Homem de 26 anos, portador de doença de Crohn há 5 anos, apresenta dor abdominal recorrente, distensão pós-prandial e perda ponderal progressiva nos últimos meses. Já foi internado duas vezes por suboclusão e está em uso de imunobiológico, com resposta parcial. A enterotomografia evidencia estenose fibrosa de cerca de 6 cm em íleo terminal, sem sinais de fístula ou abscesso, com válvula ileocecal preservada. Não há outras áreas acometidas no trato digestivo.
Diante desse cenário, a melhor abordagem cirúrgica inicial é:
Paciente do sexo feminino, 56 anos, foi submetida a retossigmoidectomia por adenocarcinoma de reto baixo, com anastomose coloanal manual e ileostomia de proteção. Encontra-se em seguimento para programação do fechamento da ileostomia. Durante avaliação com retossigmoidoscopia e exame ginecológico, é identificado trajeto fistuloso com comunicação entre o reto distal e a vagina, confirmado por coloração com azul de metileno.
Sobre o tratamento cirúrgico da fístula retovaginal nesse contexto, é correto afirmar que o retalho de Martius
A principal causa de abscesso anorretal é
Na doença de Crohn perianal com fístula complexa e múltiplos abscessos, o tratamento deve incluir
Paciente do sexo masculino, 72 anos, portador de fibrilação atrial crônica não anticoagulada, apresenta dor abdominal súbita, intensa e difusa há 6 horas, desproporcional ao exame físico. Nega febre ou diarreia. Está hemodinamicamente estável, mas levemente taquicárdico. O abdome é flácido, doloroso à palpação difusa, sem peritonite. Lactato elevado. A tomografia com contraste mostra redução da perfusão de alças do jejuno, sem espessamento significativo da parede intestinal.
Com base nesse quadro e na fisiopatologia do abdome agudo vascular, é correto afirmar que a
A técnica de LIFT (ligation of intersphincteric fistula tract) tem como principal objetivo
Paciente do sexo masculino, 61 anos, no 8o dia pós-operatório de retossigmoidectomia com anastomose colorretal término-terminal, protegida por ileostomia, apresenta febre, leucocitose e dor pélvica. A tomografia de abdome com contraste revela coleção perianastomótica pequena, sem gás livre. A retossigmoidoscopia mostra deiscência parcial da anastomose com cavidade associada e exsudato purulento, sem necrose extensa. O tratamento endoscópico com sistema de vácuo foi proposto.
Sobre o funcionamento da terapia de vácuo endoscópico nesse contexto, é correto afirmar que
Paciente do sexo masculino, 45 anos, com queixas de exteriorização de mamilos hemorroidários ao evacuar, necessidade frequente de redução manual e sangramento intermitente, foi diagnosticado com hemorroidas internas grau III. Após falha do tratamento clínico, considera-se tratamento cirúrgico.
Com relação ao procedimento para prolapso e hemorroidas (PPH), é correto afirmar que
A principal complicação de um abscesso perianal não tratado adequadamente é:
Paciente do sexo feminino, 58 anos, com histórico de partos vaginais múltiplos, apresenta episódios de escape fecal para roupas íntimas e urgência evacuatória nos últimos meses. A manometria anorretal mostra pressão basal diminuída do esfíncter interno e tempo de retenção retal reduzido. A ultrassonografia endoanal não evidencia lesões anatômicas relevantes. Foi proposto tratamento conservador com reabilitação por biofeedback.
Com relação à terapia com biofeedback para incontinência anal, é correto afirmar que
Assinale a alternativa correta sobre a doença diverticular e suas complicações.