Trata-se de um Teatro que compreende uma vertente niilista, ou seja, uma negação e recusa da política, da
história, da religião e da sociedade como princípios unificadores. É impossível extrair qualquer
verdade/realidade do mundo (ir)real. É um teatro que tenta também refletir o caos universal, o labirinto
existencial que cerca o Homem, a desintegração da linguagem como descodificador do mundo e como meio
de expressar verdades. O enunciado refere-se ao teatro chamado: