LDO)
e da lei orçamentária anual (LOA) estão sendo respeitadas. A
partir dessa situação hipotética, assinale a opção correta acerca
do PPA, da LDO, da LOA e da relação entre esses instrumentos
no âmbito do planejamento federal.
Considerando os procedimentos de controle de acesso físico às
áreas seguras de uma organização, julgue os itens a seguir.
I Não é necessário proteger as saídas de emergência contra acesso não autorizado.
II Supervisionar o acesso de visitantes é opcional, cabendo a decisão ao agente encarregado da recepção.
III A data e a hora de entrada e de saída dos visitantes devem ser registradas.
Assinale a opção correta.
I Não é necessário proteger as saídas de emergência contra acesso não autorizado.
II Supervisionar o acesso de visitantes é opcional, cabendo a decisão ao agente encarregado da recepção.
III A data e a hora de entrada e de saída dos visitantes devem ser registradas.
Assinale a opção correta.
Para a proteção de um equipamento elétrico com potência de
3.960 W e ligado em uma rede elétrica de 220 V, é correto o uso
de um disjuntor de
Conforme as definições apresentadas na NBC T SP 34 – Custos
no Setor Público, os principais métodos de custeio no setor
público são
O Programa Nacional de Educação Ambiental
Em uma pequena central hidrelétrica (PCH), a água, após
deslocar-se pela turbina existente na casa de força, retorna ao
leito natural do rio por meio
Acerca dos princípios de funcionamento de um transformador e
do circuito equivalente, assinale a opção correta.
No primeiro exercício financeiro, já encerrado, em uma
entidade pública, foram contabilizados os seguintes eventos
envolvendo a conta caixa e equivalentes de caixa:
• reconhecimento de créditos a receber no valor de $ 400 mil, com 80% desse valor arrecadados;
• empenho e liquidação referente à aquisição de equipamentos no valor de $ 300 mil, metade paga à vista e metade inscrita em restos a pagar;
• empenho, liquidação e pagamento da folha de remuneração de servidores no valor de $ 200 mil;
• recebimento de transferências financeiras no valor de $ 40 mil.
Considerando as informações precedentes, é correto afirmar que, na apuração do resultado financeiro do exercício (RFE) do balanço financeiro desse exercício financeiro, já encerrado, o resultado financeiro foi
• reconhecimento de créditos a receber no valor de $ 400 mil, com 80% desse valor arrecadados;
• empenho e liquidação referente à aquisição de equipamentos no valor de $ 300 mil, metade paga à vista e metade inscrita em restos a pagar;
• empenho, liquidação e pagamento da folha de remuneração de servidores no valor de $ 200 mil;
• recebimento de transferências financeiras no valor de $ 40 mil.
Considerando as informações precedentes, é correto afirmar que, na apuração do resultado financeiro do exercício (RFE) do balanço financeiro desse exercício financeiro, já encerrado, o resultado financeiro foi
Texto 16A1
Para produzir y unidades de um bem por mês, uma firma detém uma tecnologia que usa K unidades de capital e L unidades de mão de obra, de modo que y = 5K2/3L1/3. O custo unitário do capital é dado por r = 0,02 e o custo unitário da mão de obra é dado por w = 6. Os mercados relevantes na análise são todos de concorrência perfeita, e o preço de venda de equilíbrio do produto final é p = 90 por unidade.
Se a firma mencionada no texto 16A1 fixar o capital investido
em K = 1.000, então, em uma análise de curto prazo, a função
custo total (custo para produzir y unidades do produto final) será
dada por
Na construção de barragens, um fator essencial para evitar
completamente infiltrações na fundação é
No que se refere ao rendimento e à regulação de tensão para o
funcionamento dos transformadores em regime permanente,
assinale a opção correta.
O conjunto completo de demonstrações contábeis de cada
período previsto no CPC 26 diverge do rol de demonstrações
contábeis obrigatórias constante da Lei n.º 6.404/1976 ao incluir
a demonstração
Conforme o disposto na NBC T SP 04 – Estoques, na
contabilização do ajuste de perdas de estoques no setor público,
para adequação ao valor realizável líquido, deve ser
De acordo com as disposições da NBC T SP 09 – Redução ao
Valor Recuperável, no setor público, o valor recuperável é obtido
a partir
Texto CG2A1
Já se descobriu, há muito tempo, que os prazeres podem ser divididos em dois tipos: aqueles que não seriam prazeres propriamente ditos, a não ser que sejam precedidos pelo desejo; e aqueles que são prazeres em si e dispensam qualquer preparação. Podemos denominar esses dois tipos, respectivamente, de prazeres-necessidade e prazeres de apreciação.
Um exemplo do primeiro tipo seria um gole de água. Isso seria considerado um prazer se você estivesse com sede, e um grande prazer se estivesse sedento. Contudo, é bem provável que não haja ninguém no mundo, exceto em obediência à sede ou às ordens do médico, que tenha enchido um copo de água para beber apenas pelo prazer que isso lhe dá. Um exemplo do segundo tipo seriam os prazeres inesperados e surpreendentes do olfato — o suave aroma de campos floridos ou de plantações de ervilhas que surgem em sua caminhada matinal pelo campo. Antes disso, você não tinha necessidade de nada: estava completamente satisfeito. O prazer desses perfumes não foi solicitado; pelo contrário, foi uma dádiva adicional.
A pessoa que estava sedenta e acabou de beber uma grande quantidade de água poderá dizer: “poxa vida, era isso o que eu queria”. A pessoa que passa pela plantação de ervilhas em sua caminhada matinal está mais propensa a dizer: “este perfume é maravilhoso”. Após o primeiro gole de um famoso vinho tinto, o especialista poderá dizer: “este é um grande vinho”. Quando prazeres-necessidade estão em evidência, tendemos a fazer afirmações a respeito de nós mesmos no tempo passado; quando prazeres de apreciação estão em evidência, inclinamo-nos a fazer afirmações sobre o objeto no tempo presente. Os mais inocentes e necessários prazeres-necessidade não são odiados depois de nós os termos, mas certamente “morrem em nós” de forma extraordinariamente abrupta e completa. A torneira da pia e o copo cheio são mesmo muito atraentes quando entramos em casa com sede depois de cortar a grama do jardim; entretanto, seis segundos depois, se tornam vazios de qualquer interesse.
Os prazeres de apreciação são muito diferentes. Fazemnos sentir que algo não apenas satisfez nossos sentidos, mas reivindica nossa apreciação por direito. O especialista em vinhos não aprecia seu vinho tinto da mesma forma com que teria ficado satisfeito em esquentar seus pés se estivessem frios. Ele sente que aqui está um vinho que merece toda a sua atenção; que justifica todos os anos de treinamento que fizeram seu paladar se tornar apto para julgá-lo. Há, inclusive, uma pitada de desprendimento em sua atitude. Ele deseja que o vinho seja preservado e mantido em boa condição, não inteiramente por razões pessoais. Mesmo se ele estivesse em seu leito de morte e nunca mais fosse beber vinho de novo, ficaria horrorizado com a ideia de que esse vinho especial fosse derramado ou estragado, ou mesmo bebido por pessoas não sofisticadas (como eu), incapazes de saber a diferença entre um bom e um mau vinho tinto. Assim acontece também com a pessoa que passa pela plantação de ervilhas. Essa pessoa não apenas aprecia como também sente que aquela fragrância, de alguma forma, mereceser apreciada. Iria culpar-se caso passasse pelo campo sem dar atenção ou sem se contentar. Isso seria estúpido, insensível. Essa pessoa se lamentará quando ouvir que aquele jardim, pelo qual passou um dia em sua caminhada, foi agora engolido por cinemas, por garagens e por um novo viaduto.
Do ponto de vista científico, ambos os prazeres são, sem dúvida, relativos aos nossos organismos. No entanto, os prazeresnecessidade anunciam, de uma forma ruidosa, sua relatividade não apenas à nossa constituição humana, mas à sua condição passageira, e, fora desta relação, não possuem significado ou interesse para nós. Os objetos que produzem prazeres de apreciação oferecem o sentimento — irracional ou não — de que devem, de algum modo, receber atenção, ser degustados e louvados. Contudo, jamais deveríamos sentir algo parecido com relação a um prazer-necessidade: nunca deveríamos nos culpar, ou culpar os outros, por não sentir sede e, portanto, passar por um poço sem beber um gole de água.
C. S. Lewis. Os quatro amores. Tradução: Estevan Kirschner. 1.ª ed. Rio de Janeiro: Thomas Nelson Brasil, 2017 (com adaptações).
No quarto parágrafo do texto CG2A1, o autor caracteriza como
“estúpido, insensível” (penúltimo período)
Texto CG2A1
Já se descobriu, há muito tempo, que os prazeres podem ser divididos em dois tipos: aqueles que não seriam prazeres propriamente ditos, a não ser que sejam precedidos pelo desejo; e aqueles que são prazeres em si e dispensam qualquer preparação. Podemos denominar esses dois tipos, respectivamente, de prazeres-necessidade e prazeres de apreciação.
Um exemplo do primeiro tipo seria um gole de água. Isso seria considerado um prazer se você estivesse com sede, e um grande prazer se estivesse sedento. Contudo, é bem provável que não haja ninguém no mundo, exceto em obediência à sede ou às ordens do médico, que tenha enchido um copo de água para beber apenas pelo prazer que isso lhe dá. Um exemplo do segundo tipo seriam os prazeres inesperados e surpreendentes do olfato — o suave aroma de campos floridos ou de plantações de ervilhas que surgem em sua caminhada matinal pelo campo. Antes disso, você não tinha necessidade de nada: estava completamente satisfeito. O prazer desses perfumes não foi solicitado; pelo contrário, foi uma dádiva adicional.
A pessoa que estava sedenta e acabou de beber uma grande quantidade de água poderá dizer: “poxa vida, era isso o que eu queria”. A pessoa que passa pela plantação de ervilhas em sua caminhada matinal está mais propensa a dizer: “este perfume é maravilhoso”. Após o primeiro gole de um famoso vinho tinto, o especialista poderá dizer: “este é um grande vinho”. Quando prazeres-necessidade estão em evidência, tendemos a fazer afirmações a respeito de nós mesmos no tempo passado; quando prazeres de apreciação estão em evidência, inclinamo-nos a fazer afirmações sobre o objeto no tempo presente. Os mais inocentes e necessários prazeres-necessidade não são odiados depois de nós os termos, mas certamente “morrem em nós” de forma extraordinariamente abrupta e completa. A torneira da pia e o copo cheio são mesmo muito atraentes quando entramos em casa com sede depois de cortar a grama do jardim; entretanto, seis segundos depois, se tornam vazios de qualquer interesse.
Os prazeres de apreciação são muito diferentes. Fazemnos sentir que algo não apenas satisfez nossos sentidos, mas reivindica nossa apreciação por direito. O especialista em vinhos não aprecia seu vinho tinto da mesma forma com que teria ficado satisfeito em esquentar seus pés se estivessem frios. Ele sente que aqui está um vinho que merece toda a sua atenção; que justifica todos os anos de treinamento que fizeram seu paladar se tornar apto para julgá-lo. Há, inclusive, uma pitada de desprendimento em sua atitude. Ele deseja que o vinho seja preservado e mantido em boa condição, não inteiramente por razões pessoais. Mesmo se ele estivesse em seu leito de morte e nunca mais fosse beber vinho de novo, ficaria horrorizado com a ideia de que esse vinho especial fosse derramado ou estragado, ou mesmo bebido por pessoas não sofisticadas (como eu), incapazes de saber a diferença entre um bom e um mau vinho tinto. Assim acontece também com a pessoa que passa pela plantação de ervilhas. Essa pessoa não apenas aprecia como também sente que aquela fragrância, de alguma forma, mereceser apreciada. Iria culpar-se caso passasse pelo campo sem dar atenção ou sem se contentar. Isso seria estúpido, insensível. Essa pessoa se lamentará quando ouvir que aquele jardim, pelo qual passou um dia em sua caminhada, foi agora engolido por cinemas, por garagens e por um novo viaduto.
Do ponto de vista científico, ambos os prazeres são, sem dúvida, relativos aos nossos organismos. No entanto, os prazeresnecessidade anunciam, de uma forma ruidosa, sua relatividade não apenas à nossa constituição humana, mas à sua condição passageira, e, fora desta relação, não possuem significado ou interesse para nós. Os objetos que produzem prazeres de apreciação oferecem o sentimento — irracional ou não — de que devem, de algum modo, receber atenção, ser degustados e louvados. Contudo, jamais deveríamos sentir algo parecido com relação a um prazer-necessidade: nunca deveríamos nos culpar, ou culpar os outros, por não sentir sede e, portanto, passar por um poço sem beber um gole de água.
C. S. Lewis. Os quatro amores. Tradução: Estevan Kirschner. 1.ª ed. Rio de Janeiro: Thomas Nelson Brasil, 2017 (com adaptações).
Cada uma das opções a seguir apresenta uma proposta de
reescrita para o seguinte trecho do texto CG2A1: “Contudo, é
bem provável que não haja ninguém no mundo, exceto em
obediência à sede ou às ordens do médico, que tenha enchido um
copo de água para beber apenas pelo prazer que isso lhe dá.”
(terceiro período do segundo parágrafo). Assinale a opção em
que a proposta apresentada mantém a correção gramatical e os
sentidos do texto.
O orçamento anual pode ser alterado por meio de créditos
adicionais, que correspondem às autorizações de despesas não
computadas ou insuficientemente dotadas na lei orçamentária.
Acerca das características do crédito adicional suplementar,
assinale a opção correta.
Texto CG2A1
Já se descobriu, há muito tempo, que os prazeres podem ser divididos em dois tipos: aqueles que não seriam prazeres propriamente ditos, a não ser que sejam precedidos pelo desejo; e aqueles que são prazeres em si e dispensam qualquer preparação. Podemos denominar esses dois tipos, respectivamente, de prazeres-necessidade e prazeres de apreciação.
Um exemplo do primeiro tipo seria um gole de água. Isso seria considerado um prazer se você estivesse com sede, e um grande prazer se estivesse sedento. Contudo, é bem provável que não haja ninguém no mundo, exceto em obediência à sede ou às ordens do médico, que tenha enchido um copo de água para beber apenas pelo prazer que isso lhe dá. Um exemplo do segundo tipo seriam os prazeres inesperados e surpreendentes do olfato — o suave aroma de campos floridos ou de plantações de ervilhas que surgem em sua caminhada matinal pelo campo. Antes disso, você não tinha necessidade de nada: estava completamente satisfeito. O prazer desses perfumes não foi solicitado; pelo contrário, foi uma dádiva adicional.
A pessoa que estava sedenta e acabou de beber uma grande quantidade de água poderá dizer: “poxa vida, era isso o que eu queria”. A pessoa que passa pela plantação de ervilhas em sua caminhada matinal está mais propensa a dizer: “este perfume é maravilhoso”. Após o primeiro gole de um famoso vinho tinto, o especialista poderá dizer: “este é um grande vinho”. Quando prazeres-necessidade estão em evidência, tendemos a fazer afirmações a respeito de nós mesmos no tempo passado; quando prazeres de apreciação estão em evidência, inclinamo-nos a fazer afirmações sobre o objeto no tempo presente. Os mais inocentes e necessários prazeres-necessidade não são odiados depois de nós os termos, mas certamente “morrem em nós” de forma extraordinariamente abrupta e completa. A torneira da pia e o copo cheio são mesmo muito atraentes quando entramos em casa com sede depois de cortar a grama do jardim; entretanto, seis segundos depois, se tornam vazios de qualquer interesse.
Os prazeres de apreciação são muito diferentes. Fazemnos sentir que algo não apenas satisfez nossos sentidos, mas reivindica nossa apreciação por direito. O especialista em vinhos não aprecia seu vinho tinto da mesma forma com que teria ficado satisfeito em esquentar seus pés se estivessem frios. Ele sente que aqui está um vinho que merece toda a sua atenção; que justifica todos os anos de treinamento que fizeram seu paladar se tornar apto para julgá-lo. Há, inclusive, uma pitada de desprendimento em sua atitude. Ele deseja que o vinho seja preservado e mantido em boa condição, não inteiramente por razões pessoais. Mesmo se ele estivesse em seu leito de morte e nunca mais fosse beber vinho de novo, ficaria horrorizado com a ideia de que esse vinho especial fosse derramado ou estragado, ou mesmo bebido por pessoas não sofisticadas (como eu), incapazes de saber a diferença entre um bom e um mau vinho tinto. Assim acontece também com a pessoa que passa pela plantação de ervilhas. Essa pessoa não apenas aprecia como também sente que aquela fragrância, de alguma forma, mereceser apreciada. Iria culpar-se caso passasse pelo campo sem dar atenção ou sem se contentar. Isso seria estúpido, insensível. Essa pessoa se lamentará quando ouvir que aquele jardim, pelo qual passou um dia em sua caminhada, foi agora engolido por cinemas, por garagens e por um novo viaduto.
Do ponto de vista científico, ambos os prazeres são, sem dúvida, relativos aos nossos organismos. No entanto, os prazeresnecessidade anunciam, de uma forma ruidosa, sua relatividade não apenas à nossa constituição humana, mas à sua condição passageira, e, fora desta relação, não possuem significado ou interesse para nós. Os objetos que produzem prazeres de apreciação oferecem o sentimento — irracional ou não — de que devem, de algum modo, receber atenção, ser degustados e louvados. Contudo, jamais deveríamos sentir algo parecido com relação a um prazer-necessidade: nunca deveríamos nos culpar, ou culpar os outros, por não sentir sede e, portanto, passar por um poço sem beber um gole de água.
C. S. Lewis. Os quatro amores. Tradução: Estevan Kirschner. 1.ª ed. Rio de Janeiro: Thomas Nelson Brasil, 2017 (com adaptações).
No primeiro período do texto CG2A1, o sinal de dois-pontos
introduz, a respeito da oração que o antecede,
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