Simulados Medicina Medicina Intensiva

Prova de Medicina Intensiva - Especialidade - EsFCEx (VUNESP)

Simulado com questões de prova: Prova de Medicina Intensiva - Especialidade - EsFCEx (VUNESP). Resolva online grátis, confira o gabarito e baixe o PDF!

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1Q1068560 | Medicina, Medicina Intensiva, Especialidade Medicina Intensiva, EsFCEx, VUNESP, 2025

Homem de 69 anos com história de hipertensão arterial apresenta estado mental alterado e é diagnosticado com múltiplos infartos isquêmicos agudos posteriores, com subsequente compressão do quarto ventrículo. Ele é submetido a craniotomia suboccipital descompressiva emergente e internado na UTI. Ele permanece intubado em ventilação mecânica e no 12º dia de internação evolui com icterícia escleral ao exame físico. Exames séricos atuais: leucocitose; bilirrubina direta: 4,7 mg/dL; bilirrubina indireta: 2,0 mg/dL; fosfatase alcalina: 118 U/L; aspartato aminotransferase: 45 U/L; alanina aminotransferase: 38 U/L; lipase: 5 U/L. Sinais vitais: temperatura: 38,2 ºC; pressão arterial: 138 x 89 mmHg, frequência cardíaca: 97 bpm. A ultrassonografia abdominal revela cálculos biliares não obstrutivos; edema da parede da vesícula biliar (4 mm); ausência de líquido pericolecístico; incapacidade de avaliar o sinal de Murphy. A tomografia de abdome total revela fígado, pâncreas e ductos biliares de aparência normal. Nesse momento, o melhor próximo passo no manuseio desse paciente é
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2Q1068564 | Medicina, Medicina Intensiva, Especialidade Medicina Intensiva, EsFCEx, VUNESP, 2025

Homem de 54 anos, com histórico de tabagismo e alto consumo de álcool, é intubado devido a broncoespasmo grave. As necessidades de oxigênio continuaram a aumentar, e as radiografias de tórax demonstraram infiltrados pulmonares bilaterais progressivos, compatíveis com o diagnóstico de síndrome do desconforto respiratório agudo (ARDS). Ele necessita de vasopressores e de fração inspirada de oxigênio de 80%, estando em uso de piperacilina/tazobactam. Ele evolui com necessidade de substituição renal devido à injúria renal aguda e com altos valores das aspirações gástricas pela sonda, atribuídas à necessidade de bloqueio neuromuscular. Em seguida, nas culturas de linha central e de sangue crescem Ruminococcus. Nesse paciente, qual deve ser a próxima conduta?
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3Q1068565 | Medicina, Medicina Intensiva, Especialidade Medicina Intensiva, EsFCEx, VUNESP, 2025

Homem de 55 anos com histórico de diabetes mellitus e hipertensão arterial é internado na UTI devido a cetoacidose diabética. Recentemente, ele não tem tido boa aderência ao tratamento. A pressão arterial à admissão é 230 x 140 mmHg (semelhante nos 2 membros) e a frequência cardíaca de 75 bpm. O exame neurológico é normal. Cerca de 40 mg de labetalol intravenoso é administrado, com redução da pressão arterial sistólica para 190 mmHg. Constitui a próxima melhor etapa no manejo do quadro descrito:
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4Q1068566 | Medicina, Medicina Intensiva, Especialidade Medicina Intensiva, EsFCEx, VUNESP, 2025

A variação da pressão de pulso (VPP), que quantifica as mudanças na pressão de pulso arterial durante a ventilação mecânica, é uma das variáveis dinâmicas que podem prever a responsividade ao volume de líquidos. Em qual dos seguintes pacientes ventilados a VPP pode prever, de maneira mais confiável, a responsividade à infusão de fluidos?
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5Q1068567 | Medicina, Medicina Intensiva, Especialidade Medicina Intensiva, EsFCEx, VUNESP, 2025

A onda quadrada para a entrega de gás durante a ventilação controlada por volume é esperada para beneficiar pacientes em qual das situações apresentadas a seguir?
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6Q1068569 | Medicina, Medicina Intensiva, Especialidade Medicina Intensiva, EsFCEx, VUNESP, 2025

Mulher de 67 anos com história de trombose venosa profunda há 15 anos e meningioma estável apresenta quadro de dispneia e hipotensão de 88 x 58 mmHg, mesmo após um bolus inicial de cristaloide. A ecocardiografia revela ventrículo direito dilatado com movimento paradoxal da parede septal; nota-se um trombo longo, fino e móvel no átrio direito (trombo tipo A), que é confirmado na angiografia pulmonar por tomografia, além de evidenciar embolia pulmonar nas artérias pulmonares principais direita e esquerda. Qual é a melhor abordagem para o manejo desse paciente?
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7Q1068570 | Medicina, Medicina Intensiva, Especialidade Medicina Intensiva, EsFCEx, VUNESP, 2025

Paciente previamente saudável de 59 anos está internado devido a peritonite difusa após perfuração do cólon sigmoide. Após a laparotomia, o paciente encontra-se hipotenso e taquicárdico, sem sinais de sangramento. Ele está com extremidades frias, com tempo de enchimento capilar retardado e hipotensão. O exame abdominal revela abdome flácido, não distendido, com pouca saída de líquido no dreno. Os resultados laboratoriais relevantes mostram: hemoglobina: 8,1 g/dL; plaquetas: 51.000/mm3; tempo de protrombina: 29 segundos (normal: 9 a 14); tempo de tromboplastina parcial ativado: 49 segundos (normal: 23,5 a 37,5); fibrinogênio sérico: 154 mg/dL (normal: 200 a 400). Qual é o manejo mais apropriado nesse momento?
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8Q1068571 | Medicina, Medicina Intensiva, Especialidade Medicina Intensiva, EsFCEx, VUNESP, 2025

Mulher de 35 anos com COVID-19 foi descanulada da ECMO venovenosa após 12 dias. Ela permanece no ventilador mecânico. A família pergunta o que esperar para o curso pós-ECMO. Constitui a afirmação mais precisa, nessa circunstância:
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9Q1068573 | Medicina, Medicina Intensiva, Especialidade Medicina Intensiva, EsFCEx, VUNESP, 2025

Paciente de 67 anos, com histórico de tabagismo, doença arterial isquêmica e fibrilação atrial, apresenta quadro de hemoptise volumosa. Ele está em uso de varfarina. Ao exame, ele ainda expectora pequenas quantidades de sangue vermelho brilhante, após dois episódios maiores (com perda de aproximadamente 500 mL de sangue); pressão arterial: 98 x 69 mmHg; frequência cardíaca arrítmica: 130 bpm; frequência respiratória: 28 irpm; saturação de oxigênio de 93% com 15L/min de oxigênio, via máscara não-reinalante. A radiografia de tórax demonstra opacidades densas nas zonas média e inferior do lado direito. Qual é a próxima e mais relevante estratégia de manejo desse paciente?
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