É o conjunto das propostas relacionadas à utilização do jogo teatral como mediador da emergência de soluções cênicas diversas, nas quais a participação dos jogadores se torna constitutiva do resultado final. Essa proposta, considerando que “a necessidade de criar parceria e ao mesmo tempo de garantir o toque do diretor [encenador] sobre a produção exige uma abordagem não autoritária”, afirma, propositivamente, que “a direção não vem de fora, mas das necessidades dos jogadores e das necessidades teatrais do momento”. Ao se colocar como participante de uma equipe de jogo, o professor-encenador pode encontrar um equilíbrio entre a necessidade de coordenar e a importância de compartilhar. O horizonte descortinado pela multiplicidade de funções externas para um objetivo comum reavivar o desejo de se estabelecerem bases mais democráticas de construção de uma coletividade que não anule as individualidades. (Koudela, 2015. Adaptado) A definição aponta para as propostas educacionais de

(Koudela, 2015. Adaptado)

A definição aponta para as propostas educacionais de