No início do século XX, a Educação Física ensinada no Brasil seguia modelos ginásticos europeus que, historicamente, influenciaram o contexto das práticas corporais nas escolas brasileiras. Um deles, em evidência nas décadas de 20 e 30, previa séries de exercícios que visavam a um movimento completo, contínuo e interessante para os alunos. A aula de ginástica era dividida em sessão preparatória, sessão propriamente dita e volta à calma, e como formas de trabalho propunha flexionamentos, exercícios mímicos e educativos, exercícios de aplicação, jogos, desportos individuais e coletivos.
Este foi o método conhecido como